sexta-feira, 27 de setembro de 2019

quinta-feira, 26 de setembro de 2019

Praia Grande, São Paulo, Brasil

Praia Grande, São Paulo, Brasil
Praia Grande - SP
Fotografia

A Mesa no Jardim, Gerberoy, França (La Table dans la Verdure, Gerberoy) - Henri Eugène Le Sidaner

A Mesa no Jardim, Gerberoy, França (La Table dans la Verdure, Gerberoy) - Henri Eugène Le Sidaner
Gerberoy - França
Coleção privada
OST - 150x125 - 1926


He considered that the silent harmony of things is enough to evoke the presence of those who live among them. Indeed, such presences are felt throughout his works. Deserted they may be but never empty."
Camille Mauclair
The theme of a table set in a garden is undoubtedly one of the most exciting and enigmatic subjects in Le Sidaner's oeuvre. The composition is always well thought out; the objects placed on the tables are meticulously selected and arranged with care. In La table dans la verdure, Gerberoy, the artist has chosen a checked tablecloth and simple cutlery, surrounded by lush greenery, giving the setting a bucolic feel. The façade of the building in the background closes off the scene, and the luminous, distinct, emphatic brushstrokes seem to flatten the entire composition so it exists on a single plane, united in a silent harmony of tones. Time appears suspended. Humans are absent from the painting; the viewer takes on the disconcerting role of a stranger who has turned up unexpectedly at a scene where the guests have momentarily disappeared. "His entire work is influenced by a taste for tender, soft and silent atmospheres. Gradually, he even went so far as eliminate from his paintings all human figures, as if he feared that the slightest human presence might disturb their muffled silence." (Yann Farinaux-Le Sidaner, Le Sidaner, L'œuvre peint et gravé, Milan, 1989, p. 30 , p. 31)
Le Sidaner first visited Gerberoy in March 1901, while looking for a country home so he could escape the hustle and bustle of Paris. His son Rémy remembers that the artist "longed to plan a garden of his own, in which the landscape would be designed by him personally and in which he could achieve his favorite light effects. He mentioned this project to Auguste Rodin, who directed him to the Beauvais area. A potter living in Beauvais, answering to the name of Delaherche, recommended the village of Gerberoy" (quoted in Yann Farinaux-Le Sidaner, op. cit., p. 14). Le Sidaner began by renting a modest house there, which he then bought in 1904. Located on the border between Picardy and Normandy, Gerberoy is a picturesque fortified village with cobblestone streets and half-timbered and stone houses. The property purchased by the artist corresponded perfectly to his plan to extend the building and remodel the space, over and over again. From 1910, he created an extension to the main house, before adding a pavilion, a barn and then a tower. He also carefully landscaped the extensive gardens. Like Claude Monet's house and garden in Giverny, Le Sidaner's house in Gerberoy underwent major renovations in order to provide the artist with new subjects for his paintings and therefore supply him with a continuous source of inspiration. In 1935, four years before his death, he delivered a speech to celebrate the three decades he had spent in the village: "And when it is my time to go, I am sure I shall be seized with a vision of my modest cottage in Gerberoy, where trembling fingers will adorn the shutters with a single branch of greenery, enhanced by heavy roses, bringing us that elusive grace which characterizes the blossoming of nature" (ibid., p. 19).

Fonte: https://www.sothebys.com/en/auctions/ecatalogue/2019/impsmodern-pf1936/lot.126.html

Faculdade de Medicina, São Paulo, Brasil






Faculdade de Medicina, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Fotolabor N. 78
Fotografia - Cartão Postal

Jardim Público e Igreja Matriz, Vassouras, Rio de Janeiro, Brasil





Jardim Público e Igreja Matriz, Vassouras, Rio de Janeiro, Brasil
Vassouras - RJ
N. 4
Fotografia e Cartão Postal

