sexta-feira, 1 de março de 2024

Propaganda "Coca Cola Grande lhe dá Muito Mais!", Coca Cola, Brasil


 

Propaganda "Coca Cola Grande lhe dá Muito Mais!", Coca Cola, Brasil
Propaganda

Filosofia de Internet - Humor


 

Filosofia de Internet - Humor
Humor

Nota do blog: Enchia o saco fazer isso! E depois a gente ainda guardava essa porcaria...rs.

Caixas de Fósforos Antigas, Brasil








Caixas de Fósforos Antigas, Brasil
Brasil
Fotografia

As imagens lembram um produto que em um passado não muito distante, era imprescindível em todas as residências, não passávamos um dia sem utilizar. 
E quando acabava e não tinhámos para repor, não havia opção a não ser ir buscar.
Inclusive, lembrando perrengues que passavámos, quem nunca viveu a "tensão" de ter que acender o fogo só tendo um palito na caixa? Era uma "aventura"...rs.
Atualmente, caixas de fósforos podem ser consideradas produtos jurássicos (dificilmente lembramos a última que compramos), sendo utilizada em momentos bem específicos (acender uma churrasqueira, por exemplo) de nossa vida.
Fica a lembrança daqueles tempos...

Praça XV de Novembro, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil




Praça XV de Novembro, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil
Ribeirão Preto - SP
Foto Alfredo N. 37
Fotografia - Cartão Postal

Bela imagem da praça XV de Novembro em forma de cartão postal.
É possível ver uma excelente cobertura verde na praça.
Reparem que na época já existiam candidatos/políticos que vandalizavam/emporcalhavam a cidade com suas propagandas (notem as inscrições no piso da praça, em branco, perto do granadeiro e relógio).
Outro detalhe interessante, é que o fotógrafo estava posicionado no Theatro Pedro II e, com isso, conseguiu registrar parte do Palácio Rio Branco (ao fundo).
Como o cartão postal não foi circulado, não há como se falar em data exata, mas podemos estimar anos 50 (como o Theatro Carlos Gomes já não aparece na imagem, estamos após 1945 ao menos).
Crédito da imagem para o Foto Alfredo.

quinta-feira, 29 de fevereiro de 2024

Cartão Postal "Brasil"



 

Cartão Postal "Brasil"
Editor Neurdein Frères - Coleção Félix Nadar N. 45
Fotografia - Cartão Postal

Imagem do fotógrafo Félix Nadar retratando (suposta) mulher brasileira. 
Félix Nadar foi fotógrafo, caricaturista e jornalista francês, pioneiro e entusiasta do voo humano e da fotografia aérea. Responsável pelo registro fotográfico das maiores personalidades de seu tempo, especialmente a elite cultural da época, considerado o primeiro grande retratista do mundo.
Nota do blog 1: Não temos como saber se a bela mulher da imagem era brasileira. Como trata-se de um cartão postal impresso na França, é bem possível que não seja. Grande chance de ser uma série de postais com mulheres francesas nomeadas como de outros países pelo editor/fotógrafo com a finalidade de comercializar os mesmos.
Nota do blog 2: Circulado em 03/06/1904.

Cartão Postal "Lâmpada Edison", General Electric, Brasil


 

Cartão Postal "Lâmpada Edison", General Electric, Brasil
Fotografia - Cartão Postal

Nota do blog: Cartão postal publicitário.

Bilhete "Eilnachricht / Prova de Vida", 1944, Alemanha



Bilhete "Eilnachricht / Prova de Vida", 1944, Alemanha
Alemanha
Fotografia


Usado durante a Segunda Guerra Mundial após ataques / bombardeios nas cidades alemãs.
Era enviado para que soubessem que a pessoa estava viva após o ataque / bombardeio.
O da imagem foi utilizado em dezembro de 1944.

Bandeira da República Rio-Grandense 1836-1945 Adotada Pelo Estado do Rio Grande do Sul, Estado do Rio Grande do Sul, Brasil

 



Bandeira da República Rio-Grandense 1836-1945 Adotada Pelo Estado do Rio Grande do Sul, Estado do Rio Grande do Sul, Brasil
Estado do Rio Grande do Sul - RS
Brasiliana de Vulgarização - Série 1 - N. 9
Fotografia - Cartão Postal

"Metrô - Uma Realidade em 1979", Metrô / Companhia do Metropolitano do Rio de Janeiro, Brasil



 

"Metrô - Uma Realidade em 1979", Metrô / Companhia do Metropolitano do Rio de Janeiro, Brasil
Rio de Janeiro - RJ
Fotografia - Cartão Postal


Nota do blog: Cartão postal institucional do Metrô carioca.

