terça-feira, 22 de março de 2022

Propaganda "A General Motors do Brasil Fabrica até Automóveis", 1976, General Motors, Brasil


 

Propaganda "A General Motors do Brasil Fabrica até Automóveis", 1976, General Motors, Brasil
Propaganda

Igreja Matriz, Rio Casca, Minas Gerais, Brasil


 

Igreja Matriz, Rio Casca, Minas Gerais, Brasil
Rio Casca - MG
Fotografia

Planta dos Melhoramentos Projetados Pelo Prefeito Pereira Passos, Incluindo os Melhoramentos Projetados Pelo Governo Federal, 1903, Rio de Janeiro, Brasil


 

Planta dos Melhoramentos Projetados Pelo Prefeito Pereira Passos, Incluindo os Melhoramentos Projetados Pelo Governo Federal, 1903, Rio de Janeiro, Brasil
Rio de Janeiro - RJ
Planta

Avenida Paulista e Belvedere Trianon, São Paulo, Brasil


 

Avenida Paulista e Belvedere Trianon, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Fotografia - Cartão Postal

Vista do Belvedere Trianon à esquerda (ficava em frente ao parque, infelizmente foi demolido e posteriormente construído o prédio do MASP no local).
Nota do blog: Data circa 1923 / Crédito da imagem para Guilherme Gaensly.

segunda-feira, 21 de março de 2022

Lavoura no Paraná / Colônia Murici, São José dos Pinhais, Paraná, Brasil

 


Lavoura no Paraná / Colônia Murici, São José dos Pinhais, Paraná, Brasil
São José dos Pinhais - PR
Photo Groff
Fotografia - Cartão Postal


Texto 1:
Colônia Murici é um distrito do município brasileiro de São José dos Pinhais, no Estado do Paraná. Situa-se a 10 km do centro do município.
Em abril de 1878, cerca de 560 imigrantes de origem polonesa e italiana, oriundos da Galícia, da Prússia Oriental (região de Cracóvia) e da região de Trento, chegaram na antiga Vila de São José dos Pinhais para ocupar uma área de 2.891 hectares, as margens do rio Miringuava, prometida e financiada pela Província do Paraná e seu presidente Lamenha Lins. Lamenha Lins queria instalar um “cinturão verde” ao redor de Curitiba a fim de abastecer essa região com produtos de subsistência. Manuel Antônio Guimarães, o presidente que substituiu Lamenha Lins, deu seguimento ao projeto e instalou os imigrantes em quatro colônias agrícolas: colônia Santa Maria do Novo Tirol, colônia Zacarias, colônia Murici e a colônia Inspetor Carvalho.
Os imigrantes poloneses, num total de 20 famílias, receberam 876 hectares, numa região entre o rio Miringuava e o rio Pequeno, para concretizar o projeto do governo provincial. Estas famílias derrubaram a mata fechada e utilizaram as araucárias cortadas para construírem suas casas e em 21 de setembro de 1878, oficializaram a fundação da Colônia Murici, batizada em homenagem ao médico José Cândido da Silva Muricy.
Em 1967 a colônia foi elevada a categoria de distrito do município.
A colônia é um importante vetor econômico e turístico do município, contando com a rota turística "Caminhos da Colônia Murici", que inicia-se no portal inaugurado em 2015, passando por casarões e igrejas históricas, como a Casa da Cultura Polonesa e a Igreja Sagrado Coração de Jesus, além de lojas de artesanatos e cafés coloniais.Texto 2:
No fim do século XIX, o sul do Brasil era uma região pouco habitada, com muita terra produtiva. Cenário ideal para os imigrantes, oriundos de uma Europa em transformação, onde o agricultor tinha dificuldades para encontrar boas condições de trabalho.
Nesse contexto, após um acordo governamental, 20 famílias de imigrantes poloneses e italianos, foram assentadas em uma área de 876 hectares, localizada entre os rios Miringuava e Pequeno.
No início, as famílias viviam em lonas cedidas pelo governo, mas aos poucos foram implantando sua cultura. As primeiras casas foram construídas com troncos de pinheiros , ao estilo “Dom Weglow”, arquitetura típica do sul da Polônia. Surge então, no dia 21 de setembro de 1878, a Colônia Murici. O nome é uma homenagem ao conceituado médico filantropo, Dr. José Cândido da Silva Muricy.
Os imigrantes passaram a viver essencialmente da agricultura. Em carroças se dirigiam até Curitiba, sendo que para ir e voltar no mesmo dia, era preciso sair às 3h da madrugada, com retorno previsto para às 22h. Caso os produtos não fossem vendidos, poloneses e italianos pousavam em Curitiba até finalizar as vendas. Erva Mate, trigo, cevada, aveia, milho, feijão, batata, vinho, madeira e fumo estavam entre os principais produtos produzidos.
Além da agricultura, a disciplina religiosa é uma das principais heranças dos poloneses. Um ano após a fundação, uma igreja havia sido construída. Na entrada da colônia foi colocada uma imagem de Nossa Senhora Czestochowa, a padroeira da Polônia. Atualmente, uma vez ao mês, uma missa é realizada na língua polonesa e o ensino religioso é matéria nas escolas das região.
A primeira escola foi fundada em 1880. Mesmo sendo analfabetos, existia uma preocupação dos imigrantes com a educação. Em 1907 as Irmãs Franciscanas da Sagrada Família chegaram no local. Até os dias de hoje o grupo religioso está na direção do ensino na Colônia Murici. Até 1936 o polonês era a língua oficial nas escolas, sendo o português ensinado como matéria complementar.
Como aconteceu com o idioma, com o passar das décadas, algumas tradições foram sendo deixadas de lado. Com a finalidade de manter alguns costumes, surgiu o Grupo Folclórico Wawel, que apresenta os costumes da Polônia através da música e dança em festas e concursos. O grupo surgiu há mais de 30 anos pelo empenho da Irmã Felicidade Leocadia Modlkowka.
Em 1978, centenário da Colônia Murici, uma placa de bronze foi colocada na praça central com os nomes dos primeiros muricianos. O Padre Stanislaw Turbanski lançou o livro “Murici Terra Nossa”, onde a população pode saber muitos outros detalhes dessa história.
Atualmente pouco mais de três mil pessoas vivem na região da Colônia Murici, localizada há cerca de 10 km do centro de São José dos Pinhais.

