segunda-feira, 26 de dezembro de 2022

Santuário Nossa Senhora do Rosário, Praça Coração de Maria, Vila Tibério, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil

































Santuário Nossa Senhora do Rosário, Praça Coração de Maria, Vila Tibério, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil
Ribeirão Preto - SP
Fotografia


Nomeado como seu primeiro vigário, o padre Guilherme Arnold aqui permaneceu até 1917. 
Em setembro do mesmo ano, no dia 27, a nova Paróquia passou às mãos dos Missionários Filhos do Imaculado Coração de Maria, tendo como Superior e Vigário o padre Valdomiro Ciriza e os auxiliares padres José Maria Andia e Abílio Pinto Osório.
Ficou conhecida, na Vila Tibério e em toda parte onde trabalhava, a atividade apostólica do padre Ciriza. Responsável por paróquia de grande extensão territorial, tratou logo de utilizar os recursos de que dispunha para o maior bem espiritual e material de toda a população. Procurou conhecer a sede da paróquia, visitar fazendas, informando-se do estado espiritual dos paroquianos e estimulou a construção de capelas, onde não havia. Organizou visitas mensais, aos domingos, às capelas provisionadas, vendo, a olhos claros, o aumento da religiosidade e a frequência dos santos sacramentos por muitas pessoas, antes abandonadas. Já no início do seu trabalho, outubro de 1917, o próprio padre Ciriza registra no livro de tombo nº 1: “Todas as noites enche-se a igreja. Durante o mês inteiro a assistência foi cada dia em aumento, tornando-se a igreja muito insuficiente; isto consola, anima e encoraja. Quando teremos casa paroquial e igreja matriz bastante capaz, a fim de trabalhar mais e melhor em favor das almas?” Com o dinamismo dos jovens, com esforços quase sobre humanos, entregou-se em cheio à luta pela construção da nova igreja. 
Assim foi e, em maio de 1918, as atividades paroquiais deixaram a antiga igrejinha e passaram a se realizar em novo local, à rua Gonçalves Dias, casa 17, para encaminhar o sonhado projeto.
A 2 de junho de 1918, o bispo Dom Alberto deu a bênção da pedra fundamental da nova Matriz. 
A construção teve início em 22/08/1918 e, no tempo quase inacreditável de 16 meses, viu-se erguido o templo, inaugurado aos 24/12/1919, ainda sem os acabamentos finais, que se foram completando nos anos seguintes. 
No dia 5 de setembro 1923 ficaram concluídas as pinturas internas e os afrescos assinados por Victor Gregolin (Mestre de Portinari), sendo ainda padre Ciriza o Vigário da paróquia. Texto do Santuário Nossa Senhora do Rosário.
Nota do blog 1: A antiga capela que existia, quando foi criada a Paróquia, ficava ao lado da igreja atual e funcionou até maio de 1918, quando foi demolida para a construção do novo templo. Nesse período, as atividades paroquiais passaram a se realizar na rua Gonçalves Dias, casa 17, até a inauguração da nova igreja, em dezembro de 1919.
Nota do blog 2: Data 2022 / Crédito para Jaf.

Visita do Cônsul Japonês a Ribeirão Preto / Grupo de Pessoas na Frente do Hotel Central, 1924, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil


 

Visita do Cônsul Japonês a Ribeirão Preto / Grupo de Pessoas na Frente do Hotel Central, 1924, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil
Ribeirão Preto - SP
Fotografia

Nota do blog: 22/11/1924, fotógrafo Aristides Motta.

Decoração de Natal Copema, Avenida João Fiúsa, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil













Decoração de Natal Copema, Avenida João Fiúsa, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil
Ribeirão Preto - SP
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Nota do blog: Imagens de 2022.

