sexta-feira, 31 de maio de 2024

Sociedade Comercial Arpagral Ltda / Representante Toyota no Brasil, São Paulo, Brasil

 


Fachada da primeira linha de montagem da Toyota no Brasil.


Toyota Land Cruiser FJ25.


Raríssimo Arpagral Toyota Land Cruiser FJ25, a gasolina, importado pela Arpagral e encarroçado no Brasil.


Plaqueta de identificação do Toyota Land Cruiser FJ25.


Arpagral, primeira linha de montagem da Toyota no Brasil.


Fachada da primeira linha de montagem da Toyota no Brasil.


Sociedade Comercial Arpagral Ltda / Representante Toyota no Brasil, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Fotografia 


O Brasil foi o primeiro país a ter uma fábrica da Toyota fora do Japão, em 1958. Antes disso, porém, a marca já tinha um representante exclusivo por aqui: era a Sociedade Comercial Arpagral Ltda, cujo principal negócio era importar chassis de veículos comerciais da Toyota e adaptá-los com motores a diesel Mercedes-Benz.
Assim, a primeira linha de montagem Toyota no Brasil, não é a da fábrica em São Bernardo do Campo, mas sim um galpão da Arpagral localizado na Rua do Manifesto, número 2900, na cidade de São Paulo.
Após receber os chassis e adaptá-los ao motores diesel, o passo seguinte era mandá-los para encarroçadores que os transformavam em micro-ônibus e lotações. O mesmo importador também vendia aqui chassis da Isuzu — fábrica rival da Toyota no Japão.
A Arpagral trazia ainda os jipes Land Cruiser FJ-25 com motor de seis cilindros em linha a gasolina que a Toyota clonara dos Chevrolet. Os chassis podiam ser vestidos com carrocerias brasileiras ao gosto do cliente. Vieram até alguns carros de passeio Toyopet Crown. Na fachada da empresa, um letreiro anunciava toda a linha: "Automóvel, furgon, caminhonete, caminhão, ônibus, jeep e jipão etc".
Comandados por Ichiro Nishitani, um enérgico japonês naturalizado brasileiro, os negócios da Arpagral incluíam uma indústria de pesca na Ilha Grande (RJ), atividades gráficas e até a fabricação de meias e brinquedos.
Em 1º de novembro de 1955, o jornal O Globo publicou uma nota onde se lia que a Toyota estava interessada em montar uma fábrica de jipes em Santa Luzia (MG).
A ideia foi adiante — não em Minas, mas em São Paulo, quando, em abril de 1956, chegaram do Japão um vice-presidente da Toyota e um executivo que trabalharia com Nishitani na implantação de uma empresa de capital misto.
A produção do Land Cruiser começou em 1958. Em 1962, uma nova fábrica foi inaugurada em São Bernardo do Campo, o jipe ganhou motor Mercedes e foi rebatizado de Bandeirante.
Por causa de seus outros negócios, Nishitani (que chegou a ser diretor vice-presidente da Toyota do Brasil) faliu em 1967. Até morrer, em 2002, aos 85 anos, trabalhou na tentativa de se reerguer. Texto de Jason Vogel.
Nota do blog: Data e autoria das imagens não obtidas.

Imóvel Antigo, Rua Comandante Marcondes Salgado com Quintino Bocaiúva, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil








Imóvel Antigo, Rua Comandante Marcondes Salgado com Quintino Bocaiúva, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil
Ribeirão Preto - SP
Fotografia

Localizado na rua Comandante Marcondes Salgado com Quintino Bocaiúva.
Nota do blog: Imagens de 2024.

Antigos Postes de Iluminação, Parque Municipal do Morro de São Bento, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil






 

Antigos Postes de Iluminação, Parque Municipal do Morro de São Bento, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil
Ribeirão Preto - SP
Fotografia

Esses postes são remanescentes dos que existiam na avenida Nove de Julho. 
Ainda que não recebam os cuidados e manutenção adequada, mantém parte de sua beleza.
Estão instalados no Parque Municipal do Morro de São Bento (os das imagens instalados em frente da Casa da Cultura Juscelino Kubitschek).
Nota do blog: Imagens de 2024.