Vassouras é um município brasileiro localizado no Centro-Sul do estado do Rio de Janeiro.
A 5 de outubro de 1782, o açoriano Francisco Rodrigues Alves e o seu sócio Luís Homem de Azevedo, que residiam em Sacra Família do Tinguá (atualmente distrito do município de Engenheiro Paulo de Frontin), recebem uma sesmaria no "sertão da Serra de Santana, Mato Dentro por detrás do Morro Azul". Posteriormente, tais terras serão conhecidas por “Sesmaria de Vassouras e Rio Bonito".
À localidade, plena de arbustos utilizados na confecção de vassouras, dá-se, obviamente, o nome Vassouras.
Vassouras está localizada no que se posteriormente nomeou-se Vale do Paraíba. Esta região tornou-se conhecida como Caminho Novo e o Caminho do Proença pois faziam a ligação entre Minas Gerais durante o período de seu Ciclo do Ouro e o porto do Rio de Janeiro, servindo para o escoamento dessa produção destinada ao Império Português. Devido a essa conexão de importância econômica, a Coroa Portuguesa promulgou um Decreto real protegendo essa área, com o objetivo de fiscalizar e impedir o contrabando de ouro e por consequência não deixando existir um povoamento no local até o final do século XVIII e início do século XIX.
As terras foram sendo ocupadas aos poucos, por duas formas: a primeira por concessão real pela doação de Sesmarias ou por serviços prestados à Coroa e a segunda pela ocupação das terras por Posseiros devido ao comércio Tropeiro que passava pelo Caminho Novo. Pode-se nomear o primeiro proprietário a ocupar as terras da cidade de Vassouras, que foi Francisco Rodrigues Alves, que a partir de 1792, já possuía cafezais em sua propriedade, embora só em quantidade para abastecer a família.
A área do vale do Paraíba e portanto da cidade de Vassouras, além da estrada nomeada Caminho Novo, sempre foi por parte da Coroa Portuguesa e da sociedade uma importante rota de ligação ao Rio de Janeiro. Portanto os dois investiram na criação e abertura de caminhos e formas de comunicação mais rápidas entre esses dois lugares. Alguns dos primeiros caminhos realizados foi feito pelos contrabandistas de ouro que desciam dessa região,no meio da mata virgem. até Xerém, Baixada Fluminense, até a virada do século XIX. Após o início do povoamento da região, em 1812 Inácio de Sousa Vernek constrói a Estrada Werneck, a sair da aldeia de Nossa Senhora da Glória de Valença, atingindo o Caminho Novo, permitindo-se seguimento até Minas Gerais e Rio de Janeiro. A fim de inibir essa rota dos contrabandistas, o príncipe regente D. João VI ordenou (1816) a construção de uma nova estrada na região. Contrata-se para a missão o futuro barão de Aiuruoca, Custódio Ferreira Leite, que chama em seu auxílio os seus sete sobrinhos (família Teixeira Leite). Cruzava o rio Paraíba do Sul a estrada da Polícia, na atual localidade de Juparanã, em Valença (outrora chamada Desengano), seguindo até a atual localidade de barão de Vassouras, ao centro do atual município, à serra de São Sebastião dos Ferreiros, pelo que permitia-se a descida de Xerém até à baixada Fluminense, donde se embarcava aos portos de Pilar do Iguaçu ou de Piedade do Iguaçu; outra rota seguia por estradas que ainda passam pelos atuais bairros de Irajá e Inhaúma, atingindo-se, enfim, o centro da cidade do Rio de Janeiro. Dez anos mais tarde, em 1822 finaliza-se à abertura da Estrada do Comércio (iniciada na vila de Nossa Senhora da Piedade do Iguaçu), que perfazia o seguinte trajeto: subindo pela serra do Tinguá, atingia o porto de Ubá, atual distrito de Andrade Pinto, às margens do rio Paraíba do Sul, donde seguia para Minas Gerais e Goiás.
No início do século XIX, passa por grande desenvolvimento econômico a região do vale do rio Paraíba do Sul. Com o esgotamento do ouro em Minas Gerais, mineiros migraram em massa para a região então de matas virgens e ocupada por tribos nômades de índios Coroados. Findado o trabalho de aldeamento de tais silvícolas, a região vê-se segura para ser colonizada a partir de plantações, a princípio pelas de cana-de-açúcar e depois pelas de café.
O mercado internacional começa a se interessar pela bebida e a demanda aumenta continuamente. A província do Rio de Janeiro torna-se então o primeiro grande exportador internacional de café. A produção cafeeira da província do Rio de Janeiro atinge 5.122 contos em 1828 e supera a produção de açúcar (3.446 contos). A efeito de comparação, a província de São Paulo, que então incluía o Paraná, produziu meros 250 contos de café em 1825, e somente em 1886 produzirá mais café que açúcar.
A estrada de Polícia e o crescimento econômico da região permitem o rápido surgimento de um arraial, atualmente centro da cidade de Vassouras. Vão ali residir o construtor da estrada de Polícia, Custódio Ferreira Leite, e seus sobrinhos da família Teixeira Leite. Lento o desenvolvimento urbano da vila de Nossa Senhora da Conceição do Alferes, os seus vereadores resolvem mudar a Câmara Municipal para o arraial de Vassouras. A 15 de janeiro de 1833 um decreto da Regência Trina transfere a sede da vila.
Com o crescimento econômico pelas plantações de café, a vila de Vassouras desenvolve-se e é elevada à categoria de cidade a 29 de setembro de 1857. Possui já nesta época aproximadamente 3.500 moradores em sua área urbana.
