terça-feira, 21 de setembro de 2021

Barriera del Ponte Rosso, Firenze / Florença, Itália




 

Barriera del Ponte Rosso, Firenze / Florença, Itália
Florença - Itália
Fotografia - Cartão Postal

La "Barriera" del Ponte Rosso ai primi del 900, quando ancora (ma fino al 1972) c'era il Dazio, ovvero l'imposta di consumo che si pagava per trasportare varie merci e derrate da un comune all'altro.
Le barriere servivano per i controlli delle merci in entrata, perché chi voleva farle entrare a Firenze (ma anche in altri Comuni" doveva dotarsi di una "bolletta" al comune di partenza, pagare la relativa tassa e poi far vidimare la bolletta e controllare la merce al comune di arrivo.
I controlli, a Firenze, si facevano proprio alle varie barriere, situate ai principali accessi in città, come al Ponte Rosso o alle Cure ... ma anche quelle del Romito, del Ponte all'Asse, di S. Donato e del Ponte alle Mosse, e ancora quella della Piacentina, nei pressi della Torre della Zecca Vecchia, quelle in piazza Vasari e ancora altre che non ricordo ...
Fino a quando ci sono state le mura, i controlli si facevano alle Porte e si chiamavano "gabelle", come le tasse, e gabellieri i controllori.
Gli aneddoti sulle gabelle e sui tentativi dei cittadini di "non pagar gabella" sono infiniti: un dei più gustosi è riportato nei "motti e facezie del Piovano Arlotto".
Nota do blog: Abaixo imagem do local nos dias atuais.




Shopping Ibirapuera, 1976, São Paulo, Brasil


 

Shopping Ibirapuera, 1976, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Fotografia

Nota do blog: Autoria não obtida.

Chevrolet D-20 "El Camino", a Versão Mais Rara do Modelo, Brasil


 

Chevrolet D-20 "El Camino", a Versão Mais Rara do Modelo, Brasil
Fotografia




Versão mais rara do modelo, foram feitas apenas 150 unidades. Entendam: 150 unidades, 200 a menos que uma Ferrari F-50...
Isso vulgarizava completamente as outras versões especiais da D20, como a Conquest e a Champ 1; não podemos nem imaginar o quanto estariam pedindo por uma camionete dessas, ainda mais nos dias de hoje, onde parece que o preço de qualquer carro se assemelha a um obstáculo olímpico de salto com vara: lá no alto e inacessível.
E ela não tinha tantos diferenciais de vantagem em relação ao seus pares, principalmente a belíssima Champ 1; as rodas de liga-leve eram da versão Conquest e De Luxe; O santo antônio era bem parecido com o da Champ. Ambas também dividiam o mesmo para-choques envolvente, mas só a El Camino "queria ser Opala Diplomata", já que os frisos largos de plástico usados na base da carroceria eram bem parecidos, exclusividade real dessa versão.
Bancos individuais com uma linda padronagem colorida, a carcaça dos espelhos pintadas na cor do carro, assim como a grade dianteira, faróis de neblina no para choques e "só"...
Motor ainda na primeira especificação do Maxion 4ST de 120 cavalos; o que era grande coisa para aquela época de picapes grandes e lentas - Lambia os 145 km/h reais no plano com segurança e acelerava de 0 a 100 km/h melhor que um Uno Mille Brio (versão "esportiva" do Mille), cerca de 18 segundos; parecem números tão empolgantes quanto visitar uma churrascaria vegana, mas lembrem que aí a gente tinha três pedais, e uma alavanca comprida, de curso longo e isenta de folgas, seca mesmo, para pedir aceleração. Cada cilindro tinha um litro e ela vibrava bastante em marcha lenta, "afinava" com a entrada da turbina, mas ainda assim parecia jurássica em relação aos turbo-diesel atuais.
Só que era 3x mais emocionante que a tua atual Chevrolet S10 e exigia 5x mais envolvimento e precisão, além de ter aquele "D" charmoso no lugar do número 5 que a gente chamava de quinta louca...
Linda de morrer, apesar de eu nunca ter visto uma ao vivo, só em fotos. Produto de um tempo em que a Chevrolet brasileira produzia veículos, não Onix, Tracker, etc...

