sexta-feira, 16 de dezembro de 2022

Mitsubishi Eclipse GS-T 1995, Japão

 


















Mitsubishi Eclipse GS-T 1995, Japão
Fotografia


O esportivo Mitsubishi Eclipse foi fabricado pela Mitsubishi, Plymouth e a Chrysler, que desenvolveram em conjunto. Para esse efeito, em 1985 a empresa Diamond Star Motors foi fundada. De acordo com a Mitsubishi Motors, o Eclipse foi batizado em homenagem a um cavalo de corrida inglês do século 18 que havia vencido 26 corridas. O Eclipse foi vendido oficialmente no Japão, América do Norte, Oriente Médio, Coreia do Sul, Filipinas, Brasil e China. No final de agosto de 2011, o Eclipse final saiu da linha de montagem e foi leiloado, com os rendimentos doados para instituições de caridade. Ficou muito conhecido no longa metragem Velozes e Furiosos, pois foi o primeiro carro utilizado pelo protagonista Brian O’Conner, interpretado pelo ator Paul Walker. Também foi utilizado um Eclipse Spyder de 3ª Geração no segundo filme da franquia, pelo personagem Roman Pierce. A produção total do Eclipse foi de 906.876 unidades.
No outono de 1995, a segunda geração chegou ao mercado, nos Estados Unidos um modelo básico (sem turbo) e tinha um mecanismo diferente do Chrysler (2,0 L DOHC, código do motor: D420A). No GS-T e GSX permaneceu os motores 4G63 nos EUA, (que também estão no Mitsubishi Lancer Evolution), como em seus antecessores. Apenas o modelo básico com motor 4G63 foi para a Alemanha (até o ano 1996 a classificação de emissões EUR 1: 107 kW e EUR 2: 104 kW). Visível externamente apenas pelo escapamento duplo padrão para a versão mais antiga do Euro-1. Em contraste com o modelo anterior, houve também um “Spyder” chamado versão conversível. Esta capota conversível foi oferecida tanto com motor 2.4 litros naturalmente aspirado 4G64 com 105 kW (143 cv) e na versão 2.0-litro turbo GS-T com a 157 kW (214 cv) 4G63T.

Chevrolet Brasil 3100 Pick-Up 1963, Brasil

 

















Chevrolet Brasil 3100 Pick-Up 1963, Brasil
Fotografia



A Chevrolet Brasil foi a primeira pick-up GM produzida no Brasil. Seu lançamento ocorreu em julho de 1958. A versão brasileira possui estilo único, sua cabine só foi produzida no Brasil. Trata-se de uma mistura do modelo “Advanced Design” (cabine da pick-up 1954 e 1955 1ª série) com a frente americana da série “Task Force” (pick-up 1955 2ª série até 1959). Em fins de 1962 foi introduzida uma reestilização na dianteira, com nova grade e quatro faróis.
O nome Chevrolet Brasil se deve ao fato de ser o 1º modelo produzido no mercado brasileiro. Os logotipos do modelo traziam um mapa do Brasil.

Armazém Aurora, Vila Tibério, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil

 


Armazém Aurora, Vila Tibério, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil
Ribeirão Preto - SP
Fotografia

Vista da Vila Tibério e do Centro, 1962, Rua Santa Catarina, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil

 




Vista da Vila Tibério e do Centro, 1962, Rua Santa Catarina, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil
Ribeirão Preto - SP
Fotografia


Rua Santa Catarina, altura da rua Pará.
Nesta foto podemos observar a igreja Nossa Senhora do Rosário, o colégio Sinhá Junqueira, o arco da Cervejaria Antarctica, etc.
Nota do blog: Imagem de Tony Miyasaka.

quinta-feira, 15 de dezembro de 2022

Toyota Bandeirante Picape, Brasil

 














