terça-feira, 12 de outubro de 2021

Ford Thunderbird 1955, Estados Unidos

 






































Ford Thunderbird 1955, Estados Unidos
Fotografia

Venom: Tempo de Carnificina 2021 - Venom: Let There Be Carnage

 

























Venom: Tempo de Carnificina 2021 - Venom: Let There Be Carnage
Estados Unidos - 97 minutos
Poster do filme

Antigo Paço Municipal, Rio de Janeiro, Brasil

 


Antigo Paço Municipal, Rio de Janeiro, Brasil
Rio de Janeiro - RJ
Fotografia


Paço Municipal do Rio de Janeiro, antiga sede da Prefeitura da cidade, demolido no processo de abertura da Avenida Presidente Vargas na década de 1940. Ficava ao lado da escola da freguesia de Santana, atual escola municipal Rivadávia Corrêa na Central do Brasil.
Nota do blog: A cada imagem que vejo do que foi destruído na cidade do Rio de Janeiro, reforço a convicção de que o que fizeram por lá é caso único mundo. Nenhuma outra cidade conseguiu ser destruída (e continua sendo) com tanta eficiência como fizeram por lá...

segunda-feira, 11 de outubro de 2021

Panorama II, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil


 



Panorama II, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil
Ribeirão Preto - SP
Preising
Fotografia - Cartão Postal




Nota do blog: A imagem retrata a Praça da Bandeira, no trecho compreendido entre as ruas Tibiriçá e Florêncio de Abreu.

Vista da Praia do Gonzaga, Santos, São Paulo, Brasil


 

Vista da Praia do Gonzaga, Santos, São Paulo, Brasil
Santos - SP
Foto Postal Colombo N. 124
Fotografia - Cartão Postal

Vista Aérea, Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brasil


 

Vista Aérea, Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brasil
Porto Alegre - RS
Fotografia - Cartão Postal

Barco à Vapor "Leão", Rio Iguaçu, Estado do Paraná, Brasil


 



Barco à Vapor "Leão", Rio Iguaçu, Estado do Paraná, Brasil
Estado do Paraná - PR
Fotografia




A navegação a vapor no Rio Iguaçu teve início em 1882. Esses barcos movidos à máquina a vapor ficaram conhecidos por “vapores”. A partir desta data, foram algumas décadas de muitas viagens principalmente por esse rio poeticamente descrito em 1973: “Por 55 léguas, de Porto Amazonas à União da Vitória, o rio rola pela paisagem ampla, espreguiçando-se em longos ‘direitos’, enleando-se em curvas grandes, sereno e belo”. O primeiro vapor lançado no Rio Iguaçu foi o “Cruzeiro”, depois o “Visconde de Guarapuava”. Mais tarde vieram outros: Vitória, Curitiba, Rio Negro, São Carlos, Tupi, Iguaçu, o Pery e muitos outros que viajaram nessas águas e de outros rios próximos, no percurso navegável. Foi então, que em 10 de julho de 1931 foi inaugurado o Vapor Leão.
Era a maior e mais bem equipada embarcação para a época. Pertencia a empresa Leão Júnior. Sua tripulação podia variar entre 10 a 20 profissionais da navegação. Foi construído nos estaleiros de São Mateus do Sul, pois este município já foi o centro da navegação onde quase todos os vapores foram armados ou remontados. Pedro Tureck foi o idealizador e um dos comandantes do Vapor Leão. Possuía inovações e novidades para a época como um serviço de bar com bebidas geladas e luz elétrica, excelente cozinha e máquinas modernas que garantiam força e velocidade para as viagens. A empresa de navegação Leão Júnior & Cia, instalou-se em nosso município em 1926 por conta do comércio com a erva-mate, intensificando seus negócios na região.
A fotografia faz parte de uma publicação de 1932: “Cinquentenário da Navegação 1882-1932”. Uma das fotografias do conjunto publicada leva o nome do fotógrafo Arthur Wischral. A foto é da data da inauguração. Uma figura de leão aparece na chaminé do vapor identificando-o como pertencente a essa empresa. Segundo a referida publicação o proprietário da embarcação era Ivo Leão, que aparece em destaque na parte superior do vapor, usando uma capa. As outras pessoas não foram identificadas. De todas as vezes que conversamos com testemunhas da história oral, uma frase insiste em voltar do passado quando o nome do Vapor Leão é mencionado: era o mais bonito!

Barco à Vapor "Cruzeiro", Rio Iguaçu, Estado do Paraná, Brasil

 


Barco à Vapor "Cruzeiro", Rio Iguaçu, Estado do Paraná, Brasil
Estado do Paraná - PR
Fotografia


Uma fotografia em ambiente externo nas cores preto e branco, onde aparece como tema uma embarcação e um rio, com alguma vegetação aparente. Na análise da imagem, essa embarcação é de um tipo específico (barco a vapor), e seu nome aparece escrito em uma das rodas laterais. A partir dessas evidências, recorremos a outras fontes. Essa fotografia em particular é de importância histórica, provavelmente o registro foi feito para documentar um fato marcante. Nesse caso, através da pesquisa histórica, nossa interpretação é de que o objetivo era registrar visualmente, através de uma fotografia, uma memória do início da navegação a vapor no rio Iguaçu, no final do século XIX. A fotografia não possui data exata, a autoria é do fotógrafo Arthur Wischral.
Chamava-se Cruzeiro. Foi o primeiro barco a vapor a ser lançado nas águas do Rio Iguaçu. Pertencia a Amazonas de Araújo Marcondes que foi o pioneiro nessa forma de transporte fluvial. A viagem experimental (27 de dezembro de 1882), aconteceu na porção navegável desse rio que vai do município de Porto Amazonas até União da Vitória. No entanto, a inauguração oficial ocorreu em janeiro de 1883 em Rio Negro. A navegação a vapor ocorreu também nos rios: Negro, Canoinhas, Timbó e Potinga. Ela durou mais de 70 anos.
O vapor Cruzeiro media 17,60m de comprimento por 5,72m de largura, Seu calado (parte submersa) era de 45,72 cm. Rebocava 5 canoas e uma grande lancha. Capacidade para 800 arrobas. Era uma embarcação rudimentar, reduzida em partes essenciais, como porões de carga, compartimento das máquinas e cozinha. A propulsão era dada por duas rodas laterais, uma de cada lado entre a proa e a popa e a potência era de 18 cavalos-vapor. O vapor Cruzeiro foi vendido algum tempo depois para Artur de Paula e Souza, também pertenceu à Júlio de Paula e, mais tarde, foi incorporado ao Lloyd Paranaense. De Antonina até Porto Amazonas, onde foi armado, foi transportado por 11 carros de bois. Levou 4 meses de Antonina até Porto Amazonas onde foi montado às margens do Iguaçu. O próprio Amazonas teria aprendido a técnica do rebite no Arsenal da Marinha no Rio de Janeiro.
Entretanto, assim, ao vê-lo nessa fotografia, pequeno e rústico, imaginamos o barulho de sua máquina, lá pelos idos de 1882, como que a anunciar o esforço imenso com que ia abrindo o caminho para o Vale do Iguaçu, um caminho pelo rio. Esse barco destemido uniu em conjunto a economia e o social de todo um pedaço do Paraná.