segunda-feira, 12 de abril de 2021

Praça da Sé, 12/10/1959, São Paulo, Brasil



 

Praça da Sé, 12/10/1959, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Fotografia


O lançamento do "Edifício Wilson Mendes Caldeira" no dia 16/05/1961 foi anunciado como: “O maior negócio do Brasil no centro de São Paulo" e “Ponto de encontro de mais de cem bairros, no ponto chave da zona bancária e judiciária de São Paulo”, destacava a propaganda. Menos de 15 anos depois, o "maior negócio do Brasil" ocupava as manchetes dos jornais no dia da implosão (em 16/11/1975) que demoliu a área da futura "Estação Sé do Metrô de São Paulo". As obras estavam atrasadas. Tecnicamente, sabemos das condições de se utilizar simultaneamente os métodos "shield" e de abertura de valas, preservando-se a maior parte dos imóveis existentes nas duas praças. Optou-se pela demolição inteira do quarteirão onde estava também o "Palacete Santa Helena", o prédio sede da "R. Monteiro" e o próprio Mendes Caldeira. Durante semanas, 360 quilos do explosivo tritonita foram colocados em 972 orifícios nos pilares do edifício com seus 30 andares e 364 escritórios. Em poucos segundos, restaram 20 toneladas de entulho. A técnica pioneira da implosão esteve sob a responsabilidade do engenheiro paulista Hugo Takahashi, falecido em 1990 em um acidente automobilístico na cidade mineira de Uberlândia. Ao fundo, a Praça Clóvis Bevilácqua; à extrema direita, o Palacete Santa Helena. De autoria de Takashi Hiratsuka, as cenas registradas em 12/10/1959 tem o valor histórico de mostrar o efêmero Mendes Caldeira (erguido entre 1958-1961) em fase de construção.
Nota do blog: Data 12/10/1959 / Crédito para Takashi Hiratsuka.

Praça da Sé, 23/10/1959, São Paulo, Brasil


 

Praça da Sé, 23/10/1959, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Fotografia

Rua General Carneiro com Rua 25 de Março, 10/04/1935, São Paulo, Brasil


 

Rua General Carneiro com Rua 25 de Março, 10/04/1935, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Fotografia

Rodovia dos Bandeirantes, São Paulo, Brasil


 

Rodovia dos Bandeirantes, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Fotografia

Nota do blog: Rodovia dos Bandeirantes na chegada à Marginal Tietê. Ao fundo, o ponto mais alto da cidade, o Pico do Jaraguá.

Vista do Solar da Beira, Onde Hoje se Encontram as Tensoestruturas do Complexo do Mercado de Ver o Peso, Década de 1910, Belém, Pará, Brasil


 

Vista do Solar da Beira, Onde Hoje se Encontram as Tensoestruturas do Complexo do Mercado de Ver o Peso, Década de 1910, Belém, Pará, Brasil
Belém - PA
Fotografia


Propaganda "Mais do que um Carro, o Opala Gran Luxo é um Privilégio", Chevrolet Opala Gran Luxo, Chevrolet, Brasil


 

Propaganda "Mais do que um Carro, o Opala Gran Luxo é um Privilégio", Chevrolet Opala Gran Luxo, Chevrolet, Brasil
Propaganda

Avenida Ipiranga, São Paulo, Brasil


 

Avenida Ipiranga, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Foto Postal Colombo N. 17
Fotografia - Cartão Postal

Rua de Salvador, Após Bombardeio Pelo Governo Federal Durante a Política das Salvações, 1912, Salvador, Bahia, Brasil


 

Rua de Salvador, Após Bombardeio Pelo Governo Federal Durante a Política das Salvações, 1912, Salvador, Bahia, Brasil
Salvador - BA
Fotografia