Toyota Bandeirante Picape, Brasil
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Produzido no Brasil de 1962 a 2001, o Toyota Bandeirante é um utilitário que descende do Toyota BJ japonês, que a partir de 1951 transportou as tropas norte-americanas durante a Guerra da Coreia.
O conflito exigiu o desenvolvimento em tempo recorde de um veículo militar similar ao Jeep, mas sem as restrições de peso e porte impostas ao veterano da Segunda Guerra Mundial.
Derivado dos caminhões Toyota, o BJ demonstrou grande potencial para o mercado civil, motivo pelo qual sua produção foi mantida após o armistício de 1953.
Denominado Land Cruiser, ele começou a ser exportado para o mundo todo e em 1955 as primeiras unidades chegaram ao Brasil, importadas e montadas pela Sociedade Comercial Arpagral Ltda.
A demanda pelo utilitário viabilizou a instalação da filial brasileira da Toyota em 1958, responsável pela montagem do Land Cruiser em um galpão no bairro paulistano do Ipiranga.
A produção nacional teve início em 1962, com a inauguração da fábrica em São Bernardo do Campo (SP), a primeira fora do Japão. A partir daí, o Land Cruiser passou a se chamar Bandeirante.
As carrocerias eram produzidas pela Brasinca, e o motor OM-324 de quatro cilindros 3,4 litros e 78 cv fornecido pela Mercedes-Benz substituía o motor 2F de seis cilindros a gasolina, feito sob licença da General Motors. Novas variações surgiram: jipe com capota de aço, perua com maior distância entre os eixos e uma picape.
A transmissão manteve o padrão do Toyota BJ: caixa de transferência simples, sem reduzida. Para compensar o câmbio de quatro velocidades tinha a primeira marcha extremamente curta: sem carga, o Bandeirante saía da imobilidade em segunda.
Os engates eram favorecidos pela embreagem hidráulica e pela sincronização da terceira e quarta marchas.
O Bandeirante era um utilitário naturalmente vocacionado para o trabalho: levava quase meio minuto para chegar aos 100 km/h e não ia muito além disso, limitado pela relação final curta.
O ideal é não ter pressa: freios a tambor nas quatro rodas sem assistência e pesados eixos rígidos exigem atenção constante do condutor.
Primeiro comercial leve movido a diesel no Brasil, o Bandeirante era fumacento e barulhento. Seu nível de vibrações era superior ao dos concorrentes com motores de seis e oito cilindros a gasolina, muito populares naqueles tempos de combustível com oferta farta e barata.
A durabilidade e a capacidade de trafegar em qualquer terreno ficavam em segundo plano.
A Toyota estava prestes a encerrar suas atividades no Brasil, quando um incêndio de grandes proporções atingiu o setor de pintura da vizinha Volkswagen, em dezembro de 1970.
A pintura de Fuscas e derivados garantiu uma bem-vinda receita à operação brasileira da Toyota, que ganharia novo fôlego até a primeira crise energética, em 1973.
Em 1973, o Bandeirante recebeu o motor Mercedes-Benz OM-314, com 3,8 litros e 85 cv, o que foi essencial para que a produção da Toyota quase quintuplicasse na virada para a década de 80.
A caixa de transferência com duas velocidades veio em 1981, junto do câmbio totalmente sincronizado e do sistema de freios com hidrovácuo.
Em 1983, chega a picape de chassi longo, com cabine simples ou dupla. Em 1985, o Bandeirante passa a oferecer opcionais até então inéditos como rádio, direção hidráulica e ar-condicionado.
Em 1989, vieram faróis retangulares e o motor Mercedes-Benz OM-364, com 4 litros e 90 cv. Freios dianteiros a disco e câmbio de cinco marchas foram as maiores novidades de 1993.
O ano seguinte marcou a chegada do motor Toyota 14B de 3,7 litros e 96 cv. Em 1999, a picape cabine dupla finalmente passou a contar com quatro portas.
O Bandeirante virou o milênio, mas não foi muito além: incapazes de atender normas de emissões, os últimos exemplares deixaram a fábrica de São Bernardo do Campo em novembro de 2001, totalizando 103.750 unidades produzidas em quase 40 anos.
A maior parte continua em atividade no trabalho ou lazer e já são muito valorizados como veículos de coleção.
Ficha Técnica Toyota Bandeirante OJ55LP-B 1981:
Motor: longitudinal, 4 cilindros em linha, 3.784 cm³, comando de válvulas simples no bloco, alimentação por bomba injetora Potência: 85 cv a 2.800 rpm;
Torque: 24 kgfm a 1.800 rpm;
Câmbio: manual de 4 marchas, tração traseira (4×2) e nas quatro rodas
Carroceria: fechada, 2 portas, 3 lugares;
Dimensões: comprimento, 490 cm; largura, 166,5 cm; altura, 195 cm; entre-eixos, 295 cm; peso, 1.830 kg;
Pneus: 6,70 x 16;
Aceleração: 0 a 100 km/h, 29,07s;
Velocidade máxima.: 106,66 km/h;
Consumo: 7,62 a 9,98 km/l.

