terça-feira, 10 de dezembro de 2024

Espaço Olavo Setubal, Itaú Cultural, Avenida Paulista, São Paulo, Brasil































































Espaço Olavo Setubal, Itaú Cultural, Avenida Paulista, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Fotografia


O Espaço Olavo Setúbal do Itaú Cultural é uma exposição permanente que reúne obras de duas coleções do maior acervo de arte de uma companhia privada da América Latina: Brasiliana Itaú e Itaú Numismática.
Em dois andares do espaço, a exposição apresenta ao público cinco séculos da história do Brasil, dividida em nove módulos: “O Brasil Desconhecido”, “O Brasil Holandês”, “O Brasil Secreto”, “O Brasil dos Naturalistas”, “O Brasil da Capital”, “O Brasil das Províncias”, “O Brasil do Império”, “O Brasil da Escravidão” e “O Brasil dos Brasileiros”.
No total são mais de mil obras, entre pinturas, desenhos, aquarelas, têmperas, gravuras, mapas, manuscritos de literatura, documentos, livros, moedas, medalhas, condecorações, barras de ouro, entre outros objetos.
Nota do blog: Imagens de 2024 / Crédito para Jaf. 

Fundição de Ferro (Fundição de Ferro) - Cândido Portinari



 

Fundição de Ferro (Fundição de Ferro) - Cândido Portinari
Itaú Cultural, São Paulo, Brasil
Pastel seco sobre papel - 61x61 - 1938

Dinheiro Vivo: Arara (Dinheiro Vivo: Arara) - Vik Muniz



 

Dinheiro Vivo: Arara (Dinheiro Vivo: Arara) - Vik Muniz
Itaú Cultural, São Paulo, Brasil
Impressão a jato de tinta no papel - 122x101 - 2022

Espaço Herculano Pires - Arte no Dinheiro, Itaú Cultural, Avenida Paulista, São Paulo, Brasil

























Espaço Herculano Pires - Arte no Dinheiro, Itaú Cultural, Avenida Paulista, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Fotografia

A Coleção Itaú de Numismática ganhou um espaço exclusivo: o Espaço Herculano Pires – Arte no Dinheiro, ocupando 278 metros quadrados do 6º andar da instituição.
Entre moedas, medalhas, provas, ensaios, condecorações e objetos ligados ao universo monetário, exibe mais de 2,9 mil peças. O espaço expositivo é permeado por vídeos, obras de arte, livros raros, atividades interativas, acessibilidade e abriga uma sala especial onde repousa o mais valioso objeto: a Peça da Coroação (de Dom Pedro I). ‍São cerca de 1,9 mil moedas, 500 medalhas, 36 cédulas e 464 selos, além de condecorações, livros raros sobre o tema, obras de arte contemporânea e outros objetos de colecionador. No conjunto, a exposição conta a trajetória da construção dos diversos brasis e identidades culturais brasileiras, desde os primórdios até a atualidade. Este acervo foi iniciado pelo Banco Itaú em 1984 com a aquisição da coleção de moedas de Herculano de Almeida Pires (1905-1983), então membro do Conselho de Administração da organização. Eram 796 moedas de ouro, prata, cobre, níquel, cupro-níquel, alumínio e bronze. Hoje ela reúne mais de 7 mil itens. Um total de 29 vitrines agrupam as peças em 10 temas, como a noção de valor entre os povos originários, negritude e sua invisibilidade histórica, a representação das mulheres, memória histórica revisitada e o começo da colonização. No conjunto, eles revelam uma noção completa de como a identidade brasileira e toda a sua história foi sendo construída. Trecho de texto do Mapa das Artes.
Nota do blog: Imagens de 2024 / Crédito para Jaf.

Exposição "Ocupação Artacho Jurado", Itaú Cultural, Avenida Paulista, São Paulo, Brasil

 













Exposição "Ocupação Artacho Jurado", Itaú Cultural, Avenida Paulista, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Fotografia


Muitas vezes, em nosso imaginário, as metrópoles são territórios monocromáticos ou cinzentos. Contrapondo-se a esse estigma da cidade, o arquiteto João Artacho Jurado ousou imaginar, desenhar e construir uma outra ideia de cidade e da experiência de morar, repleta de cores, adornos, decorações e formas construtivas inusitadas. Seus prédios, cheios de detalhes e de uma riqueza cromática ímpar, suscitam a admiração, a imaginação e o desejo dos moradores, dos pedestres e do público em geral.
Filho de imigrantes espanhóis, Artacho Jurado começou sua carreira como letrista de cartazes, estandartes, feiras e exposições, na década de 1920. Passou a desenhar estandes para feiras industriais e, durante as duas décadas seguintes, se estabeleceu como organizador de uma série de eventos, como as exposições Centenário da cidade de Santos e Bicentenário de Campinas. Ingressou na construção civil ao fundar a Construtora Anhangüera com o irmão Aurélio em 1946, produzindo casas, pequenos prédios e vilas. A empresa se transformou, na década de 1950, na Construtora Monções, por meio da qual Artacho construiu suas obras mais emblemáticas. Seus prédios trouxeram para dentro do espaço da moradia, a sociabilidade e a convivência pública dos clubes e parques, aproximando o lazer, o ócio e o descanso, sem criar barreiras entre o lugar onde se mora e o resto da cidade.
Através de fotografias, documentos, desenhos, maquetes, vídeos, e muitos mais, a Ocupação Artacho Jurado apresenta um percurso pela vida e pela obra de um artista que produziu aquilo que acreditou ser a sua verdade estética e construtiva. Trecho de texto do Itaú Cultural.
Nota do blog: Imagens de 2024 / Crédito para Jaf.