terça-feira, 18 de maio de 2021

Yamaha TX500, Japão

 












Yamaha TX500, Japão
Fotografia


No começo dos anos 1970 a Yamaha estava numa encruzilhada: a popularidade dos modelos com motores de 4 tempos crescia, especialmente no segmento de alta performance, mas a fabricante apostava nos motores de 2 tempos desde a fundação em 1955.
As normas de emissões também restringiriam o mercado dos motores que queimavam gasolina com óleo e a direção da Yamaha sabia que não poderia se fiar nessa tecnologia para sempre. Era preciso traçar uma nova estratégia, que poderia ser de substituição completa da linha ou ao menos parcial para iniciar uma transição.
Esta segunda alternativa foi a escolhida, e a Yamaha decidiu que os futuros modelos acima da RD 350 teriam motores de 4 tempos – com 2 cilindros como na RD e nas tradicionais inglesas. A família TX começou com as 650 e 750 e depois se expandiu no segmento médio com a 500, mais inovadora das três.
Era também a menos “comportada”, tinha comando duplo no cabeçote e 4 válvulas por cilindro que a faziam gostar mais de altas rotações. A tecnologia já vista nas pistas ainda era rara nas ruas, até nos modelos de 750cc.
Assim a TX 500 rendia até 48 cv, quase os 53 cv do modelo 650, e se aproximava de 180 km/h. Um segundo eixo balanceiro reduzia as vibrações e esteticamente ela se diferenciava do restante da família pelos abafadores do escapamento inclinados para cima, e não na horizontal.
A missão da TX 500, no entanto, era quase impossível. Custava 60% mais que a leve e nervosa RD 350 e até tinha o mérito de entregar performance equivalente à da Honda CB 500 Four, mas seu preço estava muito próximo ao da desejada 4 cilindros. A TX não chegava a ser 10% mais barata.
Em 1976 a TX 500 passou por uma grande reformulação, que incluiu novas rodas de liga leve, tanque resenhado e rabeta envolvente ao redor da lanterna traseira. Já a 650 havia mudado para segmento cruiser e a 750 evoluiu para a 3 cilindros XS.
Naquele momento o inevitável caminho seguido também pelas outras fabricantes foi a adoção de mais cilindros e capacidade cúbica para competir com o sucesso retumbante da Honda CB 750 e de suas derivações de menor cilindrada.
Por isso, somente no final da década a Yamaha lançou a XS 1100 com motor de 4 cilindros em linha que desenvolvia 95 cv de potência. A TX 500 saiu de linha e foi substituída pela XJ 650, também com 4 cilindros, que alcançava 71 cv.
Nota do blog: Data e autoria não obtidas.

Mercado São Sebastião, 1939, Fortaleza, Ceará, Brasil




Mercado São Sebastião, 1939, Fortaleza, Ceará, Brasil
Fortaleza - CE
Fotografia


No dia 18 de abril de 1897 foi inaugurado, na antiga Praça Carolina, o Mercado de ferro destinado à venda de carne fresca - no local onde hoje estão o Palácio do Comércio, a Praça Valdemar Falcão e o Banco do Brasil.
O dinheiro para a compra da ferragem foi levantado através de bilhetes de crédito conhecidos popularmente como "borós". Era a administração do intendente Guilherme César da Rocha.
O contratante para montagem do mercado foi Álvaro Teixeira de Sousa Mendes. Na época do mercado de ferro, a praça chamava-se José de Alencar.
Em 1937 o mercado começou a ser demolido / desmontado, sendo logo em seguida uma metade montado na Aldeota, que hoje é o Mercado dos Pinhões, e a outra metade na Praça Paula Pessoa (popularmente chamada de Praça São Sebastião), que é o que ilustra a foto que vemos.
A referida praça localiza-se em quadrilátero entre a Rua Meton de Alencar, Rua Teresa Cristina, Rua Clarindo de Queiroz e Rua Padre Ibiapina, sendo cortada ao meio pela Rua Padre Mororó.
Nota do blog: Autoria não obtida.

