domingo, 20 de outubro de 2019

Hospedaria dos Imigrantes, Atual Museu da Imigração do Estado de São Paulo, São Paulo, Brasil


Hospedaria dos Imigrantes, Atual Museu da Imigração do Estado de São Paulo, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Fotografia

Theatro Municipal, São Paulo, Brasil

Theatro Municipal, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Fotografia

RMS Olympic, Nova York, Estados Unidos (RMS Olympic off New York) - Charles Edward Dixon



RMS Olympic, Nova York, Estados Unidos (RMS Olympic off New York) - Charles Edward Dixon
Nova York - Estados Unidos
Coleção privada
OST - 58x92 - 1910



Despite being constantly overshadowed by the memory of her more famous sister Titanic, the Olympic was nevertheless an extremely successful Atlantic liner in her own right. Built for the White Star Line by Harland & Wolff at Belfast, she was launched in October 1910, completed in May 1911, the year before Titanic, and entered service as the largest liner in the world. Registered at 45,324 tons gross, she measured 882 feet in length with a 92 foot beam and had accommodation for 2,021 passengers in three classes. Intended - with Titanic when she was ready - to entice custom away from the record-breaking Cunarders Mauretania and Lusitania with greatly enhanced luxury rather than increased speed, she had hardly begun her career when the loss of the Titanic dealt a crippling blow to White Star's aspirations and seriously undermined the company's financial position. Even before that tragedy however, Olympic's own life had begun inauspiciously when, on 20th September 1911, only three months after completing her maiden voyage, she collided with the cruiser H.M.S. Hawke off Southampton Water leaving both vessels seriously damaged. Olympic was forced to return to Belfast for repairs, a journey she then had to repeat barely a year later when various alterations, including the installation of additional lifeboats, were undertaken in the aftermath of the Titanic disaster.
Back in service in April 1913, the outbreak of the Great War in 1914 disrupted her schedules yet again when she was taken up as a troopship almost immediately. From September 1915, when she was dazzle-painted, her trooping duties were mostly in the Mediterranean where she survived several submarine attacks in the next two years. On 12th May 1918, on her 22nd trooping voyage, she first of all avoided a torpedo salvo and then rammed and sank the German submarine responsible, U103, off the Lizard. After the Armistice and for the first half of 1919, she was employed repatriating Canadian and American troops and, by the time she returned to Belfast for refitting that August, she had safely carried over 200,000 men and earned herself the nickname "Old Reliable".
Refurbished, including conversion to oil-firing, by Harland & Wolff at a cost of £500,000, she resumed her Southampton - New York service in July 1920, turning in her fastest ever crossing of 5 days, 12 hours and 39 minutes in 1921. Following White Star's acquisition of the Majestic [the ex-German liner Bismarck] in 1922, Olympic at last had an effective running mate and for nearly ten years made a significant contribution to White Star's profits as well as the line's reputation. Despite her best efforts, one of the most dramatic effects of the depressed world economy in the 1930s was the merger of White Star with their old rival Cunard in February 1934 but even this event was, to an extent, overtaken by what happened on 16th May the same year when Olympic rammed and sank the Nantucket lightship in thick fog with the loss of all seven lightkeepers' lives. Perhaps it was coincidental given her increasing age but, within a year, Olympic was laid up at Southampton and had been partially dismantled at Jarrow by the end of 1935, with what was left of her hull finally scrapped at Inverkeithing in 1937.
Previous owner of this painting, Mr Dean Winans Mathey Jnr., was son to Dean Mathey (1890-1972) and Gertrude Mathey (nee Winans) (1890-1949). Following his mother's death Mathey's father remarried Helen Behr (nee Monypeny Newsom) (?-1965), widow to Wimbledon and Davis Cup finalist Karl Behr (1885-1949). Famously, Karl accompanied Helen on board Titanic. Following the ships collision with the iceberg, whilst on board their lifeboat, Karl reputedly asked Helen to marry him. They were to marry within a year of the disaster.
Considering the date of this painting to 1910 and the fact that her maiden voyage to New York was not until 1911, this work must be an imagined scene, perhaps commissioned in celebration of Olympic's launch.

Sopa Campbell II (Campbell's Soup II) - Andy Warhol













Sopa Campbell II (Campbell's Soup II) - Andy Warhol
Serigrafia

The complete set of ten screenprints in colors, on smooth wove paper, 1969, each signed in ball-point pen on the reverse and stamp-numbered 114/250 published by Factory Additions, New York.

Each Image: 809 x 477 mm.
Each Sheet: 889 x 584 mm.