Por que Precisamos de Anos Bissextos? - Artigo

 


Por que Precisamos de Anos Bissextos? - Artigo
Artigo

2024 é um ano bissexto, o que significa que temos um dia a mais no calendário.
Mas por que precisamos deste dia?
Bem, um dia é o tempo que a Terra leva para girar uma vez — 24 horas. Já um ano, é quanto tempo leva para a Terra orbitar o Sol — 365 dias.
Quer dizer, quase isso... leva 365,24219 dias.
Arredondando, essa diferença nos dá um dia inteiro depois de quatro anos, que é adicionado ao mês mais curto do ano: fevereiro.
E ocasionalmente, um ano bissexto é pulado. Isso porque ao arredondarmos 365,24219 dias para 365 dias, deixamos uma pequena diferença que acabaria por adicionar três dias extras a cada 400 anos.
Para corrigir isso, anos que encerram séculos só são bissextos se puderem ser divididos por 400.
Apesar de parecerem confusas, essas regras são importantes para que o nosso calendário esteja sincronizado com as estações do ano.
Por que temos anos bissextos?
Para responder o por que a cada quatro anos temos esta anomalia nos nossos calendários devemos voltar à Roma antiga, há mais de dois milênios, quando se descobriu que o calendário não estava totalmente alinhado com o ano solar.
Foi o líder romano Júlio César quem pediu ao astrônomo alexandrino Sosígenes que o ajudasse a criar uma alternativa ao calendário romano mais adaptada à realidade e à rotação da Terra.
Nosso planeta não leva apenas 365 para dar uma volta ao redor do Sol, mas sim 365 dias, 5 horas, 48 minutos e 56 segundos.
Por isso, Sosígenes propôs um calendário extremamente similiar ao dos egípcios, que tinha 365 dias com um dia adicional a cada quatro anos para se alinhar com o ano solar.
Assim nasceu o calendário juliano, batizado em homenagem ao imperador.
Porém, esse sistema também tinha pequenos erros e foi sendo progressivamente substituído pelo calendário gregoriano a partir de 1582. É esse o calendário que nos rege hoje.
Como o calendário juliano exigia um dia adicional a cada quatro anos, os romanos decidiram que esse dia seria em fevereiro, que na época era o último mês do ano.
O nome bissexto vem do latim "ante diem bis sextum Kalendas Martias" ("o sexto dia antes das Calendas de Março"), ou seja, o dia 24 de fevereiro. Como a frase era longa, acabou resumida para "bis sextus", que em português virou bissexto.
Anos depois, o papa Gregório 13 decidiu com, uma bula papal, aperfeiçoar o calendário.
Uma das mudanças foi que o dia adicional dos anos bissextos seria o 29 de fevereiro, e não o 24, definido pelo calendário juliano.
Uma solução matemática:
Assessorado pelo astrônomo jesuíta Christopher Clavius, o papa também estabeleceu que o dia seguinte a 4 de outubro de 1582 seria 15 de outubro, uma supressão de dez dias que ajudaria a resolver o desalinhamento com o ano solar.
E, para que esse desajuste não voltasse a ocorrer, criou-se um sistema de exceções aos anos bissextos.
Não seriam bissextos os anos múltiplos de cem, a menos que também sejam múltiplos de 400. Por essa razão não foram bissextos o ano de 1800 nem 1900, embora tenha sido bissexto o ano 2000.
Por esse mesmo motivo, os anos de 2100 e de 2200 não serão bissextos.
Um calendário sem referências religiosas:
Esse conjunto de reformas inaugurou o calendário moderno, atualmente conhecido como calendário gregoriano.
Desde essas últimas mudanças, não houve novas alterações.
Porém, em alguns países como a França, houve movimentos para modificar o calendário. Em 1792, durante a Revolução Francesa, o país adotou um calendário republicano, elaborado pelo matemático Gilbert Romme.
Esse calendário pretendia eliminar as referências religiosas e dar outros nomes aos meses, que se referiam a fenômenos naturais e à agricultura, alterando ainda a duração deles.
Mas essa versão teve vida curta. Após a derrota de Napoleão, em 1814, a França logo voltou a usar a versão de Gregório 13 e concebida inicialmente por Júlio César. Texto da BBC.