segunda-feira, 24 de junho de 2024

Praça Reserva São José, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil

 





































Praça Reserva São José, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil
Ribeirão Preto - SP
Fotografia




A praça "Reserva São José" é mais uma construída no sistema de contrapartida.
Ela foi construída no entorno do sítio arqueológico São José do Fernão, constituído de ruínas históricas de uma fazenda cafeeira datada das primeiras décadas do século XX.
Consta que a construção da praça e a preservação das ruínas foi objeto de contrapartida celebrada entre a Prefeitura Municipal de Ribeirão Preto e as construtoras WTB e MRV, em troca da criação de um novo bairro, denominado "Reserva São José", bairro esse em que as referidas construtoras comercializam seus empreendimentos.
É localizado na avenida Afonso Valera (o nome do bairro, "Reserva São José", é de natureza comercial, ficando na região do bairro Recreio das Acácias).
As construtoras construíram uma praça na área do sítio arqueólogico que, em teoria, seria uma ótima ideia e forma de preservação, integrando o sítio arqueólogico a uma área de lazer para a população. 
E não fizeram isso por serem "bonzinhos", e sim por acreditarem que isso valorizaria seus empreendimentos, sendo um algo a mais na hora de comercializá-los. 
E a Prefeitura, de outro lado, evitaria de gastar dinheiro com a preservação do sítio arqueólogico (coisa que, pelo estado do sítio, nunca fizeram). 
Parecia um negócio perfeito, tipo juntar "a fome com a vontade de comer".
Escrevi "parecia" porque ao visitá-lo, o resultado que encontrei não foi o esperado. O local está completamente tomado pelo mato, grande parte de suas instalações quebradas, cheio de restos de construção pela praça, lixeiras no chão, brinquedos cobertos pelo mato, sujeira, etc.
Fiquei com a impressão que inauguraram o bairro e esqueceram da praça, ainda que exista um ponto de vendas dos empreendimentos das construtoras no local (uma péssima propaganda para elas, diga-se de passagem).
Inclusive, fiquei pensando se esse sistema de contrapartida funciona em todas as situações ou somente nos bairros classe "A", onde as construtoras tem mais interesse em mostrar seus empreendimentos. Talvez no "Reserva São José", por serem empreendimentos mais baratos, a coisa não seja tão levada a sério.
Gostaria de fazer justiça a um vereador da cidade (Matheus Moreno) que, para minha imensa surpresa, viu o problema e pediu providências através do requerimento 2313/2023. 
Confesso que minha confiança na atual Câmara de Vereadores cresceu 0,01% com tal iniciativa. 
Como sempre "desço a lenha neles", achei que seria justo mencionar.
As ruínas são, cada vez mais, ruínas, é questão de tempo para desaparecerem e os envolvidos se livrarem do "problema".
Quase esqueci, existe uma placa na praça, colocada pelas construtoras, que diz "que aqui transformamos o passado em vida nova para o presente". 
Tal frase não parece nada boa para o sítio arqueólogico...
Em tempo: não sei dizer se o nome da praça é, realmente, "Reserva São José". Os construtores não colocaram placa de identificação na praça. Há apenas placas do empreendimento "Reserva São José", daí a presunção de que este seja o nome.
Nota do blog: Imagens de 2023 / Crédito para Jaf.

Obras de Revitalização da Entrada do Bosque Municipal Fábio Barreto, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil

 









Obras de Revitalização da Entrada do Bosque Municipal Fábio Barreto, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil
Ribeirão Preto - SP
Fotografia

O Bosque Municipal Fábio Barreto possuí três entradas, sendo uma delas pelo Alto de São Bento. 
O acesso, fechado há muitos anos, estava completamente degradado e sujo. 
Virou "moradia" de gatos de rua, com todos os problemas sanitários decorrentes disso. 
A presente obra visa sanar este problema.
Nota do blog: Imagens de 2024 / Crédito para Jaf.

Propaganda "Feijoada a Bordo", Transbrasil, Brasil


 

Propaganda "Feijoada a Bordo", Transbrasil, Brasil
Propaganda

Propaganda "Caneta Parker 51", Parker, Brasil


 

Propaganda "Caneta Parker 51", Parker, Brasil
Propaganda

Propaganda da revolucionária Parker 51, com a pena embutida, que fazia a tinta secar no instante em que tocava o papel. Ela foi introduzida no mercado em 1939 para comemorar os 51 anos de existência da empresa. Levou 11 anos para ser projetada e foi produzida em diversos países (incluindo Brasil), tornando-se um sucesso de vendas.

Altar-Mor, Capela Santo Antônio Pão dos Pobres / "Santo Antoninho", Avenida da Saudade, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil


Década de 60.


Data não obtida.


Década de 70.


Imagem de 1981.


Imagem de 2022.



Altar-Mor, Capela Santo Antônio Pão dos Pobres / "Santo Antoninho", Avenida da Saudade, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil
Ribeirão Preto - SP
Fotografia



O altar-mor da Capela Santo Antônio Pão dos Pobres mudou durante os anos.
Ele sofreu graves alterações em sua forma original durante a década de 1990.
A capela fica na avenida da Saudade, 202, Campos Elíseos.
É considerada "Reitoria" pela Arquidiocese de Ribeirão Preto.
Nota do blog: Imagens 1 a 5, data efetiva (algumas possuem data aproximada) e autoria não obtidas.