Nome dado à participação de militares nas intervenções federais nos estados concentradas nas sucessões governamentais ocorridas entre 1911 e 1912, com o objetivo de renovar a política brasileira dominada por setores oligárquicos. A política das salvações foi também chamada de “comitê das salvações” (por Costa Porto), “movimento salvacionista” (por Frank McCann) ou simplesmente “salvações” (por Edgar Carone e Cláudia Viscardi). As ações salvacionistas foram implementadas em sua maioria por oficiais do Exército, seja por meio do confronto político direto, ao se apresentarem como candidatos oficiais, seja por meio indireto, ao apoiarem um candidato de oposição ao setor oligárquico dominante.
As derrubadas oligárquicas que caracterizam as salvações coincidiram com a eleição do marechal Hermes da Fonseca para a presidência da República (1910-1914) e com a presença de várias pessoas de sua família em cargos políticos. Tal fato faz crer que as salvações foram conduzidas pelo Catete. Segundo Maria do Carmo Campelo de Sousa, “apoiava o governo as aspirações de todas as reduzidas oposições estaduais, até então sem qualquer importância na política federal, desde que escolhessem elementos – militares de preferência – bem vistos pelo Catete”. Frank McCann concorda ao afirmar que, nas eleições estaduais ocorridas entre 1911 e 1912, Hermes da Fonseca teria apoiado candidatos de oposição em Sergipe, Pernambuco, Alagoas, Pará, Piauí, Bahia, Rio Grande do Norte e Ceará, “com a condição de que escolhessem os candidatos, em sua maioria, oficiais militares, que ele aprovasse”. Porém em alguns casos as candidaturas dos oficiais do Exército se deram à revelia do Catete e colocaram o marechal-presidente em situações complicadas, como ocorreu em Pernambuco em 1911 com a candidatura do seu ministro da Guerra, Emídio Dantas Barreto, contra Rosa e Silva, líder político de grande influência que havia apoiado Hermes durante a Campanha Civilista.
Entre os estados mais atingidos pela política das salvações estiveram Pernambuco, Bahia, Ceará e Alagoas. Nas disputas políticas ocorreram conflitos envolvendo soldados do Exército, forças policiais, capangas e populares. Durante as eleições governamentais, Pernambuco se transformou em praça de guerra. Ao analisar as ações ocorridas entre novembro e dezembro de 1911 nas ruas do Recife, Edgar Carone registra que foram elas estimuladas pelo apoio ou participação das forças do Exército, mas ressalta a participação popular como fundamental para a deposição das oligarquias. O mesmo historiador também reconhece que os maiores beneficiários dos conflitos ocorridos nas ruas das capitais brasileiras foram os grupos de oposição à oligarquia dominante.
Conflitos envolvendo a população, jagunços e forças militares também ocorreram na Bahia. Em janeiro de 1912, o bombardeio de Salvador sob a ordem do coronel Sotero de Meneses e com o aval de Dantas Barreto desencadeou uma crise no governo Hermes. Os disparos contra a capital baiana tiveram como objetivo intimidar os opositores da candidatura de J. J. Seabra ao governo estadual e enfraquecer a liderança de José Marcelino. Apesar da repercussão política do bombardeio de Salvador, um dos casos mais dramáticos das salvações foi, também em 1912, o conflito entre populares, Exército e força policial nas ruas de Fortaleza, em torno da deposição de Nogueira Acióli, tendo como protagonista o coronel Franco Rabelo.
No cômputo das salvações registrou-se, além das vitórias citadas em Pernambuco e no Ceará, a derrubada da oligarquia Malta em Alagoas, tendo à frente o coronel Clodoaldo da Fonseca. Na Paraíba, Rio Grande do Sul e Piauí, nomes de oficiais militares em oposição a situações locais foram anunciados, mas não vingaram. Contra a oligarquia Machado, na Paraíba, foram anunciadas candidaturas de oficiais do Exército. O primeiro, coronel Rego Barros, foi dissuadido do intento após intervenção direta de Hermes da Fonseca e do ministro da Fazenda Rivadávia Correia. Abílio de Noronha, coronel cotado por Dantas Barreto para substituir Rego Barros, foi transferido para o Mato Grosso, minando, portanto, uma candidatura militar. No Piauí o coronel Cariolano de Carvalho chegou a disputar as eleições em oposição a Miguel Rosa. Os dois candidatos se declararam vitoriosos, daí resultando uma duplicata da Assembleia. A interferência do presidente da República garantiu a vitória da situação.
