sexta-feira, 14 de março de 2025

Conduzindo o Gado (Conduzindo o Gado) - José Rosário

 


Conduzindo o Gado (Conduzindo o Gado) - José Rosário
Coleção privada
OST - 55x80 - 2018

Fuente Rústica / Ecoparque / Antigo Jardim Zoológico de Buenos Aires, Argentina

 






Fuente Rústica / Ecoparque / Antigo Jardim Zoológico de Buenos Aires, Argentina
Buenos Aires - Argentina
Fotografia

El segundo director del Jardín Zoológico fue Clemente Onelli y durante su gestión se hicieron perforaciones en el parque buscando napas con agua potable, como señal identificatoria pusieron fuentes. No hay referencias a autoría (circa 1911).
Nota do blog: Data 2024 / Crédito para Jaf.

Fuente Mono Caí / Ecoparque / Antigo Jardim Zoológico de Buenos Aires, Argentina







Fuente Mono Caí / Ecoparque / Antigo Jardim Zoológico de Buenos Aires, Argentina
Buenos Aires - Argentina
Fotografia

Inaugurada en 1926, obra de Juan Passani.
Obra de bronce patinado, representando a un mono que está siendo aprisionado por una víbora; de su boca sale un surtidor de agua a la fuente inferior. Pedestal y fuente chica de un metro de diámetro ondeada, en mármol reconstituido con cuatro grifos.
El dramatismo que transmite la obra queda plasmado en la expresión desesperada de su protagonista, que gira marcadamente su cabeza, mientras intenta con sus extremidades delanteras desembarazarse de la opresión de su atacante. La pieza está colocada actualmente sobre una base de mampostería revestida con mayólicas de motivos florales y forma parte de un estanque. Texto do GCBA.
Nota do blog: Data 2024 / Crédito para Jaf.

Fuente Anchorena / Fuente Diana Cazadora / Ecoparque / Antigo Jardim Zoológico de Buenos Aires, Argentina



 

Fuente Anchorena / Fuente Diana Cazadora / Ecoparque / Antigo Jardim Zoológico de Buenos Aires, Argentina
Buenos Aires - Argentina
Fotografia


La fuente "Diana la Cazadora", también conocida como "La Anchorena", fue donada en 1911 por el entonces intendente de la Ciudad, Joaquín de Anchorena (inaugurada en 1911). Diana se encuentra en la parte superior de la fuente que le sirve de apoyo, en la cual el agua fluye a través de la boca de un león con lengua de bronce. Con la transformación del Zoológico en Ecoparque, las fuentes y las esculturas fueron puestas en valor, esta entre ellas.
Su fachada principal de composición simétrica presenta en ambas laterales pilastras estriadas.
En el centro, un arco formado por molduras de hojas de laurel le da marco a una cabeza de león en relieve cuya boca es la vertiente de agua de la fuente que desborda sobre un pequeño estanque decorado con guirnaldas.
Sobre el remate del edificio ornamentado por una placa con inscripciones y molduras dentadas se alza el grupo escultórico que representa a la diosa griega Artemisa (Diana) con un ciervo. Flanquean y acompañan esta fuente dos bustos sobre pedestales y dos bancos.
El grupo escultórico ubicado en el remate es una réplica de la obra original conocida como Diana de Versailles, (siglo I o II), que se encuentra en el Museo del Louvre (París) y es una copia romana en mármol, de un original griego de bronce que se perdió y es atribuido a Locares (325 a.C). Diana, hermana de Apolo, es amante de los bosques y de la caza. Diosa de la virginidad y de los prados no pisados por el pastor. Texto do GCBA.
Nota do blog: Data 2024 / Crédito para Jaf.

Busto de Florentino Ameghino / Ecoparque / Antigo Jardim Zoológico de Buenos Aires, Argentina








Busto de Florentino Ameghino / Ecoparque / Antigo Jardim Zoológico de Buenos Aires, Argentina
Buenos Aires - Argentina
Fotografia


Florentino Ameghino (1854- 1911) fue naturalista argentino.
Busto en bronce, obra de Alejandro Perekrest.
Nota do blog: Data 2024 / Crédito para Jaf.

