quinta-feira, 23 de setembro de 2021

Garrafa Atual da "Ferro-China Bisleri", Itália


 




Garrafa Atual da "Ferro-China Bisleri", Itália
Garrafa


Liquore amaro aperitivo di fama mondiale a base di Citrato di Ferro e China. Si può bere a qualsiasi ora del giorno, preferibilmente prima dei pasti, secco o allungato con acqua semplice o minerale.
Ferro China Bisleri è stato il primo liquore in assoluto ad essere realizzato con il sale di un metallo, guadagnando il posto di precursore degli integratori e dei ricostituenti. Creato da Felice Bisleri, un garibaldino con la passione per la chimica e i liquori, nel 1881 riesce a portare sul mercato italiano e mondiale il suo prodotto riconosciuto da tutti per le virtù ricostituenti e salutari, tanto da essere “prescritto” come corroborante.
Una formula segreta che prevede infusi tutti naturali di erbe rare, erbe benefiche e gradevoli, dalle proprietà digestive e aperitive e due ingredienti principali:la corteccia di china calissaya, nota a farmacisti ed erboristi per la sua azione antimalarica e febbrifuga e il citrato di ferro.
Nota do blog: Garrafa atual da "Ferro-Quina Bisleri".

Propaganda "Ferro-China Bisleri", Itália


 

Propaganda "Ferro-China Bisleri", Itália
Propaganda


Felice Bisleri, è noto, deve la propria fama e fortuna oltre che ad una vita avventurosa anche all'invenzione del liquore ricostituente "Ferro-China". Questa "Red Bull" ante litteram divenne celebre e commercializzata in tutto il mondo.
Geniale e avanti coi tempi, anche per le fenomenali trovate pubblicitarie, le famose "reclame", che fecero conoscere il marchio della leonessa in tutto il mondo. Il ferrochina fu inventato nella seconda metà dell'800 da Bisleri che lo brevettò nel 1881 e venne esportato principalmente in Asia e India dove era consumato insieme all'acqua, per depurare l'organismo. Era considerato un ottimo tonico corroborante con proprietà digestive e perfetto integratore per il sangue.
Le madri dell'epoca sbattevano l'uovo e lo mischiavano col ferrochina affinché favorisse la crescita dei loro figli. Nel 1894 Ernesto Baliva, medico degli ospedali di Roma, sviluppò una propria ricetta e iniziò a rifornire le farmacie della capitale. La tipica bottiglia in vetro scuro serviva a proteggere il contenuto dalla luce, in analogia a quanto avviene per la produzione dei prodotti farmaceutici. Quella del ferrochina rimase una categoria di tendenza fino alla fine degli anni settanta, prima di scomparire lentamente. Soltanto da alcuni anni è stata nuovamente commercializzata dalla Distilleria F.lli Caffo Srl (la stessa del famoso Amaro del Capo) e alla vista della bottiglia è inevitabile non farsi prendere dalla nostalgia.
Nota do blog: Propaganda da "Ferro-Quina Bisleri".



Fábrica de Pneus Pirelli, Rio de Janeiro, Brasil - Theodor Preising

 









Fábrica de Pneus Pirelli, Rio de Janeiro, Brasil - Theodor Preising
Rio de Janeiro - RJ
Fotografia

Propaganda "Ferro-Quina Bisleri", Espanha


 

Propaganda "Ferro-Quina Bisleri", Espanha
Propaganda

Nota do blog: Propaganda da "Ferro-Quina Bisleri".

Propaganda "Ferro-Quina Bisleri", Espanha


 

Propaganda "Ferro-Quina Bisleri", Espanha
Propaganda

Nota do blog: Propaganda da "Ferro-Quina Bisleri".

Propaganda "Hierro-Quina", Bisleri, Argentina


 

Propaganda "Hierro-Quina", Bisleri, Argentina
Propaganda

Nota do blog: Propaganda da "Ferro-Quina Bisleri".

Propaganda "Ferro-Quina Bisleri", Espanha


 

Propaganda "Ferro-Quina Bisleri", Espanha
Propaganda


Em primeiro plano, dois jovens jogadores de futebol de dois times adversários brindam-se com copos de ferro-quina e, entre eles, a imagem de uma garrafa do produto. Em segundo lugar, uma cena de uma partida de futebol entre os dois times, e uma imagem repetida da cabeça de um leão, emblema da marca. No início do século 20, proliferavam esses "produtos milagrosos" que, supostamente, aliviavam as doenças. Entre eles, os tônicos representavam uma das especialidades para restaurar a saúde.
Nota do blog: Propaganda da "Ferro-Quina Bisleri".