Como pode ser observado, a maioria das salvações concentrou-se na região Norte e Nordeste do país. Isso ocorreu, segundo Henry Hunt Keith, em função de as políticas personalistas serem ali mais fortes que nos estados do Centro Sul. Registre-se, no entanto, a tentativa de intervenção militar, com apoio do senador Pinheiro Machado, na sucessão governamental de São Paulo no final de 1911. De maior gravidade foi a tentativa de candidatura do ministro da Guerra, general Adolfo da Fontoura Mena Barreto, a governador do Rio Grande do Sul, contra Borges de Madeiros. O objetivo era reduzir a influência de Pinheiro Machado na política nacional. Novamente a atuação do presidente militar foi fundamental para garantir o status quo a favor da situação. Diante da intervenção do Catete, Mena Barreto não saiu candidato e ainda demitiu-se da pasta da Guerra, que foi ocupada, a partir de março de 1912, pelo general Vespasiano Gonçalves de Albuquerque e Silva, terceiro oficial a assumir o ministério em pouco mais de um ano do governo Hermes.
Na busca de uma explicação para as salvações terem vingado mais no Norte e Nordeste que no Centro-Sul do país, Robert A. Hayes destaca o papel desempenhado pelas forças policiais dos estados como fundamental no enfrentamento das investidas promovidas pelos oficiais do Exército nas derrubadas políticas. Sem descartar essa possibilidade, Henry Hunt Keith acredita que “a coesão mais íntima e maior unidade de organização política existente nesses estados teria sido provavelmente tão apreciável para dissuadir a intervenção federal quanto suas forças militares”, posicionamento esse também defendido por Cláudia Viscardi.
Além de revelar as fissuras do jogo político da Primeira República, o que a política das salvações evidencia em primeiro plano é a emergência do Exército como força política dez anos depois da ação decisiva que a corporação teve na proclamação da República e do golpe sofrido com a “política dos estados” consolidada por Campos Sales. Isso não significa dizer que o Exército tenha se transformado em partido político durante a Primeira República, mas não se pode deixar de reconhecer que retornou ao cenário político após a Campanha Civilista.
Vicardi destaca que tal emergência política do Exército deve ser vista sob o manto das alianças construídas pela oficialidade com oligarquias emergentes. Tal associação sugere que, sozinha, nenhuma das facções conseguiria fazer frente à política oligárquica imperante. Em Pernambuco, por exemplo, registra-se a união dos partidários de José Mariano, barão de Lucena e Martins Junior em torno da candidatura do general Dantas, contra Rosa e Silva. No Ceará, o coronel Franco Rabelo beneficiou-se do descontentamento da classe média urbana com o domínio do clã Acióli, tendo à frente João Brígido, proprietário do jornal O Unitário.
Apesar da agitação promovida pelas ações salvacionistas, não é possível afirmar que houve por parte dos protagonistas uma prática política totalmente moralizada, haja vista terem os oficiais do Exército recorrido a expedientes não legais e até mesmo violentos e fraudulentos para garantir a vitória de seus candidatos sobre a facção dominante. Como exemplo, vale citar o uso do Exército nas ruas, promovendo ações violentas contra civis, destruição de casas e ameaça de vida, além da contratação de jagunços para sustentar, pela força, a vitória do candidato salvacionista. Situações como essas podem ser verificadas em quase todas as capitais em que os “salvadores” agiram.
Além de não terem sido revolucionárias, as salvações também não podem ser vistas como ações duradouras. Elas não eliminaram as oligarquias, no máximo promoveram um revezamento dos clãs, tal como destaca Viscardi ao concluir: “Na maior parte das intervenções, o que se conseguiu foi substituir as antigas oligarquias por outras, que não estariam necessariamente sob o controle da corporação militar, no processo sucessório que se anunciava.”
Apesar disso, as salvações deixaram marcas profundas na política, ao revelar: a) a participação efetiva de vários setores do Exército na política nacional, com destaque a liderança dos generais Dantas Barreto e Mena Barreto; b) um momento de reavaliação crítica dos rumos do regime republicano; c) o descontentamento de setores da população brasileira com o domínio de tipo personalista, predominante na “política dos governadores”; d) a emergência do debate sobre a participação do militar na política brasileira – debate este efetuado dentro e fora da corporação e que aparentemente contribuiu para traçar os rumos do projeto de modernização do Exército brasileiro, tal como defendido pelos “jovens turcos” em torno da publicação da revista A Defesa Nacional, lançada em outubro de 1913, portanto, no calor das salvações, e, por fim e) um momento importante da constituição da cultura política no Brasil, tendo em vista a participação do povo nas lutas políticas travadas no Norte e Nordeste do país contra o domínio oligárquico.