História do Consumo da Carne Bovina nos Primórdios do Brasil - Artigo

 


História do Consumo da Carne Bovina nos Primórdios do Brasil - Artigo
Artigo






O Brasil é atualmente o país que mais exporta carne bovina. Mesmo em meio à crise provocada pelo coronavírus e à inflação, bateu o recorde mensal de 211,85 mil toneladas enviadas para fora, de acordo com a Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo).
Apesar do rebanho que impressiona o mundo, a criação e o consumo de boi por aqui se trata de uma tradição construída. "Não é uma cultura brasileira, mas mundial. O colonialismo do ocidente impôs ao mundo todo a galinha, o porco e o boi", explica Carlos Alberto Doria.
Doutor em sociologia e autor do livro "Formação da culinária brasileira", o pesquisador fala abaixo sobre a substituição das carnes da terra pelos animais domésticos adotados pelos europeus.
Ele conta que os cronistas coloniais apreciavam os bichos selvagens consumidos pelos índios. Porco-do-mato, tatu, tartaruga, paca, veado e macaco são alguns exemplos.
Os bois de origem europeia foram trazidos ao Brasil pela primeira vez por volta de 1534.
"Quem fornecia eram os portugueses que estavam na colônia de Cabo Verde, na África".
A caravela Galga, presente em diversos documentos históricos, era tida como a principal transportadora de bois de Cabo Verde e Açores, em Portugal, até Salvador, capital da colônia à época. Esse fluxo era incentivado pela corte na metade do século 16.
Valorizados pelo porte físico, os animais eram usados como força motriz dos engenhos de cana e se espalharam pelo litoral. "Não havia a regionalização culinária da carne bovina. O que existiu foi uma agroindústria para dar sustentação especialmente ao açúcar no Nordeste".
Com o tempo e o crescimento dos rebanhos, os bois foram direcionados para o interior. De acordo com a historiadora Maria Yedda Linhares (1921 - 2011), sesmeiros arrendavam espaços a quem tinha rebanho a fim de ocupar os territórios, já que terras livres poderiam voltar para a coroa portuguesa e serem redistribuídas.
Doria diz:
"Houve uma separação dos dois setores, da cana e da pecuária. Basicamente, os bois eram usados para tração e transporte. A carne também era salgada e alimentava os escravos. Esse foi o status inicial do boi".
No final do século 18, com as secas no Nordeste, há uma transferência da carne de sol para os Pampas Gaúchos. Produtores se instalaram principalmente em Pelotas, no Rio Grande do Sul. "Lá, os bois eram abatidos pelo couro. Há registros de navios espanhóis que levavam o material para Madrid".
"E o que acontecia com a carne? Deixavam no pasto para os animais, para as feras, para os índios. Era uma carne abandonada".
Esse status começou a mudar de figura, de acordo com Doria, em meados do século 19. "A Europa começa a consumir mais carne. Até então, era algo restrito às classes populares e urbanas. Na nobreza não era comum. Luís XIV e Luís XV, por exemplo, só comiam o palato, que era considerado uma iguaria".
A modinha europeia foi acompanhada de uma importante inovação técnica: os navios-frigoríficos. A partir daí, o continente era abastecido de exemplares vindos da Austrália, da Argentina, dos Estados Unidos e do Brasil.
Na mesma época, os bois taurinos que dominavam o território nacional davam espaço às raças zebuínas, vindas da Ásia e mais adaptadas à criação em clima tropical.
Doria resume: "o boi que entrou no Brasil com a função de suportar economicamente os engenhos de açúcar propagou-se pelo Nordeste, pelo Sul e mais tarde pelo Centro-Oeste e se tornou, então, um item importante de exportação com a invenção do navio frigorífico".
O porco também foi disseminado pelo território nacional, principalmente em áreas caipiras de Minas Gerais, São Paulo, Paraná e Goiás. A sua criação, no entanto, se deu a princípio em nível doméstico.
"A oposição rural e urbano entre porco e boi, respectivamente, é bastante presente na hierarquia das carnes até o século 18".
De acordo com Doria, a região que menos sofreu o que ele coloca como "colonização do gosto" no passado foi a Amazônia, onde predominava a cultura da tartaruga e do peixe-boi.