Durante a década de 1850, a cidade, em seu apogeu, ostenta o título de "maior produtora de café do mundo", reconhecida como a "Princesinha do café". Entre 1856 e 1859, a província do Rio de Janeiro produz 63.804.764 arrobas de café, enquanto as províncias de São Paulo e Minas Gerais, juntas, produzem apenas um quarto deste total. Constroem-se casarios, palacetes, hotéis (sempre repletos), joalherias, o teatro, etc., plenos de vida social intensa. Antes rústicos, os cafeicultores educam-se e socializam-se; suas fazendas são ora reformadas, ora ampliadas para atenderem às novas necessidades e para receberem hóspedes ilustres da Corte. Criam-se importantes estabelecimentos de ensino, que serão frequentados por alunos forasteiros, incluídos os da cidade do Rio de Janeiro.
Tornou-se Vassouras, neste período, a maior cidade com fazendeiros nobilitados, ficou conhecida como "Cidade dos Barões": ali viviam 25 barões, 7 viscondes, 1 viscondessa, 1 condessa, 2 marqueses, considerados titulares vassourenses, entre outros.
A superexploração e o mau uso do solo levaram ao seu enfraquecimento, pelo que a produção de café declina em toda a região. Entre 1879 a 1884 a província do Rio de Janeiro ainda contribui com 55,91% do total exportado pelo Brasil; porém, em 1894 a produção despenca para apenas 20% do total. Ainda sustentam o apogeu da cidade (até a segunda metade da década) os crescentes preços do café no início da década de 1890. Com a queda, porém, da cotação internacional, perdem-se muitas fazendas hipotecadas para o Banco do Brasil, entre elas propriedades de uma mesma família por várias gerações. Seguem para a capital e outros lugares, em busca da fortuna e do status perdidos, os descendentes dos barões do café. Os ficados que conservaram as fazendas abandonam a agricultura e dedicam-se à pecuária leiteira.
Nas fachadas de seus casarios, palacetes e monumentos, Vassouras guarda as lembranças desse próspero período que não será esquecido. O seu conjunto histórico urbanístico e paisagístico foi protegido em 1958 por um processo de tombamento (566-T-57, de 26.06.1958) Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional– IPHAN. A 24 de dezembro de 1984, Vassouras é declarada, por força de lei, estância turística.
Desde o início da década de 1820 com a iniciação da plantação de café em Vassouras a mão de obra utilizada era a escrava. Ela foi uma das principais bases para o apogeu da cidade pelo café. Entretanto desde 1831, com a Lei Feijó, nome dado devido a Diogo Antônio Feijó, ministro da Justiça da época, era considerado ilegal o tráfico de escravos.
Até 1850, com a Lei Eusébio de Queirós que proibia definitivamente o tráfico negreiro transatlântico, a migração de escravos realizado pelos comerciantes de grosso-trato durante essas duas décadas foi intensificada. Sabe-se que na década de 1830 entraram apenas no porto do Rio de Janeiro 186.000 africanos e a produção de café do Vale do Paraíba mais que dobrou na década de 1840.
A população vassourense em 1850 era totalizada em 28.638 habitantes, entretanto 19.210 eram de escravos e somente 9.428 eram pessoas livres. Esses dados dão uma noção de como a cidade de Vassouras se utilizava comprando esses escravos migrados ilegalmente. Após a Lei de 1850, com a perda do tráfico transatlântico aderiu-se cada vez mais ao tráfico inter-regional, em que Vassouras importou 5.500 escravos da Região Nordeste do Império brasileiro.
Já em 1890, o Censo Populacional da época (em comparação ao feito no ano de 1872) mostra uma diminuição da população em quase 10% e um crescimento da população branca em 45%. Isso é consequência direta da assinatura da Lei Áurea, feita pela Princesa Isabel em 1888.
Poderia se pensar que fosse existir comunidades quilombolas em Vassouras já que a população escrava na cidade foi a maior da Província do Rio de Janeiro e provavelmente a maior do país, com 58,2% da população escrava pelo Censo em 1872, sendo 60% homens e 56,4% mulheres. Já em Valença há uma comunidade quilombola sendo ainda analisada: São José da Serra.
A cidade de Vassouras após o fim de seu apogeu pelo café no século XIX entrou em declínio economicamente. O investimento em um novo setor: a pecuária foi um acerto para a cidade e a região, pois os antigos cafezais tornaram-se pasto para o gado. Além disso, a pecuária não necessita de grandes mãos-de-obra. A plantação de diversas culturas como milho, cana-de-açúcar, tomate e feijão colocadas como culturas temporárias e banana, café e laranja feitas como permanentes desde a década de 1910 até 1950 foram uma das causas para a melhoria econômica de Vassouras.
Recebeu Vassouras o título de Imperial Cidade, conferido por D. Pedro II do Brasil. Findado já o império, Machado de Assis cita-a em seu conto Evolução, enfeixado no volume Relíquias de Cassa Velha, conforme vê-se no seguinte trecho:
"Naturalmente, o primeiro objeto foi o progresso que nos traziam as estradas de ferro. Benedito lembrava-se do tempo em que toda a jornada era feita às costas de burro. Contamos então algumas anedotas, falamos de alguns nomes e ficamos de acordo em que as estradas de ferro eram uma condição de progresso do país. Quem nunca viajou não sabe o valor que tem uma dessas banalidades graves e sólidas para dissipar os tédios do caminho. O espírito areja-se, os próprios músculos recebem uma comunicação agradável, o sangue não salta, fica-se em paz com Deus e os homens."
"Chegamos a Vassouras; eu fui para a casa do juiz municipal, camarada antigo; ele demorou-se um dia e seguiu para o interior. Oito dias depois voltei ao Rio de Janeiro, mas sozinho.”
O município serviu de cenário para o bairro de Bangu antigo no filme O Meu Pé de Laranja Lima de 1970.