Palácio Rio Branco, antiga Sede do Governo da Bahia, Após Bombardeio pelo Governo Federal Durante a Política das Salvações, 1912, Salvador, Bahia, Brasil


 

Palácio Rio Branco, antiga Sede do Governo da Bahia, Após Bombardeio pelo Governo Federal Durante a Política das Salvações, 1912, Salvador, Bahia, Brasil
Salvador - BA
Fotografia


Política das Salvações ou Salvações Iniciais foi implantada por Hermes da Fonseca, originalmente contra a "campanha civilista". Consistia em promover intervenções militares. Começaria em São Paulo, o que não se conseguiu realizar, para enfraquecer os cafeicultores. Com o fracasso em São Paulo, o general Dantas Barreto assumiu o governo de Pernambuco. Esses golpes repetiram-se no Ceará e Alagoas. O governo acreditava que, dessa forma, moralizaria o país.
A Marinha de Guerra Brasileira foi utilizada pelo Governo Federal. Tanto o navio de guerra Minas Gerais quanto o São Paulo participaram no bombardeio de Salvador (1912), no contexto da chamada Política das Salvações.
O governo colocava interventores militares ou civis apoiados pelo Exército em substituição às oligarquias dominantes. Mas o sucesso das intervenções abalou as bases governistas, acabando por enfraquecer Hermes da Fonseca. A "política das salvações" apenas substituía o poder de velhas oligarquias por outras, e o projeto original de "moralizar os costumes políticos e reduzir as desigualdades sociais" não se realizou.
Ainda, a política não funcionou em algumas regiões por resistência da população. O caso mais famoso ocorreu no Ceará, onde o padre Cícero Romão Batista, interessado em fazer alianças com fazendeiros poderosos, impediu as ações, colocando o povo contra o governo.

O Que é o Bule de Russell, o Argumento Mais Usado nas Discussões Entre Ateus e Religiosos - Artigo

 



O Que é o Bule de Russell, o Argumento Mais Usado nas Discussões Entre Ateus e Religiosos - Artigo
Artigo