Vista da Avenida São João, Palácio dos Correios e Vale do Anhangabaú, São Paulo, Brasil - Werner Haberkorn

Vista da Avenida São João, Palácio dos Correios e Vale do Anhangabaú, São Paulo, Brasil - Werner Haberkorn
São Paulo - SP
Fotografia

Palácio dos Correios, 1922, São Paulo, Brasil


Palácio dos Correios, 1922, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Fotografia

Rua Cardeal Arcoverde, 22/02/1938, São Paulo, Brasil - B. J. Duarte

Rua Cardeal Arcoverde, 22/02/1938, São Paulo, Brasil - B. J. Duarte
São Paulo - SP
Fotografia

Palácio dos Correios, São Paulo, Brasil






Palácio dos Correios, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Fotografia



O Palácio dos Correios é um edifício eclético do Centro Histórico de São Paulo, localizado no Vale do Anhangabaú, no centro de São Paulo. O complexo foi projetado pelo escritório Ramos de Azevedo para abrigar a Agência Central dos Correios e Telégrafos, tendo sido inaugurado em 20 de outubro de 1922. O prédio concentrou as atividades administrativas dos Correios até a década de 1970, quando a instituição se mudou para a Vila Leopoldina.
Em 2012 o imóvel foi tombado pelo Departamento do Patrimônio Histórico (DPH) em um processo que tratou toda a região do Vale do Anhangabaú. Trata-se, portanto, de um dos mais significativos conjuntos da arquitetura do início do século XX em São Paulo. No ano seguinte, o palácio passou a abrigar o Centro Cultural Correios de São Paulo, com exposições e outras manifestações artísticas gratuitas.
Após a Proclamação da República, em 1889, o serviço dos Correios passou por uma expansão de suas atividades. Devido ao aumento na demanda dos Correios, e após uma visita à capital paulista em 1918, o Presidente Venceslau Brás julgou necessária a construção de um novo edifício dos Correios e Telégrafos, que funcionava em um prédio de aluguel, com precárias condições de higiene e de segurança. As instalações existentes até então, no Largo do Colégio, foram criticadas por ele e próximas de serem desativadas. A construção então foi aprovada pela Lei Orçamentária de 1921.
O local escolhido para a construção foi a área dos antigos Hospital Militar e Mercado de São João. Ficaram responsáveis pelo projeto os arquitetos Domiziano Rossi e Felisberto Ranzini, do escritório técnico de Ramos de Azevedo. Em 7 de outubro de 1920, houve uma cerimônia de lançamento da pedra fundamental do novo edifício, que contou com a presença do rei Alberto I da Bélgica e muitos outros cidadãos de alto destaque político e social. A obra em estilo eclético foi inaugurada em 20 de outubro de 1922, como parte das celebrações do centenário da Independência do Brasil.
De julho a novembro de 1950, o edifício do Palácio dos Correios sofreu uma notável reforma interna. Em outubro de 1978 e março de 1979, ocorreram outras reformas internas, tendo sido também realizada na mesma época outra reforma, porém externa, destinada à limpeza do edifício, que então passou a exibir a sua beleza original. Encontram-se no salão de atendimento ao público, três placas que assinalam a inauguração e as outras de suas duas reformas no edifício.
O capitão-mor general, Governador Antonio Manoel de Mello Castro e Mendonça, construtor do Antigo Real Hospital Militar de São Paulo, foi quem constituiu, em 23 de julho de 1978 por um edital, as primeiras linhas oficiais do correio público no território bandeirante.
O imóvel cumpriu sua função original de concentrar as atividades administrativas dos Correios (Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos) até a década de 1970. Depois disso, a instituição mudou-se para outro endereço na Vila Leopoldina. O Palácio dos Correios passou então a abrigar apenas serviços gerais de postagem. Para isso, foi submetido a uma reforma em 1978, que incluiu modificações nas divisões internas, rebaixamento do forro e instalação de elevadores.
Em 1997, os Correios promoveram um concurso nacional de arquitetura, em que os escritórios concorrentes deveriam elaborar propostas de adaptação das instalações do edifício em um centro cultural. Algumas reformas foram feitas no palácio, mas o projeto não chegou a ser implantado em sua totalidade.
A primeira grande restauração do Palácio dos Correios teve início em 2005, como parte de uma iniciativa da Prefeitura para a revitalização do centro de São Paulo. O projeto, orçado em R$ 10 milhões, visava manter as características originais do edifício e previa também a instalação de um centro cultural nos andares superiores. O espaço foi inaugurado em 2013 sob o nome de Centro Cultural Correios São Paulo, com duas salas para exposições, visando atingir um público mais amplo trazendo uma agenda diversificada, com exposições de temas como humanidades, música e artes visuais de forma acessível (gratuita) juntando em um mesmo espaço tanto artistas renomados quanto artistas que ainda estão no começo de suas carreiras, dando-lhes assim a possibilidade de reconhecimento e credibilidade.
