domingo, 23 de agosto de 2020

Cuiabá, Mato Grosso, Brasil


Cuiabá, Mato Grosso, Brasil
Cuiabá - MT
Fotografia - Cartão Postal

Ponte Sobre o Lago na Praça da República, 1910, São Paulo, Brasil - Vincenzo Pastore


Ponte Sobre o Lago na Praça da República, 1910, São Paulo, Brasil - Vincenzo Pastore
São Paulo - SP
Acervo IMS
Fotografia

Basílica do Senhor do Bonfim, Salvador, Bahia, Brasil


Basílica do Senhor do Bonfim, Salvador, Bahia, Brasil
Salvador -BA
Edicard
Fotografia - Cartão Postal

Vista Parcial, Mariana, Minas Gerais, Brasil


Vista Parcial, Mariana, Minas Gerais, Brasil
Mariana - MG
Fotografia - Cartão Postal

Governador Abreu Sodré, Prefeito Faria Lima e a Rainha Elizabeth II, Edifício Itália, São Paulo, Brasil



Governador Abreu Sodré, Prefeito Faria Lima e a Rainha Elizabeth II, Edifício Itália, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Fotografia

Vale do Anhangabaú, São Paulo, Brasil


Vale do Anhangabaú, São Paulo, Brasil 
São Paulo - SP
Fotografia

Estação de Tratamento de Águas, Araraquara, São Paulo, Brasil



Estação de Tratamento de Águas, Araraquara, São Paulo, Brasil
Araraquara - SP
Foto Postal Colombo N. 22
Fotografia - Cartão Postal

Foi inaugurada em 1948, juntamente com o chafariz que originou o nome "Fonte Luminosa". 
Nota do blog: Data não obtida.

Geely EC7 1.8 GS, China










Geely EC7 1.8 GS, China
Fotografia

Se depender do design, o mais novo modelo chinês do mercado, que chega este mês às lojas, poderá ter carreira promissora no Brasil. O Geely EC7, mostrado nesta página, não é ousado com um Hyundai Elantra, por exemplo. Pelo contrário, tem estilo clássico. Mas por onde passa ele consegue magnetizar olhares. No dia em que levamos o EC7 para a pista de testes, fomos fotografados três vezes por motoristas com celulares em punho. O sedã chama atenção pelos detalhes cromados, na grade dianteira e nas maçanetas, pelo vinco ascendente na lateral e pela traseira que lembra a do Mercedes Classe S da geração anterior.
Mas o sucesso de um sedã não se mede só pelo design. A fábrica definiu o preço do Geely EC7 em 49 900 reais, o que o encaixa perfeitamente na faixa de carros como Chevrolet Cobalt e Nissan Versa, sedãs de porte médio com preços e acabamento de compactos. Apesar de oferecer um visual externo bacana, o desenho interno não é tão atraente. O plástico predomina na cabine e o revestimento dos bancos, que imita couro, parece curvim. Mas há detalhes interessantes, como o acabamento preto brilhante no console e o tecido nas laterais das portas. Na soleira o EC7 tem o nome Emgrand, que é a marca que identifica os automóveis de luxo da Geely. Para tentar passar por um modelo luxuoso, no entanto, falta refinamento.
O Geely chega em única versão 1.8 GS já com ar­-condicionado, rodas de alumínio, sensor de ré e central multimídia, entre outros recursos. Na segurança, além dos obrigatórios ABS e duplo airbag, traz itens ainda raros em nosso mercado, como cintos de segurança de três pontos para todos os ocupantes e sistema Isofix de fixação de cadeirinhas. O EC7 vendido no Brasil, que é produzido no Uruguai desde 2012, não passou por testes de colisão feitos por institutos locais. Mas na avaliação do europeu Euro NCAP, em 2011, ele se saiu bem, conseguindo quatro estrelas como pontuação final. Porém não pense que ele já compartilha a tecnologia da Volvo, que pertence à Geely: o sedã nasceu antes de a marca chinesa comprar a sueca.
O espaço é próprio de sedã médio, com conforto para todos, inclusive os três ocupantes de trás. O destaque é o porta­-malas, com 670 litros de capacidade (ampliável com o rebatimento do banco traseiro bipartido). Pena que a posição de dirigir é ruim. O volante é ligeiramente desalinhado para o centro e fica distante do motorista – uma vez ajustado o banco, uma pessoa que tenha cerca de 1,75 metro fica com o braços esticados. O volante conta com regulagem em altura, mas sem ajuste em profundidade, o que resolveria o problema da distância.
Segundo a Geely, o EC7 passou por várias mudanças para rodar no Brasil. Além das alterações para usar a gasolina brasileira, a central eletrônica foi recalibrada para dar mais vigor ao motor. O 1.8 16V tem comando de válvulas variável e entrega 130 cv a 6100 rpm e 17,2 mkgf a 4400 rpm. O fato de não ser flex pesa contra um modelo que se apoia no custo-benefício, mas o EC7 se defendeu bem nos testes, com aceleração de 0 a 100 km/h em 11,7 segundos e médias de consumo de 10,4, km/l na cidade e 15,2 na estrada. No dia a dia, o desempenho é satisfatório, com a ajuda do câmbio de cinco marchas bem escalonado. Na frenagem, a 80 km/h precisou de 27 metros até parar, menos que Cobalt (28,9) e Versa (32).
A fábrica diz que dedicou atenção especial ao isolamento acústico, colocando uma manta sob o painel e reforços nas guarnições das portas, mas o nível de ruído interno continua elevado, passando dos 70 dB(A) em algumas situações, como mostram nossas medições. Não foram feitos ajustes na suspensão porque, segundo a engenharia, o conjunto é suficientemente robusto para nossas condições de uso. De fato, embora um pouco solta nos movimentos laterais, a suspensão parece que dá conta do recado. Já a direção é leve demais e imprecisa, característica reconhecida pela fábrica.
Com três anos de garantia, o EC7 começa a ser comercializado em 15 concessionárias plenas (ponto de venda e oficina) em oito estados do país (Goiás, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul, Rio Grande do Norte, Rio de Janeiro, Santa Catarina e São Paulo) e, para assegurar qualidade no atendimento, montou uma loja padrão em Itu (SP), onde dará treinamento à rede. Afinal, não basta apenas fazer um carro bonito.
O EC7 é bonito e espaçoso, mas a direção é imprecisa e a posição de dirigir se mostrou ruim. Para fazer frente aos modelos de marcas com mais tradição no mercado, ele precisa ter preço mais atraente.
Nota do blog: Cópia descarada dos Mercedes...