Estatua El Eco / Estátua O Eco / Ecoparque / Antigo Jardim Zoológico de Buenos Aires, Argentina




 

Estatua El Eco / Estátua O Eco / Ecoparque / Antigo Jardim Zoológico de Buenos Aires, Argentina
Buenos Aires - Argentina
Fotografia

Texto 1:
Inaugurada en junio de 1959, obra de Lola Mora de Hernández (conocida como Lola Mora 1866-1936).
Obra de mármol pulido de Carrara, representando un desnudo femenino en actitud de estar escuchando detenidamente, posando su mano izquierda en su oreja.
Se encuentra ubicada en uno de los costados de la entrada del Ecoparque BA. Se yergue allí una pálida estatua, recostada en un pedestal, pensativa, como inclinada ante un desierto donde se desgaja la esperanza.
Esta obra, conjuntamente con una efigie del Dr. Aristóbulo del Valle, se encontraba en Palermo, luego fue emplazada en su actual ubicación, ignorándose el anterior destino. Texto do GCBA.
Texto 2:
El Eco es una talla en mármol realizada por la escultora Lola Mora hacia el año 1906. Originalmente esta figura formaba parte de un monumento a Aristóbulo del Valle, destruido antes de su inauguración por un acto vandálico. Representa la alegoría que escucha atentamente las palabras de Del Valle, un destacado orador. Texto do GCBA.
Nota do blog: Data 2024 / Crédito para Jaf.

Estatua Cuadrante Solar / Estátua Quadrante Solar / Ecoparque / Antigo Jardim Zoológico de Buenos Aires, Argentina

 









Estatua Cuadrante Solar / Estátua Quadrante Solar / Ecoparque / Antigo Jardim Zoológico de Buenos Aires, Argentina
Buenos Aires - Argentina
Fotografia

Donada por don Emilio Mitre, autor Jorge María Lubary.
Esta figura está realizada en mármol y representa una mujer, que mientras con una mano se protege los ojos del sol, con el índice de la otra señala hacia el cuadrante (o reloj) solar. Trecho de texto do GCBA.
Nota do blog: Data 2024 / Crédito para Jaf.

quinta-feira, 13 de março de 2025

Semáforo à Prova d’Água, São Paulo, Brasil




Semáforo à Prova d’Água, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Fotografia

 

Na São Paulo atual, basta chover um pouquinho que os semáforos param de funcionar. Eles só voltam dali a um, às vezes até dois dias. A prefeitura aproveita esse tempo para culpar a gestão passada, ou as empresas contratadas para a manutenção, ou a tecnologia empregada no sistema, que é defasada.
Já na época desta foto, não sei se o problema era tão grave. Mas pelo menos a tecnologia ninguém podia culpar. Por mais antiga que fosse, vê-se na foto que ela era confiável, robusta e capaz de resistir às maiores tempestades.
Fico devendo o crédito da foto, que chegou até mim sem qualquer informação sobre autor, data ou local. A data parece ser final dos anos 40 ou início dos 50, e o local eu agradeço se alguém me ajudar a reconhecer. Texto M. Jayo.
Atualização: A rua é a Major Quedinho, logo após o Estadão Lanches; o edifício mostrado é o Souto de Oliveira, localizado no número 99 da rua citada. (vide imagem 2 do post).
Nota do blog: Imagem 1, data e autoria não obtidas / Imagem 2, data 2024, crédito para Google Maps.

Imóvel Antigo Demolido, São Paulo, Brasil








Imóvel Antigo Demolido, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Fotografia


Um caixote está terminando de ser construído, a toque de caixa, na rua Maranhão 812, em Higienópolis.
O que será que vai funcionar nele? A faixa horizontal em tons de azul e verde, que atravessa o prédio de lado a lado, nos dá a resposta: será uma farmácia. A faixa é parte da identidade visual da rede Droga Raia.
Mas não é a primeira vez que este endereço é usado comercialmente. Ao contrário: desde os anos 70, uma longa sequência de estabelecimentos funcionou nele, aproveitando uma bela e convidativa construção sobrevivente dos tempos em que o bairro não era verticalizado. O último ocupante do casarão foi o que mais durou: um restaurante vegetariano, que ficou lá por cerca de 20 anos e fechou as portas há dois meses.
Eu me pergunto por que o pessoal que está entrando agora considerou que uma casa tão rara e bela não podia ser usada como farmácia. Acharam que as pessoas não iam entrar nela para comprar seus remédios? Que a drogaria não ia dar certo se seu prédio não fosse também uma droga?
Nem mesmo a falta de espaço para carros pode ter sido a razão. Na frente do antigo casarão havia seis vagas!
A resposta mais provável nos é dada, novamente, pela desengonçada faixa horizontal. É que a velha casa não permitia o expediente simples, porém decisivo, para o qual o caixotão foi projetado: instalar a enorme logomarca meio metro para dentro da fachada, burlando assim a lei cidade limpa. Texto de M. Jayo
Nota do blog: Imagens 1, 2 e 3, data 2017, crédito para M. Jayo / Imagem 4, data 2014, crédito para Google Maps / Imagem 5, data 2023, crédito para Google Maps.