 

Ipanema Clube, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil






Ipanema Clube, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil
Ribeirão Preto - SP
Fotografia
 

domingo, 25 de dezembro de 2022

Mercedes Benz AMG One, Alemanha

 


















Mercedes Benz AMG One, Alemanha
Fotografia

A primeira ideia era celebrar o cinquentenário da AMG com o lançamento de um F1 de estrada, mas o caminho revelou-se mais tortuoso do que o previsto e esse presente especial de aniversário só chegou no momento em que a submarca de carros esportivos celebra seus 55 anos.
Mas se em 2017 a coisa não funcionou, agora finalmente a Mercedes-AMG se junta a um seleto grupo de fabricantes de hiperesportivos como McLaren, Porsche, Koenigsegg, Bugatti, Pagani ou Ferrari. Talvez os engenheiros da AMG tenham pensado que colocar um sistema de propulsão de um F1 num veículo com aprovação para andar em estradas públicas nem seria especialmente complicado — isso que acontece quando se tem a maior equipe de Fórmula 1 da última década em casa.
Mas a realidade foi bem distinta e os 275 clientes que já esfregavam as mãos de satisfação em 2019 (eram eles os destinatários da produção prevista para modelo tão exclusivo) perceberam que teriam que esperar.
Em 1º de junho de 2022, o carro foi finalmente mostrado e recebeu luz verde para a produção: “O One nos levou claramente até aos nossos limites”, sintetiza o CEO da AMG, Philipp Schiemer, para quem “este carro foi simultaneamente uma maldição e uma benção”. O problema principal teve a ver com a necessidade de conseguir cumprir as emissões Euro 6, já que nos motores de F1 a otimização dos gases de escape não é propriamente uma prioridade.
Isto sem contar com a necessidade de tornar o AMG One compatível com as vias públicas e estacionamentos de supermercados, ou de prepará-lo para receber gasolina de alta octanagem em vez do combustível de corridas, carregado de “esteroides”. Isto para não citar a dúzia de engenheiros e mecânicos que gravitam à volta do carro de F1 só para que ele possa arrancar e, neste caso, foram substituídos por um sofisticado software que entra em ação depois de um comando dado pelo motorista.
O sistema de propulsão vem diretamente do carro de Hamilton e Russell e é composto por um V6 de 1.6 litros híbrido a gasolina unido a quatro motores elétricos: um integrado no turbocompressor, outro ligado ao virabrequim e mais um em cada roda dianteira. O motor a gasolina tem uma instalação central-traseira (à frente do eixo) e consegue uma rotação máxima de 11.000 rpm. É menos do que nos F1 de corridas por questões relacionadas com durabilidade e também o combustível que é, literalmente, menos “especial de corrida”.
Já o turbocompressor alcança rotações muito mais rápidas, estimulado até 100.000 rpm por um motor elétrico de 122 cv e, para além de ser muito mais rápido na resposta, tem a vantagem de utilizar parte da energia excedente do fluxo de gases de escape para gerar eletricidade (agindo como um gerador). É possível guardá-la na bateria de íons de lítio ou enviá-la para o eixo dianteiro ou para o motor elétrico acoplado ao V6.
O controle de emissões não é menos complexo e requer quatro catalisadores de metal pré-aquecidos (dois cerâmicos e dois filtros de partículas de gasolina). Tudo para que, “em condições de condução reais” (asseguram os engenheiros alemães) o AMG One seja capaz de cumprir a norma de emissões Euro6.
Os números de rendimento máximo do sistema são impressionantes, alcançando os 1.063 cv. O motor V6 de apenas 1.6 litros contribui para esse número incrível com 574 cv (a 9.000 rpm), cada um dos motores elétricos no eixo dianteiro entrega 326 cv, o motor elétrico no virabrequim participa com 163 cv e o motor elétrico do turbocompressor entra com os 122 cv.
A capacidade da bateria de alta tensão (800 V) e com células com arrefecimento líquido direto (fundamentais para manter a consistência da temperatura de todas as células) é de 8,4 kWh e permite que o AMG One seja capaz de completar 18 km em modo 100% elétrico. Ela pode ser carregada em corrente alternada (por via do carregador portátil de 3,7 kW), além de, dinamicamente, pela força da frenagem e pelo motor a combustão.
A velocidade máxima do One é de 352 km/h (limitados eletronicamente) e o 0 a 100 km/h é feito em 2,9 s, enquanto os 200 km/h podem ser atingidos em cerca de 7 s após o arranque. Essa partida do zero é feita em modo elétrico, depois de uma leve pressão num botão no console central. Os primeiros a “despertar” são os motores elétricos no eixo dianteiro, ao mesmo tempo que os catalisadores são pré-aquecidos e só então o motor V6 é ligado (para que a “purga” dos gases possa ser feita adequadamente desde o primeiro instante).
As doses massivas de potência e torque são enviadas para as rodas traseiras através de uma reformulada caixa manual robotizada de sete velocidades (cujas relações de transmissão foram definidas com o objetivo de minimizar a diferença de potência depois de uma passagem “uma-acima” e para manter o motor de combustão em elevados regimes, diminuindo o atraso da resposta do turbo). Enquanto isso, a tração nas quatro rodas fica assegurada pelos dois motores ligados às duas rodas dianteiras.
No volante há seis modos de condução, correspondendo ao local onde o carro é guiado e a disposição de quem guia, conforme se sinta mais condutor ou piloto:
Race Safe: é o normal, com funcionamento híbrido e ligando o motor V6 só quando mais potência é exigida.
Race: híbrido, motor V6 está sempre ligado e pode carregar a bateria para que o rendimento máximo do sistema esteja sempre disponível.
EV: 100% elétrico.
Race Plus: só para pistas, com aerodinâmica ativa, suspensão mais firme, chassis rebaixado e gestão específica de performances.