Você toma o seu chá tranquilamente, quando um amigo aparece e diz: "Sabia que no espaço há um bule que gira em torno do Sol?"
O que você faria?
Provavelmente, sua reação imediata seria pedir-lhe provas. Onde está o tal bule?
Mas seu amigo lhe diz que não pode mostrá-lo porque ele é tão pequeno que nem o telescópio mais poderoso do mundo consegue detectá-lo.
Embora a ideia pareça uma loucura, você acaba aceitando a situação, porque não há como demonstrar que não existe, de fato, um bule viajando pelo espaço.
Seu amigo também não tem provas, mas está convencido de que a teoria é real.
Se os dois estão no mesmo barco, a quem recai a responsabilidade de apresentar evidências sobre a veracidade ou inveracidade do bule?
Aparentemente boba, essa discussão é a base de muitos dos mais acalorados debates entre ateus e fiéis.
A analogia descrita acima é conhecida como "Bule de Chá de Russell", porque foi exposta pela primeira vez pelo filósofo e matemático britânico Bertrand Russell em 1952, em um artigo intitulado "Is there God?" ("Deus existe?").
O biólogo evolucionista Richard Dawkins, por exemplo, uma das figuras mais reconhecidas do ateísmo contemporâneo, refere-se ao bule de chá em várias entrevistas e eventos dos quais participa pelo mundo.
Mas o que Russell estava buscando com seu exemplo do bule de chá e que papel essa ideia desempenha nas discussões sobre a existência de Deus?
Em sua analogia, Russell reconhece que a ideia do bule espacial é absurda, mas em seguida propõe um cenário com o qual chega ao ponto que lhe interessa.
"Se a existência do bule fosse afirmada em livros antigos, ensinada como a verdade sagrada todos os domingos e incutida nas mentes das crianças nas escolas, duvidar de sua existência seria visto como uma excentricidade, e o cético mereceria a atenção de um psiquiatra... Ou de um inquisidor", escreveu Russell.
Russell, que era ateu, queria mostrar que o fato de muitas pessoas acreditarem em Deus não significava, segundo ele, que tal força realmente existisse.
Ou, em outras palavras, embora seja impossível provar que algo não exista, isso não pode ser tomado como prova de que essa coisa de fato existe.
Seguindo a analogia de Russell, muitos ateus concluem sua argumentação afirmando que quem deve apresentar as evidências são aqueles que acreditam na existência de Deus.
Até agora, dizem, não há provas de que tal ser sagrado seja real, então não veem razão para acreditar nele.
"As alegações que não podem ser provadas, as afirmações imunes à réplica, são realmente inúteis. Não importa o valor que elas possam ter para nos inspirar", escreveu o famoso cosmólogo Carl Sagan em seu livro "O mundo assombrado pelos demônios", no qual, a exemplo de Russell, brincou com a ideia de que em sua garagem havia um dragão invisível.
Os fieis, por outro lado, não sentem que o argumento do bule espacial os force a buscar mais provas da existência de Deus.
"O bule de Russell é pura fantasia", disse o sacerdote, teólogo e doutor em filosofia Gerardo Remolina, ex-diretor da Universidade Javeriana, na Colômbia, durante um debate com Richard Dawkins, em 2017.
"A comparação da realidade de Deus é completamente diferente; [como prova] de Deus estamos vendo a natureza, nossa vida", disse.
Outros, como o filósofo Alvin Plantinga, professor da Universidade de Notre Dame, nos Estados Unidos, dizem que o argumento do bule não se sustenta porque parte de uma premissa errada.
Russell afirma que não há como provar que o bule não exista, mas, segundo Plantinga, "temos muitas evidências contra o bulismo", isto é, vestígios indicando que o bule não está no espaço, disse em uma entrevista ao jornal The New York Times em 2014.
Se um bule realmente tivesse sido enviado ao espaço, continuou o professor, teria sido uma história sobre a qual todos nós já teríamos ouvido falar.
Portanto, em sua opinião, o mesmo raciocínio pode ser aplicado à existência de Deus: se Russell acreditava que Deus não era real, ele deveria ter apresentado provas para apoiar sua teoria.
Nas palavras de Plantinga: "Se, como Russell diz, o teísmo é como o bulismo, para justificar-se, o ateu deveria ter uma evidência poderosa contra o teísmo".
Em suma, de acordo com o professor, cabe ao ateu provar que Deus não existe.
Como se pode perceber, a discussão está longe de ser resolvida e pode ser estendida a muitos de nossos dilemas existenciais.
Nota do blog: Resumindo, cada um com suas crenças...