sábado, 22 de agosto de 2020

Yamaha RD 500, Japão


Yamaha RD 500, Japão
Fotografia



Praticamente todo mundo que se liga em motos já ouviu falar na lendária Yamaha RD 350, apelidada carinhosamente de “Viúva Negra”. Ela reinou no Brasil desde a primeira versão, lançada em 1973, até a última em 1995. O mesmo aconteceu com a sua sucessora noutros países, a Yamaha RD 400, fabricada de 1976 a 1979.
Entretanto, poucos conhecem ou já ouviram falar da irmã mais velha e poderosa da linha RD, a YAMAHA RD 500LC, moto fabricada entre 1984 e 1986 que, devido ao pequeno número de exemplares saídos da linha de montagem, virou febre entre os colecionadores de motocicleta do mundo todo.
Tratava-se de uma moto espetacular, mas que surgiu numa época em que as rígidas leis de controle de emissão de poluentes já se impunham mundialmente, decretando de forma irreversível a morte dos fumacentos motores 2T. Por esse motivo foi comercializada oficialmente apenas em alguns países.
Os únicos mercados que a aceitaram foram o Canadá, Austrália, Áustria, Dinamarca, Finlândia, Alemanha, Japão, Noruega, Suécia e Reino Unido, enquanto o principal mercado mundial de motocicletas, os EUA, não permitiu sua comercialização. Com isso o projeto perdeu força e sua produção foi descontinuada. Poucas unidades chegaram ao Brasil, trazidas por importadores independentes.
Dotada de um forte motor dois tempos (2T) com 4 cilindros em “V” de alta performance, era uma moto de apenas 500 cc e 85 HP, que chegava facilmente aos 240 km/h com sua motorização original de fábrica. Com o motor preparado, quando se obtinha até 110 hp na roda, beirava os 290/300 km/h, proeza difícil para motos com motores 4T de mesma cilindrada até nos dias de hoje. Por conta das leis japonesas, a versão exclusiva para aquele país foi limitada em 64 hp.

Parque do Anhangabaú, 1940, São Paulo, Brasil – Sebastião A. Ferreira



Parque do Anhangabaú, 1940, São Paulo, Brasil – Sebastião A. Ferreira
São Paulo - SP
Fotografia


Nota do blog: Destaque para o Viaduto do Chá, a esquerda o Edifício Alexandre Mackenzie da Light e o Hotel Esplanada na Praça Ramos de Azevedo.
Ao fundo a silhueta do Prédio da antiga Delegacia Fiscal.