quarta-feira, 25 de setembro de 2019

O Dia do Rádio no Brasil, 25 de Setembro - Artigo


O Dia do Rádio no Brasil, 25 de Setembro - Artigo
Artigo



Milhares de pessoas no Brasil e no mundo o têm como seu companheiro, o Rádio completa no mês de setembro 90 anos de existência. Ele já faz parte do cotidiano de muita gente, seja em viagens, passeios, festa e até trabalho. Mas, quem ouve nunca imaginou como surgiu esse meio de comunicação tão importante e atual para todos.
Mas, o rádio é mais antigo do que se imagina. Em meados de 1893 um sacerdote e cientista gaúcho Landell de Moura transmitiu um sinal de voz à distância sem a ajuda de fios.
Em 1922, no dia 07 de setembro, ocorreu a primeira transmissão de radio no Brasil, e aconteceu quando o presidente na época Epitácio Pessoa, comemorou o centenário da independência do Brasil no Teatro Municipal do Rio de Janeiro, com peças trazidas dos EUA.
Já no ano seguinte (1923), surgiu a primeira emissora, a Radio Sociedade do Rio de Janeiro, criada pelo médico e professor Roquette Pinto, apesar da precária tecnologia da época os primeiros canais de rádio começaram a surgir aos poucos e se deu o início da publicidade na programação.
Em 1960 houve um grande avanço, pois começaram as transmissões via satélite, e a partir dai foi fundada a Abert, uma entidade que recebe atualmente mais de 3 mil emissoras de rádio e TV.
Em 1970 e 1980 começaram a surgir as emissoras de rádio FM, e na década de 1990 nasceu o jornalismo 24 horas e os primeiros passos rumo à transmissão via internet.
O rádio não é só um instrumento de comunicação, mas faz parte da história do país, contou a história de muita gente, além de colaborar e contribuir para o crescimento econômico, social e educacional.
E, mesmo depois de tantos acontecimentos no mundo da tecnologia, ele ainda é um dos meios mais usados para ouvir músicas e noticias. Das pessoas entre 12 e 75 anos, 8%, ou 4,2 milhões, escutaram rádio pela internet no último mês. O percentual vai a 11% entre jovens de 12 a 24 anos.
O dia do rádio é comemorado em 25 de setembro, a data do nascimento de Roquete Pinto – o “Pai do Rádio Brasileiro“.