Vistas de São Paulo, 1918, São Paulo, Brasil


Georges Jean Bourgès.


Viaduto do Chá e Vale do Anhangabaú.


Museu do Ipiranga.


Avenida Paulista.


Rua XV de Novembro.


Rua Anhangabaú (futura Avenida Prestes Maia).


Viaduto Santa Ifigênia.


Avenida Paulista (Belvedere Trianon).


Estação da Luz.


Represa de Guarapiranga.


Praça da República.


Casa de Ferdinand Pierre na Avenida Paulista.


Ferdinand Pierre e família.


Casa de bonecas de Jacqueline Pierre.


Vistas de São Paulo, 1918, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Fotografia

Acabo de fazer uma grande descoberta: já existiu, em plena avenida Paulista, uma casa sobre a qual até agora não havia nenhuma informação ou registro conhecido!
Mas antes de mostrar esse achado, tenho que contar como cheguei a ele. Foi por meio de um velho álbum recheado de fotos da Primeira Guerra Mundial, posto à venda na internet por uma casa de leilões francesa.
Era um álbum com pedigree: pertenceu a um tal Georges Jean Bourgès (1887-1974), que comandou tropas francesas em diversas batalhas da primeira guerra. Quem tiver a paciência de pesquisar verá que ele era membro de uma família muito influente, pertencente à fina flor da aristocracia francesa.
Como costuma acontecer nesses leilões, o álbum foi retalhado e vendido por partes. Cerca de metade dele era formada por páginas e páginas com fotos do cotidiano de campos de batalha. São centenas de imagens de trincheiras, armas e soldados, feitas por Bourgès entre 1914 e 1917. Estas páginas acabaram vendidas por valores bastante altos.
Mas a segunda metade não fez o mesmo sucesso. Eram fotos de uma viagem que Bourgès fez à América do Sul entre janeiro e agosto de 1918. A guerra ainda estava rolando, mas pelo jeito ele resolveu deixar os campos de batalha e dar uma passeada, que ninguém é de ferro. Coisa de aristocrata, que pode sair de uma guerra. Visitou Buenos Aires, Montevidéu, São Paulo, Rio, Vitória e Salvador. Eu acabei comprando baratinho, pelo lance mínimo, o lote com fotos de São Paulo.
As imagens, de março e abril de 1918, mostram que o combatente em férias andou bastante pela cidade. Visitou não só as atrações mais comuns (estação da Luz, vale do Anhangabaú, museu do Ipiranga…), mas também outros lugares menos óbvios para um turista. Chegou a ir às regatas na represa de Guarapiranga!
Entre um passeio e outro, o visitante parece ter-se hospedado na casa de outro francês: um senhor gordinho de terno escuro, gravata borboleta e chapéu Panamá, que em algumas fotos aparece identificado como Monsieur Pierre.
Não é preciso pesquisar muito para saber quem é o Monsieur. Trata-se do banqueiro Ferdinand Pierre, presidente do Banco de Credito Hypothecario e Agricola. No ano seguinte o banco seria comprado pelo governo estadual, e acabaria dando origem ao Banespa.
Pesquisando, descobri que banqueiro morava com a família num palacete da avenida Paulista. É justamente a casa que se vê em duas das fotos. Ela ficava no atual número 171 da avenida, projetada pelo arquiteto, também francês, Victor Dubugras. Texto de M. Jayo.
Nota do blog: Data 1918 / Crédito para Georges Jean Bourgès.