Mostrando postagens com marcador Praça Parobé. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Praça Parobé. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 29 de julho de 2024

Praça Parobé, Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brasil


 



Praça Parobé, Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brasil
Porto Alegre - RS
Fotografia - Cartão Postal


Na imagem a Praça Parobé já tinha sido demolida e o local se transformado em estacionamento.
Anos mais tarde se tornaria um terminal de ônibus, função que desempenha até hoje.
Nota do blog: Data e autoria não obtidas.

Vista Parcial, Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brasil


 

Vista Parcial, Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brasil
Porto Alegre - RS
Fotografia - Cartão Postal

Na imagem a Praça Parobé já tinha sido demolida e o local se transformado em estacionamento.
Anos mais tarde se tornaria um terminal de ônibus, função que desempenha até hoje.
Nota do blog: Data e autoria não obtidas.

Praça Parobé, Década de 1930, Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brasil


 

Praça Parobé, Década de 1930, Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brasil
Porto Alegre - RS
Fotografia


A Praça Pereira Parobé ou Praça Parobé, como é popularmente conhecida, fica no Centro Histórico de Porto Alegre, ao lado do Mercado Público. Hoje ela abriga terminais de ônibus, mas já foi uma charmosa praça arborizada com jardim de estilo francês. A sua construção iniciou em 1925 e foi concluída em 1927. Antes de ser praça, a área era uma doca à beira do Guaíba, destinada a ancoradouro de pequenas embarcações. Em 1919, com as obras de construção do Cais do Porto, a doca foi aterrada. O terreno de 3200m² resultante do aterramento seria destinado à construção de um teatro municipal, projeto que não se concretizou. O Intendente Otávio Rocha, em 1925, decidiu, então, implantar uma praça no local. A Praça foi ajardinada e recebeu o Chafariz Imperial, também conhecido como Chafariz Conde D’Eu, que ficava na Praça XV de Novembro. Em 1935, foram implantados no local o abrigo para passageiros dos bondes, com lojas e bancas de comércio (que existem ainda hoje). A grande enchente de 1941 causou grandes danos à praça, destruindo completamente o jardim. Depois da enchente, o Chafariz Imperial foi instalado no Parque Farroupilha e o local foi convertido em estacionamento de automóveis e ponto de embarque e desembarque de ônibus. Nos anos 2000 foi construído o terminal de ônibus Parobé, com várias linhas do transporte público da cidade.
Nota do blog: Data década de 1930 / Autoria desconhecida.

Praça Parobé, Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brasil


 



Praça Parobé, Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brasil
Porto Alegre - RS
N. 9
Fotografia - Cartão Postal


Nota do blog: Data e autoria não obtidas.

Praça Parobé, Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brasil


 

Praça Parobé, Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brasil
Porto Alegre - RS
Fotografia - Cartão Postal

A Praça Pereira Parobé (atualmente Terminal Praça Pereira Parobé) é localizada no Centro Histórico de Porto Alegre, capital do Rio Grande do Sul.
É popularmente conhecida como Praça Parobé. O logradouro hoje é um complexo viário e comercial situado ao lado do Mercado Público de Porto Alegre, e conta com terminal rodoviário e bancas de produtos como hortaliças e frutas. Esta última atividade, aliás, parece ser a de maior ligação com o passado histórico da região, que na verdade é um aterro sobre o que foi, um dia, a Doca das Frutas, uma doca portuária para o abastecimento do mercado e da cidade.
Sofrendo constante assoreamento e sendo de dimensões reduzidas, o que impedia o atraque de embarcações grandes, a doca foi aterrada em 1919, e em seu lugar estava prevista a construção de um teatro, o que não chegou a se concretizar, sendo então destinada como logradouro público pelo intendente Otávio Rocha, em 1925, passando a servir como terminal para os bondes que vinham dos bairros Navegantes e São João. Sua denominação atual data deste mesmo ano, homenageando o engenheiro, professor, político e ex-secretário de Obras Públicas do Estado, João José Pereira Parobé.
Em 1935, o prefeito Alberto Bins mandou instalar um abrigo para os passageiros dos bondes e pequenos estabelecimentos comerciais. Nesta época a praça ainda era ajardinada e possuía o belo chafariz de bronze (atualmente instalado no Parque Farroupilha). 
Na enchente de 1941 a praça foi bastante danificada, seu ajardinamento removido e passou a ser utlizada como terminal de ônibus, função que desempenha até os dias de hoje. Texto da Wikipédia adaptado para o blog por mim.
Nota do blog: Data e autoria não obtidas.