Strat 2: só para pista, suspensão ainda mais firme do que em Race Plus, potência máxima de todos os motores tal como numa qualificação de Fórmula 1.
Individual: ajustes definidos de acordo com as preferências do condutor.
O chassi tem uma construção em multibraços de alumínio, com montagem transversal da haste de pressão (push-rod) e o AMG One conta igualmente com amortecimento variável que está dependente dos programas de condução: C (Comfort) e S (Sport) estão disponíveis com os programas EV, Race Safe, Race e Individual; os ajustes de suspensão S (Sport) e S+ (Sport+) funcionam com os programas Race Plus e Strat 2.
Ao contrário do carro de F1, o ABS é de série e existem três modos de funcionamento do sistema de controle de estabilidade: ligado, desligado e Sport, que permite ângulos de deriva do eixo antes da intervenção do sistema voltar a deixar tudo “numa boa”. Os freios usam discos de carbono-cerâmica (ventilados e perfurados), com pinças fixas de seis pistões na rodas da frente e fixas de quatro pistões nas traseiras.
A dramática carroceria em fibra de carbono foi desenhada com prioridade máxima à aerodinâmica, de tal modo que a meros 50 km/h o AMG One já é capaz de gerar carga aerodinâmica (com ajuda dos perfis de ventilação ativos que foram colocados por cima dos arcos das rodas).
Observado de frente, destaca-se o grande avental negro que integra diversas entradas de ventilação, que também são facilmente visíveis no capô e ajudam a direcionar o fluxo de ar quente para as laterais do cockpit. Assim, enquanto o condutor guia similar a um piloto do piloto de Fórmula 1, ar mais fresco entra pelo teto do carro e chega de forma mais obstruída possível ao motor.
A gasolina, o V6 está escondido sob duas tampas removíveis que abrem-se diagonalmente, ao passo que a tomada para carregamento da bateria está instalada atrás. A asa traseira é composta por uma asa-lâmina e um perfil aerodinâmico ajustável, podendo ser estendida em duas partes, enquanto os tubos de escape vieram diretamente dos monopostos de F1.
Dependendo do programa de condução, o One pode ser rebaixado 37 mm à frente e 30 mm na traseira, o que é importante para melhorar a pressão de contato na dianteira e a eficiência aerodinâmica. Do contrário, em situações em que a frente do One não deve estar tão baixa (como para subir ou descer a rampa de um parque de estacionamento, por exemplo), o carro pode ser subido.
Neste exclusivo contato (estático) com a “fera” admito que fiquei francamente impressionado com esse movimento do carro, como um animal que acorda, se levanta primeiro apoiado nas patas da frente, enquanto começa a respirar de forma mais evidente (isto porque os perfis aerodinâmicos também se levantam enquanto o One se ergue). “Foi esse o efeito que quisemos causar”, confirma-me um sorridente Jochen Hermann, diretor de tecnologia da AMG.
A dose de sacrifício associada à pilotagem de um F1 não tem que existir no hiperesportivo alemão que, por isso, está equipado com ar-condicionado, vidros elétricos, revestimentos em pele, entradas USB etc. Cabem dois ocupantes neste cockpit vindo de nave espacial, com bancos fixos integrados ao monocoque de carbono para incrementar a sua rigidez. Curiosamente, a caixa de pedais pode ser manualmente ajustada em doze diferentes etapas.
Há duas telas de alta definição de 10”, lado a lado. A da direita é direcionada ao condutor, com toda a informação necessária, e existe um retrovisor que projeta imagens captadas na traseira por uma câmara digital, dado que a vista posterior se encontra totalmente obstruída (entre o motor e as colunas traseiras do habitáculo).
O volante, achatado em cima e em baixo, integra vários componentes dos veículoss de corrida e, como é normal nestes, tem a luz indicadora de mudanças de marcha na sua parte superior, além do botão para ativar o DRS, o botão “Pass” (que deve ser usado quando se quer o rendimento máximo da propulsão, com direito a acionamento imediato da segunda marcha), o botão para escolher um dos nove níveis de controle de tração AMG ou os ajustes da suspensão.
Quem estiver familiarizado com o interior de um Mercedes menos “racing” do que o One irá reconhecer os sistemas de navegação, de ajuda ao estacionamento ou a conectividade com aparelhos do usuário.
As más notícias para os multimilionários que já estivessem planejando encomendar um AMG One é que já é tarde demais, e a concretização do projeto com três anos de atraso não ajudou a diminuir a lista de interessados: mesmo com um preço entre os 2,7 e os 3 milhões de euros, as 275 unidades do AMG One já têm dono (levando cerca de um ano e meio para que todas sejam fabricadas).
A notícia de consolação é que como, a AMG acredita que uma grande parte deles vão ser guiados em estradas públicas e não escondidos em garagens de exclusivos colecionadores, estas jóias sobre rodas não serão afastadas dos ansiosos olhares humanos. E com um pouco mais de sorte ainda, pode ser até que ao volante esteja Lewis Hamilton ou Niko Rosberg, supostamente membros da lista de privilegiados compradores.
Um carro para poucos que representa o estado da arte da engenharia.
Ficha Técnica:
Motor: Híbrido, central, 1.6 V6 e 4 elétricos; potência 1.063 cv;
Câmbio: Robotizado, 7 marchas, tração integral;
Direção: Elétrica;
Suspensão: Multibraços, com duas hastes de pressão (push-rod), amortecimento adaptativo;
Freios: Discos carbo-cerâmicos, perfurados e ventilados;
Pneus: 285/35 R19 (diant.) e 335/30 R20 (tras.);
Dimensões: Compr., 475,6 cm; larg., 201 cm; alt., 126,1 cm; entre-eixos, 272 cm; peso; 1.695 kg tanque, 47 litros;
Desempenho: 0 a 100 km/h, 2,9s vel. máxima, 352 km/h.

