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domingo, 30 de agosto de 2020
Monumento a Carlos Gomes, Esplanada do Theatro Municipal, São Paulo, Brasil
Monumento a Carlos Gomes, Esplanada do Theatro Municipal, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Fotografia
O conjunto de esculturas elaborado pelo arquiteto italiano Luigi Brizzolara em 1922 foi uma homenagem da comunidade italiana ao centenário da Independência do Brasil. Inspirado na fonte dos desejos de Roma, Brizzolara aproveitou a fonte existente desde a inauguração do Theatro Municipal em 1911 e deu-lhe a configuração atual. No conjunto completo constam 12 esculturas de mármore, granito e bronze e representam a música e a poesia — além de alguns personagens das óperas mais conhecidas do campineiro Antônio Carlos Gomes (1836-1896).
As 5 esculturas abaixo representam: Antônio Carlos Gomes (1), Condor (2), O Guarani (3), Salvador Rosa (4) e Schiavo (5). A imagem (6) de 1945, mostra a fonte em primeiro plano e ao fundo, os edifícios Alexandre Mackenzie e João Brícola. A seguir, no cartão postal (7) circulado em 1925, o conjunto escultórico ‘Monumento a Carlos Gomes’. As fotos 1 a 6, são de autoria de Sebastião de Assis Ferreira e foram registradas em 1946.
Vista do Principal Bloco do Conjunto Habitacional Getúlio Vargas / "Minhocão de Guadalupe", 1971, Rio de Janeiro, Brasil
Vista do Principal Bloco do Conjunto Habitacional Getúlio Vargas / "Minhocão de Guadalupe", 1971, Rio de Janeiro, Brasil
Rio de Janeiro - RJ
Fotografia
Vista do principal bloco do Conjunto Habitacional Getúlio
Vargas, conhecido como Minhocão de Guadalupe.
Foi construído pela Fundação Casa Popular durante o
segundo Governo Vargas (1951-1954) que construía casas e conjuntos populares
para famílias de baixa renda.
Até hoje esse bloco vigora como um dos prédios de maior
largura do mundo.
Na foto de 1971 já apresentava características de “favelização”
e falta de conservação, inclusive do entorno. Imaginem se a situação do empreendimento atualmente (fotos abaixo) está diferente?
A não observância de regras de convivência e conservação,
combinadas com a falta de fiscalização por parte do poder público, levam a esse
cenário, desvalorizando e “favelizando” o empreendimento. Enquanto não
aprendermos isso ou tolerarmos tais comportamentos devido os moradores serem “pobres”,
tal situação perdurará. Precisa haver fiscalização, não basta construir a moradia e esquecer.
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