sábado, 16 de maio de 2020

Fachadas dos Prédios N. 51, 95 e 105 da Escola Técnica Getúlio Vargas, Antiga Escola Profissional Masculina, 1959, Brás, São Paulo, Brasil




Fachadas dos Prédios N. 51, 95 e 105 da Escola Técnica Getúlio Vargas, Antiga Escola Profissional Masculina, 1959, Brás, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Fotografia


As anotações da ascendência dos alunos e dos pais registrados nos livros da
Escola, por turma, em diferentes períodos e épocas, indicam que o corpo discente da “GV” do Brás, desde o seu início de funcionamento, foi constituído basicamente por alunos de origem e ascendência estrangeira. Nos primeiros anos, cerca de 50% dos alunos eram de ascendência italiana, 15% portugueses, 15% espanhóis e os 20% restantes, nacionais. Os de outras nacionalidades como a alemã, russa, polonesa, romenos, iugoslavos, letos, lituanos entre outras, eram em número muito pequeno, quase insignificante, nos primeiros anos, e que com o passar dos anos, aos poucos, esse contingente de alunos foi aumentando. É o que se verifica a partir da década de 20. Em 1924 matricula-se na escola o primeiro aluno de origem japonesa, Kiyoji Tomioka e que se forma em 1926, em Pintura e Decoração. Na década de 40, o número de alunos de origem japonesa começa a aumentar de forma gradativa, e nos anos 50 o número de alunos de ascendência japonesa na é significativo. Pelos estudos realizados, uma das características da “GV” do Brás é a de ter sido uma “escola de Imigrantes”.

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