Poço 212 São Bento, Saerp, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil







 

Poço 212 São Bento, Saerp, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil
Ribeirão Preto - SP
Fotografia

Localizado na rua Capitão Salomão.
Nota do blog: Imagens de 2024.

Viaduto Jandyra de Camargo Moquenco, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil

 


















Viaduto Jandyra de Camargo Moquenco, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil
Ribeirão Preto - SP
Fotografia



Muita gente não sabe, mas este viaduto já foi chamado de "Viaduto Presidente Sarney".
Tal nomeação foi uma das maiores jeguices da história de Ribeirão Preto.
Felizmente, ainda que a contragosto, repararam o erro.
Texto 1:
Sobre a troca do nome do viaduto: 
O ex-presidente José Sarney deixará de ter seu nome homenageado no primeiro viaduto construído em Ribeirão Preto.
A prefeita da cidade, Dárcy Vera (PSD), publicou decreto na edição do Diário Oficial do Município de 17/06/2016, oficializando a alteração do nome do viaduto, inaugurado em 1986, quando Sarney era presidente da República.
A retirada do nome do ex-presidente do viaduto, que interliga as avenidas Meira Júnior e Independência, já tinha sido aprovada pela Câmara em 2009, mas não tinha sido sancionada pela prefeita.
Dárcy e seu secretariado passaram a ser cobrados da mudança de nome após o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, ter enviado na última semana ao STF pedido de prisão do ex-presidente, do presidente do Senado, Renan Calheiros, e do senador Romero Jucá, todos peemedebistas.
Há dois anos, um protesto já havia rebatizado o viaduto.
À época da aprovação, a Câmara usou como argumento para a alteração denúncias envolvendo o peemedebista, então presidente do Senado, como a nomeação de assessores por meio de atos secretos.
Com a decisão, o viaduto passará a se chamar Jandyra de Camargo Moquenco, ex-diretora do jornal "A Cidade", que morreu em 2009. 
João Gilberto Sampaio, prefeito da cidade entre 1983-1988 e responsável pelo batismo, disse quando a Câmara aprovou a alteração que "talvez fizesse o mesmo". "Naquela época (anos 80), o Sarney estava no auge e ia relativamente bem", disse à época. Texto de Marcelo Toledo.
Texto 2:
Sobre a homenageada:
Morreu em 05/08/2009, aos 88 anos, a diretora de honra do jornal "A Cidade", Jandyra de Camargo Moquenco. Ela estava internada no hospital Beneficência Portuguesa e teve uma parada cardíaca no início da madrugada.
Jandyra era filha do jornalista Orestes Lopes de Camargo e de Maria Casagrande Lopes, que assumiram o comando do jornal em 1936, e viúva de José Moquenco Pardal. Ela tinha quatro filhos, oito netos e seis bisnetos.
Jandyra esteve à frente de "A Cidade" durante 64 anos. Entre 1940 e 2004, foi linotipista, diretora comercial e organizava, pessoalmente, a logística de entrega dos jornais - o que incluía jornadas que começavam às 4h. Também foi professora de português do Senac, nas décadas de 30 e 40. Texto da Folha de São Paulo.
Texto 3:
Sobre a homenageada:
Todos os funcionários de dona Jandyra de Camargo Moquenco, a primeira linotipista mulher do país e proprietária do centenário jornal "A Cidade", em Ribeirão Preto, eram tratados por ela como "meus meninos".
E, se os meninos dela estivessem certos, ela os defenderia até o fim, lembra a filha Vera. Não foram poucas as vezes em que dona Jandyra peitou autoridades na cidade pelos seus repórteres.
Certa vez, expulsou a vassouradas políticos que foram até o jornal reclamar de textos que os incomodavam. Filha de um guarda-livros que saiu de SP para se aventurar em Ribeirão e que acabou comprando o jornal com a renda das marmitas que a mulher vendia, Jandyra começou cedo a trabalhar -fez de tudo na profissão, até dobrar e entregar jornal. Por um tempo, a família morou em cima da empresa.
"Quando as máquinas paravam, todo mundo acordava e esperava dez minutos para voltarem. Se não voltassem, alguma coisa estava errada, e a família descia para ver o que era", lembra Vera.
Jandyra costuma ir ao jornal todos os dias e, mesmo aos 88 anos, a última palavra nos negócios ainda era dela - hoje, o jornal é da EPTV (afiliada da Globo). "Ela era uma pessoa ultrassimples, mas de gestos nobres", diz o neto Zeca. Trecho de texto de Estêvão Bertoni.
Nota do blog: Imagens de 2024.