Antiga Garrafa da "Ferro-Quina Bisleri", Brasil







 

Antiga Garrafa da "Ferro-Quina Bisleri", Brasil
Fotografia

Propaganda "Quereis a Saúde? Bebei Ferro-Quina Bisleri", Tônico Aperitivo Ferro-Quina Bisleri, Brasil







 

Propaganda "Quereis a Saúde? Bebei Ferro-Quina Bisleri", Tônico Aperitivo Ferro-Quina Bisleri, Brasil
Propaganda


Texto 1:
“Quereis a saúde?
Bebei Ferro-Quina!”
A Ferro-Quina Bisleri servia para muita coisa: da anemia à tosse, da inapetência a problemas nervosos. Se curava alguma coisa eu não sei, mas por ser levemente alcóolica decerto ajudava a encarar todos esses males de forma mais leve e relaxada.
Vendido em farmácias, o santo remédio era anunciado pela cidade afora. Aqui vemos três anúncios: na via Anchieta, no viaduto Santa Ifigênia, e em algum ponto do centro de São Paulo que eu não consigo reconhecer.
Ultimamente apóstolos do atraso têm apregoado, para doença muito mais grave, panaceia de nome assemelhado. Este blog faz um alerta a seus leitores: não caiam na esparrela e não acreditem em imitações.
Foi-se há muito o tempo em que para os males da saúde havia remédios milagrosos. Quereis a saúde? Ficai em casa! Texto M. Jayo.
Texto 2:
Os mais antigos devem se lembrar, lá pelos anos sessenta havia um tonificante chamado "Ferro-Quina", o mais famoso era da Bisleri. Essa bebida à base de ferro e quinino, tinha a função de combater e evitar a anemia, que tanto assustava as mães, pois uma anemia mal curada poderia causar uma leucemia. Era o que nos diziam quando não queríamos tomar o cálice diário antes de irmos para a escola.
O quinino vem de uma árvore da América do Sul, a "Cinchona", principalmente da casca. Seus efeitos foram descobertos no século XIX , pois curava a malária, fazendo com que os pesquisadores, soldados na guerra e também sertanistas, levassem pílulas de quinino consigo, que misturavam à água não potável. Seus efeitos porém são mais amplos, pois é anti-inflamatório, digestivo, ajuda a limpar o fígado, restitui o apetite, etc.
Por essa época, as crianças também tomavam o Tônico Fontoura, que tem uma fórmula parecida, um ajudante e tanto para as mães da época.
A minha mãe tinha o hábito de examinar o vermelho dos olhos com certa frequência, e eu não me lembro de ter problemas com nada disso, era um serelepe, precisava sim de um "anestésico", pois não parava, estava sempre correndo e pulando.
A Ferro-Quina até que eu tomava, mesmo não gostando do sabor, fechava os olhos e "pra dentro", mas o tal do "óleo de fígado de bacalhau", nem pagando. Para minha sorte, minha mãe entendia que podia pular essa etapa.
Hoje não se necessita mais desses produtos, tudo está devidamente balanceado e higienizado, as crianças crescem mais fortes e saudáveis.
Na minha infância as mães rezavam para a gente não se machucar, pois não haviam postos próximos, e geralmente o farmacêutico é quem dava um jeito, isso quando as próprias mães não usavam de sua medicina doméstica, recebida de gerações anteriores. Nunca faltavam álcool forte (não como os de hoje), arnica, merthiolate ou mercúrio, algodão, esparadrapo, e gaze. Para as picadas de insetos, vinagre resolvia na maioria das vezes.
Hoje as farmácias não podem mais colocar a mão, falta pouco para as pessoas não tomarem sequer injeções nas farmácias, enfim...novos tempos. Texto de A. Guerrero.
Nota do blog: Em tempos de pandemia, impossível não lembrar da Cloroquina, aquele remédio que embora efetivo para alguns problemas, possui serventia zero no combate ao vírus do Covid-19, e que, mesmo assim, continua sendo diariamente indicado pelo estulto presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, como "a solução" do problema...

quarta-feira, 22 de setembro de 2021

Ermida do Bonfim, Angra dos Reis, Rio de Janeiro, Brasil


 

Ermida do Bonfim, Angra dos Reis, Rio de Janeiro, Brasil
Angra dos Reis - RJ
Foto Filme Fluminense Otacílio Telles
Fotografia - Cartão Postal


A Ermida de Nosso Senhor do Bonfim, localizada em frente a Praia do Bonfim em cima de uma ilhota, foi construída por Manoel Francisco Gomes. A capela, tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico Nacional (IPHAN), foi inaugurada em 3 de maio de 1780.