Propaganda "Vá e Venha pela Penha", Cotrasa, Brasil


 

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Propaganda

Avenida Presidente Castelo Branco, 1971, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil


 

Avenida Presidente Castelo Branco, 1971, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil
Ribeirão Preto - SP
Fotografia

A foto mostra o sentido de quem vai para a Rodovia Anhanguera.
Na segunda rotatória se vê casas construídas e a praça do Iguatemi, além do espaço da futura Avenida Leão XIII. A rua que dá sequência a primeira rotatória (sentido cidade) é a Camilo de Mattos (embora muitos possam confundir com a Avenida Treze de Maio). A rua, à direita da Camilo de Mattos, é a Rua Henrique Dumont, na época a saída para São Paulo, que tinha mão dupla. A Avenida Treze de Maio já existia na época (foi projetada como via durante os anos 60), mas seu acesso ainda não chegava a rotatória (posteriormente foi remodelada, criando-se uma grande curva, que possibilitou o acesso). Na imagem, à direita se vê o encontro das ruas Camilo de Mattos e Henrique Dumont, onde hoje existe um posto de gasolina. Parte da área objeto da remodelação na primeiro rotatória pertencia ao Comercial FC, sendo desapropriada para as obras. A atual Avenida Presidente Castelo Branco, até 1972, chamava-se "Avenida Industrial", devido o Parque Industrial Lagoinha. Ao fundo da imagem, onde hoje é o Novo Shopping, vê-se a área verde que foi completamente desmatada.

Obras na Rede Subterrânea da Light, 1921, Lapa, Rio de Janeiro, Brasil

 



Obras na Rede Subterrânea da Light, 1921, Lapa, Rio de Janeiro, Brasil
Rio de Janeiro - RJ
Fotografia


segunda-feira, 20 de setembro de 2021

Vista Aérea do Hospital São Paulo, Rua Napoleão de Barros, Vila Clementino, São Paulo, Brasil

 







Vista Aérea do Hospital São Paulo, Rua Napoleão de Barros, Vila Clementino, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Fotografia


O Hospital São Paulo (HSP), Hospital Universitário da UNIFESP, foi inaugurado em 1940, sendo o primeiro hospital-escola do Brasil a ser especificamente construído com essa finalidade. Localizado na Vila Clementino, São Paulo, é vinculado à Escola Paulista de Medicina (EPM) e à Escola Paulista de Enfermagem (EPE), fundadas em 1933 e 1939, respectivamente, e é gerenciado pela SPDM (Associação Paulista para o Desenvolvimento da Medicina).
Possui mais de 95 especialidades, 160 subespecialidades, 750 leitos e 130 ambulatórios, atendendo diversos casos, incluindo os de alta complexidade. Além do Hospital englobar as áreas cirúrgicas, há ambulatórios espalhados na Vila Clementino, complementando o atendimento do HSP. É referência em relação à residência médica no Brasil, uma das primeiras implantadas no país, abrangendo, atualmente, mais de 100 programas. 

Volkswagen Fusca 1300 1972, Brasil

 



































Volkswagen Fusca 1300 1972, Brasil
Fotografia

Nota do blog: Cor "Azul Pavão".

Praça do Patriarca, 12/10/1942, São Paulo, Brasil


 



Praça do Patriarca, 12/10/1942, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Fotografia




O movimentado cotidiano na praça inaugurada em 1924. À direita, o Palacete Lutétia e ao lado — com a sacada — na esquina com a Líbero Badaró, o edifício Caio Prado. A numeração orientativa no solo significava: na faixa 2, conversões para a esquerda da Líbero Badaró e Viaduto do Chá; à direita, conversão para a Líbero Badaró em direção à São João. Observar as tradicionais luminárias tipo 16 da Light.