domingo, 19 de janeiro de 2025

Propaganda "Honda Turuna 125", 1981, Honda, Brasil


 

Propaganda "Honda Turuna 125", 1981, Honda, Brasil
Propaganda

Companhia União dos Refinadores Açúcar e Café, Rua Borges de Figueiredo, Mooca, São Paulo, Brasil


 

Companhia União dos Refinadores Açúcar e Café, Rua Borges de Figueiredo, Mooca, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Fotografia

Nota do blog: Data e autoria desconhecidas.

Ambulâncias, 1957, Rio de Janeiro, Brasil


 

Ambulâncias, 1957, Rio de Janeiro, Brasil
Rio de Janeiro - RJ
Fotografia

Tratam-se de veículos marca Chevrolet, conhecidos pelo apelido "Boca de Sapo".
Eram do Instituto dos Industriários.
Nota do blog: Data 12/09/1957 / Autoria não obtida.


Filosofia de Internet - Humor


 

Filosofia de Internet - Humor
Humor

Vista Parcial da Sociedade Legião Brasileira, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil



 

Vista Parcial da Sociedade Legião Brasileira, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil
Ribeirão Preto - SP
Fotografia 

Era localizada na esquina das ruas São Sebastião e Visconde de Inhaúma.
O prédio foi demolido e no local construído o edifício Padre Euclides.
Nota do blog: Data não obtida / Fotografia de Tony Miyasaka.

sexta-feira, 17 de janeiro de 2025

Theatro Melpômene, Vitória, Espírito Santo, Brasil


 

Theatro Melpômene, Vitória, Espírito Santo, Brasil
Vitória - ES
Fotografia - Cartão Postal

Nota do blog: Data e autoria não obtidas.

Theatro Melpômene, Vitória, Espírito Santo, Brasil

 



Theatro Melpômene, Vitória, Espírito Santo, Brasil
Vitória - ES
Fotografia - Cartão Postal

Texto 1:
A história começou em 1872, quando o grupo de teatro Melpômene conseguiu um empréstimo para instalar um teatro no Largo da Conceição. Mas o empreendimento não foi adiante. A sociedade foi extinta, mas anos depois, o projeto é recuperado pelo então governador Muniz Freire que deu início às obras.
A construção se deu em 1895 e o teatro foi inaugurado em 1896 na praça da Independência (atual praça Costa Pereira), exatamente onde hoje é o Hotel Império, no início das ruas Graciano Neves e Sete de Setembro, no Centro de Vitória. Ali aconteceram as primeiras apresentações de óperas, a primeira projeção de filme (1901) e os primeiros grandes espetáculos.
O prédio foi projetado pelo arquiteto italiano Felinto Santoro no governo de Muniz Freire (1890-1896) . Construído em pinho de piga, possuía 1200 lugares, seu próprio gerador de energia, cortinas, camarotes, poltronas e cadeiras para a plateia.
O teatro funcionou até 1924 quando, durante a exibição de um filme em 08 de outubro, ocorreu um incêndio na sala de projeção que causou um imenso tumulto, levando algumas pessoas a se jogarem para fora do teatro. Parte da escada destinada ao público do balcão cedeu ao peso e deixou dezenas de feridos. Encontra-se algumas divergências entre publicações da época e dados que se divulgam hoje sobre o tamanho real do incêndio e quanto ao número de mortos. O jornal “Folha do Povo”, em 9 de outubro de 1924, apresentava a seguinte manchete: “O incêndio de hontem no Theatro Melpomene – vários mortos e grande número de feridos”. A partir desse episódio, o teatro foi interditado e vendido em 1925 a André Carloni, que aproveitou as colunas de ferro fundido para sustentáculo do Theatro Carlos Gomes, por ele iniciado. Este último foi inaugurado no dia 5 de janeiro de 1927, na mesma praça, alguns metros à direita do anterior. Texto do História Capixaba.
Texto 2:
Um dos pontos culturais mais emblemáticos da Vitória do fim do século XIX e começo do XX atendia pelo nome de Sociedade Dramática Particular Melpômene, que se tornaria o polo da vida cultural da capital por quase três décadas.
O Theatro Melpômene foi o primeiro teatro à italiana de Vitória, inaugurado em 1896 na praça Costa Pereira, Centro Histórico da cidade, e demolido em 1925, um ano após sua interdição.
Nascida em Campina Grande (PB), Colette Dantas reside em Vitória, Espírito Santo, desde 1982. Cresceu no Recife e morou também no Rio de Janeiro, cidades onde iniciou sua formação e seus trabalhos artísticos. Formou-se em Educação Artística na UFPE (Recife, 1981), em Arquitetura e Urbanismo na UFES (Vitória, 1999) e fez Mestrado em Arquitetura na UFRJ (Rio de Janeiro, 2005).
Ninguém melhor do que ela, portanto, para detalhar os pormenores da construção e da breve vida do teatro. Segundo suas pesquisas, o edifício possuía uma volumetria que se destacava no contexto da cidade, ainda com sua arquitetura e traçado urbano colonial de final do século XIX. Podia ser visto da Baía de Vitória, para a qual tinha posicionada a sua fachada frontal, e de vários pontos de vista da pequena Villa de Victoria, como das Igrejas do Rosário e do Carmo.
O antigo Largo da Conceição da Prainha, transformado em praça Costa Pereira, foi o território escolhido para implantação do teatro. No terreno vizinho, existia a Igreja de Nossa Senhora da Conceição, que foi demolida após a construção do teatro, pois os frequentadores da capela sentiam-se ameaçados pela "exposição moral" a que poderiam se submeter, dada a proximidade com um espaço daquela "natureza". Em outras palavras, o ambiente do teatro não era bem visto pela sociedade burguesa de então, sofrendo os preconceitos que sempre o acompanharam.
Além disso, o local estava sujeito a frequentes alagamentos, pois abrigava o estuário do Reguinho, riacho que descia do Morro da Fonte Grande, canalizado posteriormente para dar lugar à urbanização da rua Sete de Setembro e entorno.
A fachada do teatro era toda modulada em painéis de madeira com sistema de travamento cruzado interno das peças, lembrando a estrutura do sistema construtivo enxaimel. As peças de madeira, pinho de riga, foram trazidas de navio do Rio de Janeiro, de onde já vieram modeladas.
Para construir o teatro, foram contratados diversos profissionais italianos da construção civil, entre eles o engenheiro projetista da obra Filinto Santoro, o pintor Spiridioni Astolfoni, e o jovem ajudante de serviços Andrea Carloni.
O projeto arquitetônico do teatro foi desenvolvido por Santoro entre 1895 e 1896, que redigiu um memorial descritivo abordando questões conceituais, técnicas e construtivas da edificação, e ainda apresentava referências estéticas e programáticas que esclareciam seu processo criativo e decisões projetuais importantes.
Internamente, na sala de espetáculos, era possível observar as ordens da plateia: térrea, frisas, camarotes e galerias. A planta em ferradura revelava o traçado das edificações teatrais neoclássicas. O arco de cena decorado possuía camarotes de palco nas suas laterais e um fosso de orquestra. Foi a primeira edificação de Vitória a ter luz elétrica, fornecida por gerador próprio.
O teatro recebia uma diversidade de atrações, principalmente espetáculos cênicos. No espaço, foi instalado um dos primeiros cinemas da cidade, que exibiu a primeira sessão pública em 1901. Os eventos políticos e sociais também eram frequentemente abrigados pelo Melpômene, como bailes de carnaval e banquetes.
Infelizmente, em 8 de outubro de 1924, durante a sessão de um filme, um princípio de incêndio na cabine de projeção do Melpômene trouxe pânico aos espectadores. O desespero levou algumas pessoas a se jogarem do balcão para dentro e para fora do teatro. Parte da escada destinada ao público do balcão cedeu ao peso. O incêndio foi controlado, mas dois mortos e dezenas de feridos foram o resultado da tragédia, que levou ao encerramento das portas da casa de espetáculos. Texto do Teatro Hoje.
Nota do blog: Data 1913 / Autoria não obtida.