Cartaz / Propaganda "Feira Nacional de Indústrias", 07/07/1940, Parque Antarctica, São Paulo, Brasil


 

Cartaz / Propaganda "Feira Nacional de Indústrias", 07/07/1940, Parque Antarctica, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Cartaz / Poster

Ingressos da Copa do Mundo de 1930, Estádio Centenário, Montevidéu, Uruguai

 


Ingressos da Copa do Mundo de 1930, Estádio Centenário, Montevidéu, Uruguai
Montevidéu - Uruguai
Fotografia


São todos do Estádio Centenário. O Estádio Centenário foi construído para a Copa, sendo que devido a atrasos nas obras, os primeiros jogos foram realizados nos Estádios de Pocitos e Parque Central.⁣⁣
⁣⁣Até o presente momento, não existem registros de ingressos para os jogos nos dois estádios citados acima, apenas ingressos dos jogos realizados no Estádio Centenário.⁣⁣
⁣⁣Os ingressos acima são referentes às seguintes partidas:⁣⁣
⁣⁣Série 1: Uruguai x Peru;⁣⁣
⁣⁣Série 2 : Chile x França / Argentina x México;⁣⁣
⁣⁣Série 6: Argentina x USA;⁣⁣
⁣⁣Ninguém sabe ao certo quantas séries de ingressos existem, mas a hipótese mais aceita diz que são 8 séries, ou seja, 8 ingressos (alguns davam direito a duas partidas). Não estou considerando ingressos dos Estádios Pocitos e Parque Central, pois como citei acima, não se tem registro desses ingressos.

Roma, Itália


 

Roma, Itália
Roma - Itália
Fotografia

Produção do Óleo Sol Levante, Década de 30, Fábrica Matarazzo da Água Branca, IRFM, São Paulo, Brasil


 

Produção do Óleo Sol Levante, Década de 30, Fábrica Matarazzo da Água Branca, IRFM, São Paulo, Brasil 
São Paulo - SP
Fotografia

Parque do Anhangabaú, São Paulo, Brasil


 



Parque do Anhangabaú, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
N. 41
Fotografia - Cartão Postal




Lembramos hoje duas edificações da cidade de São Paulo que simbolizavam o projeto de modernização do Vale do Anhangabaú no início do século XX: os Palacetes Prates. Construídos conjuntamente na década de 1910, as edificações tornaram-se conhecidas como “palacetes gêmeos”. Erguidos no contexto do plano de reurbanização do Vale do Anhangabaú, concebido pelo urbanista francês Joseph Antoine Bouvard, os suntuosos palacetes foram projetados e construídos pelos engenheiros Samuel das Neves e Cristiano Stockler das Neves (pai e filho). Os prédios foram assim nomeados em referência ao seu proprietário, o empresário Eduardo da Silva Prates, conde de Prates.
As duas edificações tiveram destaque na vida política e social paulistana do período. O palacete mais próximo do Viaduto do Chá abrigou a sede do Automóvel Club de São Paulo, enquanto o outro abrigou a prefeitura e a Câmara Municipal de São Paulo.
Em 1951, os palacetes foram vendidos e, no mesmo ano, a antiga sede da prefeitura e da Câmara foi demolida para dar lugar a um arranha-céu que foi nomeado Conde de Prates. Já o outro palacete foi derrubado na década de 1970. Existiu ainda um terceiro palacete na área, do outro lado do Viaduto do Chá, que foi demolido em 1935.

Avenida Koeler, Petrópolis, Rio de Janeiro, Brasil



Avenida Koeler, Petrópolis, Rio de Janeiro, Brasil
Petrópolis - RJ
N. 12
Fotografia - Cartão Postal


Avenida Koeler é um logradouro da cidade de Petrópolis, margeando um segmento reto do rio Quitandinha entre a Avenida Tiradentes e a Praça Ruy Barbosa, também conhecida como Praça da Liberdade.
Tem este nome em homenagem a Júlio Frederico Koeler, fundador da Cidade de Petrópolis - RJ.
Com cerca de trezentos metros, ostenta em sua margem norte casarões do século XIX (começando pelo o palacete de verão de sua grande protetora, a Princesa D. Isabel), e, na margem sul, construções mais recentes, destacando-se o Palácio Rio Negro, costumeira residência de verão da presidência da república até a década de 1970.
A avenida escapou do período de destruição do patrimônio histórico petropolitano entre 1960 e 1980, mantendo-se quase inalterada ao longo do século XX. A vista que proporciona de seu extremo oeste, com a Catedral de São Pedro de Alcântara ao fundo, é o mais conhecido cartão postal da cidade depois do Museu Imperial. Dependendo do empenho da administração municipal em exercício, suas margens ficam cobertas de hortênsias.
De início chamada de rua de Dom Afonso, passou a homenagear a memória do major Júlio Frederico Koeler, planejador e fundador de Petrópolis.
Atualmente é uma das principais vias no tráfego de carros e veículos de toda espécie, que eventualmente passam pelo centro de Petrópolis - RJ, proximidades da Catedral e Museu.

Avenida XV de Novembro, Petrópolis, Rio de Janeiro, Brasil


 

Avenida XV de Novembro, Petrópolis, Rio de Janeiro, Brasil
Petrópolis - RJ
Fotografia - Cartão Postal

Avenida Brasil, São Paulo, Brasil


 

Avenida Brasil, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
N. 136
Fotografia - Cartão Postal