O Último Volkswagen Gol Fabricado, 2022, Taubaté, São Paulo, Brasil - Artigo

 









O Último Volkswagen Gol Fabricado, 2022, Taubaté, São Paulo, Brasil - Artigo
Artigo


A despeito de toda comoção, o último Volkswagen Gol fabricado terá o mesmo destino da grande maioria dos Gol fabricados nos últimos anos: vai para a frota de uma locadora.
Mas não, não se trata de um Gol Last Edition. Até mesmo porque a produção da série de despedida do Gol, limitada a 1.000 unidades, foi concluída ainda em novembro. Trata-se de um Gol básico.
Fotos do último Gol ainda na fábrica de Taubaté (SP) obtidas pelo R7 Carros revelam esses detalhes. O exemplar derradeiro é pintado na cor cinza Platinum e tem número de série PT108470. Além disso, é claramente identificado como uma encomenda especial da Localiza.
Ironicamente, trata-se de um carro 2022 modelo 2023 com rodas de aço aro 14, maçanetas e retrovisores sem pintura e que no máximo poderia ter o opcional de rádio com Bluetooth. 
Nada disso impediu, porém, que o último VW Gol da história fosse aplaudido pelos funcionários da fábrica de Taubaté (SP).
Imagens que circulam nas redes sociais também mostram o último Voyage, que não deverá ser vendido (vide imagem n. 4 do post).
De 15 de maio de 1980 a 23 de dezembro de 2022 foram fabricados mais de 8,5 milhões de Volkswagen Gol. É o carro mais vendido da história do Brasil.
Agora a fábrica entra em férias coletivas para que sejam feitos os últimos ajustes para o início da produção em série do Polo Track, que assume a mesma faixa de preço do Gol.