Imagens do Theatro Carlos Gomes, Vitória, Espírito Santo, Brasil



 

Imagens do Theatro Carlos Gomes, Vitória, Espírito Santo, Brasil
Vitória - ES
Fotografia - Cartão Postal

Nota do blog: Data e autoria não obtidos.

Theatro Carlos Gomes, Vitória, Espírito Santo, Brasil

 


Theatro Carlos Gomes, Vitória, Espírito Santo, Brasil
Vitória - ES
Fotografia - Cartão Postal


O Theatro Carlos Gomes é localizado na praça Costa Pereira, no centro da cidade. 
Inaugurado em 5 de janeiro de 1927 e inspirado no Theatro Scala de Milão, foi projetado pelo arquiteto italiano André Carloni. Apresenta uma mistura de estilos arquitetônicos em que predomina o neoclássico. A pintura do teto é de autoria do artista mineiro Homero Massena.
O Theatro Carlos Gomes foi edificado numa época em que Vitória passava por importantes transformações urbanas. Em 1923, o Theatro Melpômene (o único da cidade) sofrera um incêndio e foi demolido para a abertura da rua Sete de Setembro e para o alargamento da praça da Independência, atual praça Costa Pereira. Por utilizar a área do antigo teatro para ampliação da praça, a administração estadual assumiu o compromisso com o município de erguer um novo teatro. O projeto do Theatro Carlos Gomes é do arquiteto André Carloni, que adotou um estilo arquitetônico eclético. A construção utilizou recursos privados e aproveitou as colunas de ferro fundido do antigo Melpômene, que servem até hoje como sustentação dos balcões e galerias. A obra foi inaugurada em janeiro de 1927. Pouco tempo depois, o teatro foi comprado pelo governo estadual, que passou a administrá-lo. Com a crise do café, em 1929, foi arrendado a uma firma particular e passou a funcionar também como cinema.
Em 1970, retomado pelo Estado, passa por uma ampla restauração, recuperando sua importância no cenário cultural de Vitória. Em 1983, foi tombado pelo Conselho Estadual de Cultura.
Em razão do processo de restauração, o theatro atualmente (2024) se mantem fechado (desde fevereiro de 2017). Texto da Wikipédia.
Nota do blog: Data 1976 / Autoria desconhecida.

Predinhos da Avenida Cel. Quito Junqueira, Campos Elíseos, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil

























Predinhos da Avenida Cel. Quito Junqueira, Campos Elíseos, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil
Ribeirão Preto - SP
Fotografia

Indubitavelmente, a Cel. Quito Junqueira é conhecida por seus predinhos, existindo vários pela avenida.
Nota do blog: Data 2024 / Crédito para Jaf.