 

Imóvel Antigo, Santa Cruz do Rio Pardo, São Paulo, Brasil



 

Imóvel Antigo, Santa Cruz do Rio Pardo, São Paulo, Brasil
Santa Cruz do Rio Pardo - SP
Fotografia


Localizado na rua Antônio Mardegan, 834, Vila Sidéria.
Nota do blog: Imagens de 2024 / Crédito para Jaf.

Espaço Cultural Professor Thirso Cruz - Músicos, Parque Municipal do Morro de São Bento, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil

 










Espaço Cultural Professor Thirso Cruz - Músicos, Parque Municipal do Morro de São Bento, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil
Ribeirão Preto - SP
Fotografia


As esculturas representam um flautista, um violonista e um violoncelista.
Tratam-se de esculturas de caráter moderno, com figuras que não caracterizam ninguém em específico, homenageando de forma irreverente a categoria de músico.
De autoria de Thirso Cruz, foram instaladas em 19/06/1985.
Localizam-se na área externa da Casa da Cultura Juscelino Kubitschek, no Parque Municipal do Morro de São Bento.
Nota do blog: Imagens de 2024 / Crédito para Jaf.

Conjunto Escultural de Bassano Vaccarini, Parque Municipal do Morro de São Bento, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil

 








Conjunto Escultural de Bassano Vaccarini, Parque Municipal do Morro de São Bento, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil
Ribeirão Preto - SP
Fotografia

Nota do blog: Imagens de 2024 / Crédito para Jaf.

Obelisco Centro Geográfico do Estado de São Paulo / Centro Geométrico do Estado de São Paulo, Dourado, São Paulo, Brasil

 




Obelisco Centro Geográfico do Estado de São Paulo / Centro Geométrico do Estado de São Paulo, Dourado, São Paulo, Brasil
Dourado - SP
Fotografia

Um obelisco de 12 metros de altura, no entroncamento das rodovias Comandante João Ribeiro de Barros (SP-255) e Luís Augusto de Oliveira (SP-215), em Dourado (SP), chama a atenção dos viajantes, mas a maioria não sabe o que significa a construção.
O monumento é o marco do "Centro Geográfico do Estado de São Paulo". 
Ele está a 265 km da capital, a 48 km de São Carlos e a 90 km de Bauru. 
Na construção não há placa com a data de sua inauguração, o que dificulta saber com precisão desde quando o obelisco está no local.
O empresário Luciano Pietro nasceu em Dourado e desde criança passa pelo obelisco. Ele cresceu ouvindo muitas histórias: “Dizem que foi construído em 1967, que a rodovia foi construída em 1960 e não tinha pavimentação, era terra. Com a pavimentação, surgiu o obelisco, que era o centro do estado”.
Nem todos na cidade concordam que 1967 seja a data de inauguração. Segundo Domingos Aparecido dos Santos, dono de um restaurante que leva o nome do monumento, quando o comércio foi criado em 1952 o obelisco já existia: “Faz 65 anos e o marco já existia. Só não sabemos quando ele foi inaugurado”, disse o comerciante.
Marco central:
Com a ajuda de um programa de computador, especialistas verificaram se a construção fica realmente no ponto central do estado: “ Chegamos a uma distância de 1,5 km desse marco. Levando em consideração que esse centro provável caiu dentro de uma propriedade particular, é bem provável que tenha sido colocado aqui porque é uma área pública e de fácil acesso. Então onde ele está é representativo”, afirmou Anderson Manzoli, engenheiro civil da Universidade de São Paulo (USP).
“Antigamente, pegava um mapa, tinha um auxílio de um aparelho, que desenhava por cima. Através desse aparelho ele dava um ponto. Por causa desse aparelho não tinha toda essa previsão que tem hoje com auxílio de computadores”, explicou o engenheiro Matheus Bueno.
História:
Buscamos informações sobre o monumento na Secretaria Estadual de Cultura, no Arquivo Público, na Companhia Paulista de Obras e Serviços, Departamento de Estradas de Rodagem, na Prefeitura de Dourado e no Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mas apenas um documento do acervo da Fundação Pró-Memória de São Carlos foi encontrado. Um anúncio de jornal sobre a linha de ônibus que passava pela região, em 1967, e parava no obelisco.
Apesar da história perdida e da falta de cuidado, o obelisco resiste ao tempo.
“Se ele está um pouco à direita ou à esquerda, leste ou oeste, o importante é o nosso sentimento. Os paulistas têm aqui o seu marco geográfico, o coração de São Paulo”, declarou o geólogo Laerte Rigo. Texto do G1 adaptado para o blog por mim.
Nota do blog: Imagens de 2024 / Crédito para Jaf.

Propaganda "O Mappin Vai Mudar / Liquidação de Mudança", Mappin, Brasil




Propaganda "O Mappin Vai Mudar / Liquidação de Mudança", Mappin, Brasil
Propaganda

A propaganda é de uma liquidação de estoque em razão da mudança do Mappin para seu prédio mais conhecido, na praça Ramos de Azevedo (notem os detalhes do Viaduto do Chá na propaganda).