Casa da Cultura Juscelino Kubitschek, 2024, Secretaria da Cultura e Turismo, Prefeitura Municipal de Ribeirão Preto, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil










Casa da Cultura Juscelino Kubitschek, 2024, Secretaria da Cultura e Turismo, Prefeitura Municipal de Ribeirão Preto, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil
Ribeirão Preto - SP
Fotografia



A Prefeitura Municipal, por meio da Secretaria da Cultura e Turismo, entregou em 24/05/2024, a Casa da Cultura Juscelino Kubitschek reformada e com adequações de acessibilidade.
Foi instalado um sistema de climatização completo, com equipamentos tipo VRF, e elevador PCD. As salas passaram por readequações com instalação de divisórias em vidro e pisos específicos para cada atividade. O prédio também passou por pinturas nas áreas interna e externa.
O local também vai também abrigar a primeira "Fábrica de Cultura 4.0" do interior do estado de São Paulo.
A Casa da Cultura Juscelino Kubitschek foi construída em 1976 e inaugurada no dia 26 de janeiro de 1977, com projeto arquitetônico sendo executado pelo arquiteto Durval Suave, que pensou em um espaço multiuso para realização simultânea de várias atividades. Integrante do Complexo Cultural Alto do São Bento, o prédio, ao longo do tempo, teve outras ocupações, até ser a sede administrativa da Secretaria da Cultura e Turismo. No seu jardim, encontram-se esculturas de Bassano Vaccarini e de Thirso Cruz.
Já a Fábrica de Cultura 4.0 ofertará 105 cursos com 2.635 vagas, 280 atividades culturais na Bibliotech e mais 300 eventos de difusão cultural. Estima-se que 67 mil participantes serão alcançados, contabilizando a frequência nas aulas, presença nas ações da Bibliotech e de difusão. Trecho de texto da Prefeitura Municipal de Ribeirão Preto.
Nota do blog 1: Espero que desta vez preservem e cuidem do prédio, antes dessa reforma (que demorou muito tempo para acontecer e ser concluída) o prédio estava destruído. Já quanto a essa tal "Fábrica de Cultura 4.0", só acredito vendo, ainda mais que vai ser gerida por organização social...
Nota do blog 2: Imagens de 2024.

9° Campeonato Brasileiro de Balonismo, 1996, Aeroporto Leite Lopes, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil


 

9° Campeonato Brasileiro de Balonismo, 1996, Aeroporto Leite Lopes, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil
Ribeirão Preto - SP
Fotografia

Nota do blog: Crédito da imagem para Neyton Reis.

Propaganda "A Beleza Incomparável das Cores", 1963, TV Tupi Canal 4, Rede Tupi de Televisão, São Paulo, Brasil


 

Propaganda "A Beleza Incomparável das Cores", 1963, TV Tupi Canal 4, Rede Tupi de Televisão, São Paulo, Brasil
Propaganda

A propaganda faz alusão à primeira transmissão experimental da TV a cores no Brasil.
A transmissão foi realizada em 01/05/1963, no Teatro Tupi, em São Paulo/SP.
Já a primeira transmissão de um programa à cores pela TV brasileira foi realizada pela Rede Globo em 19/02/1972, que com imagens da TV Difusora de Porto Alegre, transmitiu a Festa da Uva de Caxias do Sul (RS) com narração de Cid Moreira.


Vista Aérea, 1970, Recife, Pernambuco, Brasil


 

Vista Aérea, 1970, Recife, Pernambuco, Brasil
Recife - PE
Fotografia

Vista dos Arredores dos Arcos da Lapa, 1955, Rio de Janeiro, Brasil


 

Vista dos Arredores dos Arcos da Lapa, 1955, Rio de Janeiro, Brasil

Rio de Janeiro - RJ
Fotografia 

Nota do blog: Data 1955 / Autoria não obtida.