Dentre algumas das exposições já recebidas pelo centro cultural desde de sua inauguração estão O Rio de Debret, com 120 aquarelas feitas pelo artista francês Jean-Baptiste Debret (a retratação do período entre Colônia e Império da vida na cidade do Rio de Janeiro), a do artista Elifas Andreato, importante figura do cenário da música popular brasileira e do teatro, com grande preocupação com a preservação de uma identidade cultural brasileira, além de uma forte posição política, contrária ao regime militar, sendo ambas de 2016, e, em 2017, sendo a mais recente, a exposição Sobrevoo do artista multimídia Marcos Amaro, vinte obras de grande e médio porte, formadas pela junção de esculturas, colagens tridimensionais e materiais de resíduos aeronáuticos.
Com 15 mil m² de área construída, o Palácio dos Correios possui características ecléticas predominantes. O edifício conta ainda com linhas neoclássicas e influências renascentistas, que caracterizavam os projetos de edifícios públicos do Escritório Técnico Ramos de Azevedo. Junto com os antigos hotéis Central e Britânia, ele integra um conjunto de construções ecléticas que se estendem do Vale do Anhangabaú até o Largo do Paissandu.
O complexo é composto por um grande prédio principal, com quatro pavimentos e um porão, e um bloco secundário, com apenas três pavimentos. A fachada, por sua vez, é dividida em três partes, o que dá uma continuidade visual ao edifício. Na fachada central, que fica de frente para a Praça Pedro Lessa, as janelas do segundo e do terceiro andar são emolduradas por colunas. Já a lateral voltada para a avenida São João tem janelas estreitas, com tratamento diferenciado nas vergas. No terceiro pavimento, por fim, as janelas são todas com vãos em arco pleno. O conjunto é finalizado por uma cornija e alguns frontões decorados e balaústres. A fachada principal é coroada por um relógio, que é cercado por duas figuras humanas meramente ornamentais.
Com exceção de alguns trechos do pavimento térreo, que foram feitos em granito rugoso, a fachada do Palácio dos Correios é toda revestida de argamassa pigmentada. Já a marquise possui uma estrutura de ferro e cobertura em vidro aramado. Uma curiosidade é que toda a serralheria utilizada no prédio foi feita pelo Liceu de Artes e Ofícios de São Paulo.
No interior da construção, as paredes receberam pintura sobre argamassa lisa, sendo que apenas alguns pilares apresentam duas cores. O piso, por sua vez, foi revestido com granito polido. O forro apresenta placas de gesso rebaixadas, onde estão embutidas algumas luminárias.
O projeto que venceu o concurso promovido pelo próprio Correios em 1997, previa a criação de um grande espaço vazio no centro do palácio. Para isso, foi feita uma reforma que unia dois espaços menores. O resultado foi uma articulação maior entre as diferentes áreas do edifício e a criação de uma geometria mais definida, que se configura em torno desse vazio.
Com o enfoque em uma característica de abrigo cultural e de expandir seu público, a restauração que teve início em 2005 trouxe o projeto do Centro Cultural Correios São Paulo, que não afetaria sua estrutura primaria, mas sim preservaria a estrutura original e adaptaria seus andares superiores para o projeto, que tinha previsão para o ano de 2013, cujo objetivo foi alcançado. As novas instalações incluíam a Agência Central de São Paulo, a Agência Filatélica D. Pedro II e o Centro Cultural Correios. O espaço que fora destinado ao Centro conta com uma área de 1280m².
Logo após a sua inauguração, o palácio tornou-se um ponto marcante na paisagem da capital, o que fez com que seu endereço, a Praça Pedro Lessa, ficasse mais conhecida como "Praça do Correio".
A construção do edifício fez parte de um processo de urbanização do Vale do Anhangabaú na década de 1920. Nessa época, o trecho inicial da avenida São João foi alargado e outros edifícios ecléticos foram construídos. No entanto, foi o Palácio dos Correios que consolidou o nome da via. Junto com o Theatro Municipal, Edifício Martinelli e o Viaduto do Chá, ele faz parte de um importante conjunto arquitetônico do centro de São Paulo.
Em 2012, o Departamento do Patrimônio Histórico (DPH) realizou um inventário na área central de São Paulo. Nessa ocasião, a resolução 37/92 do Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico (Conpresp) tombou a região do Vale do Anhangabaú, do qual o Palácio dos Correios faz parte. O relatório sobre o edifício foi feito em 19 de dezembro daquele ano.
Nota do blog: Data e autoria das imagens não obtidas.

sábado, 19 de outubro de 2019

Volkswagen Gol XT, Kit de Transformação Marca Polyglass, Brasil


Volkswagen Gol XT, Kit de Transformação Marca Polyglass, Brasil
Brasil

Nos anos 80 eram comum criarem kits para personalizar os carros, tendo em vista o pequeno número de opções existentes na época.  Esse era um deles, fabricado pela Polyglass.

Filosofia de Internet - Humor


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Nota do blog: Somos eternos 5º Séries...