Dia do Rádio no Brasil, 25 de Setembro - Artigo


Dia do Rádio no Brasil, 25 de Setembro - Artigo
Artigo



No dia 25 de setembro, data do nascimento de Roquette-Pinto, considerado o “Pai do Rádio Brasileiro”, comemoramos o Dia do Rádio. Conheça agora a história do veículo de comunicação mais amado do Brasil.
O conceito de comunicação de massa só foi possível a partir desse dispositivo: o rádio, que permitiu que as informações fossem amplamente transferidas, dentro dos países, mas também de maneira internacional.
O desenvolvimento do rádio teve início no ano de 1860, quando o físico escocês James Maxwell descobriu a existência das ondas de rádio. Não existe um consenso sobre o inventor da radiodifusão. Alguns nomes são bastante vinculados a esse título: o do italiano Guglielmo Marconi, que patenteou a transmissão-recepção eletrônica por centelhamento dos sinais telegráficos em código Morse em 1896, e o do norte-americano Nikola Tesla.
Essa controvérsia existe porque o italiano utilizou em sua invenção mais de 20 equipamentos patenteados por Tesla. Por isso, em 1915 o norte-americano ingressou com um pedido de liminar no Tribunal Norte-americano reivindicando a patente da invenção do rádio. Em 1943, a Suprema Corte dos Estados Unidos reconheceu Tesla como o verdadeiro inventor do rádio.
O Brasil também tem parte no pioneirismo do rádio, apesar de não ser reconhecida. O brasileiro Roberto Landell de Moura, um padre gaúcho, supostamente realizou transmissões de rádio em 1893 (dois anos antes de Marconi), e também realizou a primeira transmissão de voz humana no Brasil em 1899. Ele patenteou um sistema fotônico-eletrônico no Brasil, em 1901.
É válido dizer que o rádio, como conhecemos hoje, só foi possível pela contribuição de todos esses participantes, cada um com seu experimento distinto.
A primeira transmissão de rádio aconteceu em um evento esportivo na regata de Kingstown, para o jornal de Dublin.
As primeiras utilizações foram, principalmente, para manter o contato com navios em alto-mar. Mas nessa época o rádio era incapaz de transmitir a fala, e em vez disso enviava mensagens em código Morse, conseguindo assim a comunicação entre os navios e as estações em terra.
O rádio teve seu maior momento de utilização durante a Primeira Guerra Mundial. Ambos os lados usaram o rádio para transmitir mensagens aos soldados e oficiais superiores, bem como as pessoas na frente de batalha.
Após o fim da guerra, com o crescimento dos receptores de rádio, a transmissão começou na Europa e Estados Unidos.
Oficialmente, a transmissão de voz só ocorreu em 1921 e foi introduzida às ondas curtas em 1922.
A primeira transmissão oficial radiofônica do Brasil aconteceu em 1922, no Rio de Janeiro, com o presidente Epitácio Pessoa, em comemoração ao centenário da Independência do Brasil. No ano seguinte foi fundada por Roquette-Pinto a primeira emissora de rádio do país: a Rádio Sociedade do Rio de Janeiro.
Em 1938 o Brasil acompanhou as transmissões dos jogos da Copa do Mundo, sediada na França, e se rendeu ao jornalismo radiofônico que noticiava os temores de guerra na Europa.
Na década de 1940 a audiência era crescente e os programas eram feitos para as massas. O programa que melhor sintetiza essa ascensão é o “Repórter Esso”, que estreou em 1941 e foi o primeiro noticiário que não se resumia a ler as notícias do jornal impresso.
Surgiram as primeiras emissoras em frequência modulada (FM), com qualidade de som melhor que as AM. No início operavam apenas com músicas instrumentais, ideais para salas de espera e ambientes internos.
Não tinham muita audiência do público jovem e isso se modificou apenas a partir de 1976, quando algumas emissoras começaram a dirigir sua programação para este segmento.
Hoje a segmentação da audiência direciona, via de regra, as emissoras de AM à informação e as de FM ao entretenimento. Hoje o sinal mais ouvido no Brasil é o FM e diversas rádios AM retransmitem seu sinal em FM.

Edifício CBI Esplanada, Vale do Anhangabaú, São Paulo, Brasil

Edifício CBI Esplanada, Vale do Anhangabaú, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Foto Postal Colombo N. 51
Fotografia - Cartão Postal

Parque do Anhangabaú a Noite, São Paulo, Brasil

Parque do Anhangabaú a Noite, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Foto Postal Colombo N. 13
Fotografia - Cartão Postal

Rua Dr. Falcão Filho, Anhangabaú, São Paulo, Brasil

Rua Dr. Falcão Filho, Anhangabaú, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Fotografia