Vista do Centro, Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil


 

Vista do Centro, Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil
Belo Horizonte - MG
Fotografia

Vista do Centro de Belo Horizonte, com destaque para as avenidas Santos Dumont e Amazonas, além da Praça Rui Barbosa.

Bolo "Nega Maluca" Vira "Bolo Afrodescendente" em Padaria de São Paulo, Brasil

 






Bolo "Nega Maluca" Vira "Bolo Afrodescendente" em Padaria de São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Fotografia

Em São Paulo uma padaria causou polêmica entre os clientes ao modificar o nome do bolo "nega maluca" para "bolo afrodescendente". Na ocasião em questão, doze frequentadores acabaram ameaçando o dono do estabelecimento.
Conforme repercutido pelo jornal Folha de SP, Mauro Sérgio Proença, dono da Padaria Aveiro, localizada na zona sul de São Paulo, explicou que o nome foi alterado após se deparar com um ofício do Sindicato dos Industriais de Panificação e Confeitaria de São Paulo.
Ele foi recomendado a alterar o nome não só do bolo em questão, mas também da "língua de sogra" e da "maria mole". Foi citado que tais nomes não se adequam mais aos dias atuais.
O comunicado dizia que os nomes tradicionais "hoje não são mais aceitos".
"Como exemplo marcante dessas mudanças de comportamento social, nomes tradicionais [...] que são comercializados há muitos anos em nossas padarias, e que eram vistos até com simpatia, hoje não são mais aceitos e podem levar a constrangimentos e acusações de crime racial, machismo, preconceito", detalha o comunicado.
Diante do ofício, o dono da padaria acabou por modificar o nome do alimento para "bolo afrodescendente", assim remetendo a sua origem. Com isso, acreditava que "não iria causar constrangimento''.
No entanto a mudança resultou em um episódio insólito. Clientes acabaram se dirigindo até a padaria com o objetivo de reclamar do novo nome. A ação se deu após uma imagem viralizar nas redes sociais.
Além de pedir a volta do antigo nome do bolo, o dono do estabelecimento relata que seus funcionários acabaram sendo alvo de ameaças e constrangimento.
Como consequência, ele acabou alterando o nome do bolo mais vez, passando a chamar o alimento de "bolo chocoball".
"Eles (clientes) achavam que a gente queria polemizar. Não somos obrigados a seguir (a recomendação do sindicato), falei com donos de outras padarias que não mudaram o nome".
No entanto, após essa pataquada, o bolo acabou tendo o nome antigo de volta a etiqueta. Voltou a ser "bolo nega maluca", nome pelo qual sempre foi conhecido.
"A gente não sabe se vai para a direita, para a esquerda, se sobe ou se desce", disse Proença ao explicar que o estabelecimento se encontra "desorientado". Além disso, diz que vai entrar em contato com o Sindicato dos Industriais de Panificação e Confeitaria de São Paulo a respeito da recomendação.
Nota do blog: Esse é mais um dos inúmeros absurdos que o politicamente correto cria no Brasil. Conseguem transformar um simples bolo de chocolate em problema racial. Enquanto isso, soluções efetivas para o problema continuam sendo postergadas, substituídas por imbecilidades como essa, criadas para distrair a atenção. A tendência é só piorar, a quantidade de idiotas e fanáticos aumenta em número exponencialmente maior que o das pessoas sensatas...