A Confusa Nomenclatura Utilizada em Curitiba, Paraná, Brasil - Artigo


 

A Confusa Nomenclatura Utilizada em Curitiba, Paraná, Brasil - Artigo
Artigo


A Pizza Hut Ecoville fica no bairro Campina do Siqueira. O Carrefour Champagnat fica no Mossunguê, que é comercialmente chamado de Ecoville.
O ParkShopping Barigui fica no Mossunguê e o Parque Barigui, que fica, em sua maior parte no Santo Inácio, também está no Bigorrilho, nas Mercês e no Cascatinha.
O bairro Barigui existe e fica na CIC, enquanto o extinto bairro Barigui do Seminário virou Seminário apenas. O Colégio Marcelino Champagnat deu nome à Avenida e o Bigorrilho original é comercialmente chamado de Champagnat. 
O Parque Tingui fica nos no Pilarzinho e no São João, enquanto o Parque Tanguá fica no Pilarzinho e no Taboão. O Terminal do Santa Cândida fica no bairro Tingui e o bairro Tanguá fica em Almirante Tamandaré.
O Autódromo Internacional de Curitiba ficava em Pinhais, o Aeroporto internacional de Curitiba, o famoso Afonso Pena, fica em São José dos Pinhais, que não tem mais a quantidade de pinheiros de outrora.
São José dos Pinhais é ligada à Curitiba pela Avenida das Torres, que na verdade se chama Avenida Comendador Franco e não tem mais torres.
O bairro Alto da XV, próximo à Caixa d’Água, se tornou Tarumã; o Detran Tarumã fica no Capão da Imbuia. O Hospital do Cajuru fica no Cristo Rei; o Terminal do Centenário fica no Cajuru.
A Rua da Cidadania do Boa Vista e o Posto de Saúde 24h do Boa Vista, ficam no Bacacheri.
O Terminal do Carmo e o Campo do Hauer ficam no Boqueirão; o bairro do Carmo tecnicamente não existe.
O Cartório do Boqueirão fica no Carmo, o Cartório do Pinheirinho ficava no Capão Raso, mas agora fica no Pinheirinho mesmo. O cartório do Uberaba fica no Guabirotuba, o do Umbará fica no Sítio Cercado e o de Santa Quitéria fica no Seminário.
O bairro Ahú de Baixo juntou-se ao São Lourenço e o bairro São Lourenço, se confunde com o Taboão e o Bom Retiro, que tem este nome devido ao hospital que lá existia. O cartório do Taboão fica no Bom Retiro.
Ah, e o bairro Atuba fica em Curitiba, Colombo e Pinhais juntos.
O Hugo Lange, para os publicitários, não existe. Ele é chamado de Juvevê, Cabral, Jardim Social ou Alto da XV.
A Rua Emiliano Perneta já se chamou Rua Aquidaban, a Praça 29 de Março já se chamou Campo do Poty e o Jardim Botânico chamava-se Capanema.
O Portal de Santa Felicidade fica no Mercês.
O Terminal do Pinheirinho fica no Capão Raso.
O empreendimento chamado Helbor Stay Batel fica no Água Verde. O Shopping Água Verde e a Vila Leão ficam no Portão enquanto a Vila São Pedro fica no Xaxim.
O Hospital Ônix Batel fica no Seminário.
O terminal do Caiuá fica na CIC. O bairro Caiuá não existe e a Casa de Custódia de Curitiba fica em Araucária. 
E por agora chega, vou adicionando mais assim que for lembrando...
Texto do Luiz Roble adaptado para o blog por mim.