Ponto Final de Linha de Bonde, 1961, São Paulo, Brasil


 

Ponto Final de Linha de Bonde, 1961, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
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Propaganda "Ela Melhorou a Minha Vida", 1959, Lambretta, Lambretta do Brasil, Brasil


 

Propaganda "Ela Melhorou a Minha Vida", 1959, Lambretta, Lambretta do Brasil, Brasil
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Símbolos Nacionais - Artigo

 













Símbolos Nacionais - Artigo
Artigo



Os símbolos nacionais são concebidos com o intuito de fomentar sentimento de pertencimento, a ideia de unidade e de nação de um território. No Brasil, estes emblemas são padronizados pela lei nº 5700/71, que define quatro símbolos nacionais: a bandeira, o hino, as armas e os selos nacionais.
Neste post, estão os anexos da lei, em que são mostrados quais parâmetros, notas e desenhos devem ser seguidos ao reproduzir tais símbolos.
No caso da Bandeira Nacional, criada logo após a Proclamação da República, além dos aspectos clássicos, como as cores e a disposição das estrelas representando os estados, são definidas as dimensões dos elementos que a compõem.
Em relação ao Hino Nacional, são duas resoluções: a letra — poema de Joaquim Osório Duque Estrada — e as partituras da música, disponibilizadas para piano, orquestra, banda e canto, todas com tons definidos para cada modalidade. Nesta publicação, você vê a partitura para canto em fá maior.
Diferentemente dos usos dos dois símbolos anteriores, o brasão das Armas e o selo Nacional têm uso restrito, sendo utilizados apenas por esferas governamentais e para autenticar atos oficiais.
Nas imagens, anexos da Lei nº 5700/1971.
Fotos 1 e 2: Especificações para confecção da bandeira do Brasil.
Fotos 3: Letra do Hino Nacional brasileiro.
Fotos 4 e 5: Partitura do Hino Nacional para canto em Fá Maior.
Fotos 6: Brasão das Armas Nacionais.
Fotos 7: Selo Nacional.

Obras de Construção do Viaduto Nove de Julho, 1947, São Paulo, Brasil

 






Obras de Construção do Viaduto Nove de Julho, 1947, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Fotografia


De autoria do fotógrafo Benedito Junqueira Duarte e registrada em 1947, vemos a construção do Viaduto Nove de Julho sobre a avenida homônima em direção à Avenida Paulista. Limitados recursos técnicos e materiais resultaram em uma obra arquitetônica tão bela com suas escadarias — a exemplo do Viaduto Major Quedinho que é visto pouco à frente. Compare o local através das cenas capturadas pelo Google Maps em 2021 e 2022 (imagens 2 e 3 do post).





quarta-feira, 14 de dezembro de 2022

Rua Augusta, 1940, São Paulo, Brasil


Rua Augusta, 1940, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Fotografia

Trecho um pouco após a Rua Martinho Prado. Ao fundo avista-se o Palácio Anhangabaú, mais conhecido como Edifício Matarazzo.