Rotisserie Sportsman / Grande Hôtel de La Rotisserie Sportsman, São Paulo, Brasil


 



Rotisserie Sportsman / Grande Hôtel de La Rotisserie Sportsman, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Fotografia - Cartão Postal

Torre do Relógio da Estação de Paranapiacaba / Estação Alto da Serra, 1975, Santo André, São Paulo, Brasil


 



Torre do Relógio da Estação de Paranapiacaba / Estação Alto da Serra, 1975, Santo André, São Paulo, Brasil
Santo André - SP
Fotografia


Piazza del Popolo, Roma, Itália



Piazza del Popolo, Roma, Itália
Roma - Itália
Fotografia

Un arco di trionfo, o arco trionfale, è la costruzione di una monumentale porta ad arco presente a Roma fin dal periodo repubblicano del II sec. a.C. per celebrare solitamente una vittoria in guerra o commemorare una persona importante.
In origine gli archi avevano una sola apertura ad arco centrale, detta fòrnice, delimitata da pilastri laterali. Solo nell'età tardoimperiale, cioè dal 284 d.C. al 476 d.C., si diversificarono con fòrnici laterali e rilievi scultorei decorativi.
Sulla sommità, chiamata attico (che recava l’iscrizione o l’epigrafe dedicatoria), erano posti riferimenti onorari come statue, quadrighe, trofei, sculture allegoriche.
Nell’età augustea, tra il 44 a.C. e il 14 d.C., venne poi inaugurata una tipologia grandiosa dell'arco di trionfo: arricchito con rilievi in marmo o in bronzo che descrivevano le gesta dell'imperatore.
Nell’antica Roma gli archi trionfali venivano realizzati con pasta cementizia e rivestiti di marmo o travertino perché destinati a essere permanenti nel tempo ma venivano anche eretti archi temporanei in legno, costruiti e poi smontati, per essere utilizzati in occasione di festeggiamenti e parate.
Quest’ultima temporanea costruzione di un arco viene ripresa nel ‘500, ma è con l’affermarsi del Barocco tra la fine del XVI e l’inizio del XVII che trova una sua stupefacente espressione.
In questo periodo artistico gli apparati effimeri dilagano nella vita pubblica e vengono costruiti su misura dell’evento da celebrare, assurgendo a simboli visuali coinvolgenti e seducenti.
Architetture in legno e cartapesta, e tra queste anche archi trionfali, venivano realizzate in strade e piazze; e addobbi provvisori venivano applicati a palazzi e chiese creando effetti illusionistici nel contesto urbano modificandone, anche se per un periodo di tempo ristretto, l’assetto reale.
Un rinnovato utilizzo dell’arco di trionfo temporaneo a Roma è proseguito nel corso dell’800, quando si è voluto attribuire attraverso questa forma architettonica un significato particolare a eventi con valenza altamente religiosa e popolare.
Di queste realizzazioni di cui si fa cenno in alcuni scritti non è rimasta generalmente una soddisfacente traccia documentale e iconografica, quest’ultima consistente prevalentemente in una rappresentazione attraverso disegni, incisioni o dipinti che comunque, laddove esistente, non sembra aderire all’effettiva forma originale.
A questo fa eccezione una suggestiva costruzione di un arco trionfale del 1846 della quale si dispone, otre che di una incisione su rame conforme al suo reale prospetto, anche di una riproduzione fotografica, tecnica che in quel periodo muoveva ancora i primi passi.
Nella foto si vede un arco di trionfo collocato sullo sfondo di via del Corso e incastonato tra le due chiese di Santa Maria in Montesanto e Santa Maria dei Miracoli che affacciano su piazza del Popolo.
Guardando la foto, e grazie anche alla sua singolare definizione, l’illusione che l’arco temporaneo sia stato realizzato utilizzando materiale cementizio e marmoreo e non, come in effetti è, in legno diversamente dipinto nelle sue componenti, è notevole e sorprendente.
L’arco trionfale, finanziato da un comitato popolare, fu eretto su progetto dell’architetto Felice Cicconetti l’8 settembre 1846 in onore e gloria del Papa Pio IX.
Il comitato, promosso da Angelo Brunetti detto Ciceruacchio, era ricorso a tale modalità per tributare un ringraziamento a nome di tutto il popolo romano a Pio IX che, eletto Papa il 21 giugno 1846, aveva nei primi mesi del suo pontificato concesso l’amnistia per i reati politici e dimostrato un’apertura alle richieste liberali della popolazione ottenendo così la fama di “papa liberale”.
Tale riconoscimento però, come dimostrarono i fatti accaduti qualche anno dopo, risultò clamorosamente smentito dalla posizione illiberale che il Pontefice assunse nei confronti della costituzione della Repubblica Romana del 1848, per la cui soppressione ricorse all’intervento armato della Francia.
Dell’evento, legato all’edificazione dell’arco onorario, abbiamo la cronaca che si fece attraverso un libretto pubblicato il giorno seguente alla sua presentazione: dove nella descrizione minuziosa dell’incedere del corteo papale si scrive tra l’altro:
“Augusto, Tito e Traiano trascinarono avvinte al carro trionfale le vittima del loro orgoglio; ma Pio IX Vir mitissimus super omnes homines, procedeva tra gli ulivi di pace coll’arma del suo sorriso e della sua moltitudine affollata, non mai veduta, strappando lagrime da tutti gli occhi, sospiri da tutti i cuori…”.
Altra testimonianza di quell’evento è costituita dall’incisione di una medaglia in bronzo che su una faccia riporta il profilo di Papa Pio IX e sull’altra il prospetto dell’arco temporaneo eretto a suo perenne trionfo.