sábado, 11 de março de 2023

Mercado Público e Praça Parobé, Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brasil


 

Mercado Público e Praça Parobé, Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brasil
Porto Alegre - RS
Fotografia


Até a segunda administração de Saturnino de Souza e Oliveira, entre 1841 e 1842, Porto Alegre ainda não dispunha de um mercado central, sendo o comércio distribuído por vários pequenos estabelecimentos. Foi então constituída uma sociedade para a construção de um prédio adequado, localizado na antiga Praça do Paraíso, na área atualmente arborizada da Praça XV de Novembro. Este primeiro Mercado Público tinha uma planta quadrangular, em alvenaria de tijolos e com um portão de ferro, ficando pronto em 1844 e devendo concentrar todo o comércio de carne da cidade. Em 1845 foi contratado seu rebocamento externo e caiação.
Em 1845 foram iniciadas discussões para construção de um novo prédio, mais amplo, e o engenheiro Frederico Heydtmann apresentou um projeto em 1861, mas o desenho foi alterado substancialmente com ampliação das dimensões e acréscimo de torreões nos cantos. Homologado o projeto com suas adaptações, a construção teve sua pedra fundamental lançada em 29 de agosto de 1864. A inauguração ocorreu em 3 de outubro de 1869, sendo franqueado o acesso à população em 1 de janeiro do ano seguinte. A obra custou aos cofres públicos a importância de 246 contos de réis, bastante elevada para a época.
Em 1871 o pátio interior foi calçado, e arborizado em 1873. Em 1886 foram instalados 24 chalés no lugar das árvores. Na administração de José Montaury foi elaborado um projeto de ampliação, construindo-se um segundo piso, para abrigar escritórios comerciais e industriais e repartições públicas. Em 1912, ainda em obras, irrompeu um grande incêndio que destruiu todos os chalés na área interna. O segundo pavimento ficou pronto em 1913, e novos chalés, agora de metal, bem como uma câmara frigorífica, foram entregues em 1915 pela empresa Bromberg & Cia.
O mercado sofreu com as enchentes da cidade, especialmente a enchente de 1941, e com novos incêndios em 1976 e 1979. Na administração de Telmo Thompson Flores correu o risco de ser demolido para construção de uma avenida, mas o clamor popular fez com que a decisão fosse reconsiderada.
O prédio, em estilo eclético com forte influência neoclássica, foi tombado como Patrimônio Histórico e Cultural de Porto Alegre (Lei 4.317/77) em 12 de dezembro de 1979. Em 1987, foi criado através da Lei 5994/87 o FUNMERCADO (Fundo Municipal do Mercado Público), formado com a receita arrecadada das permissões de uso, tendo a finalidade de custear a restauração, reforma, manutenção e revitalização do prédio.
Em 1990, a administração da cidade organizou uma equipe multidisciplinar para desenvolver um Projeto de Restauração, no qual ficavam claros os seguintes objetivos:
Resgate da qualidade estética da edificação;
Otimização de seu potencial de abastecimento;
Valorização dos espaços de sociabilidade.
A reforma criou uma moderna estrutura de aço e vidro para cobertura da grande área do pátio interno, recuperou a percepção visual das arcadas, resgatou as circulações internas, criou novos espaços de convivência e implantou redes de infraestrutura compatíveis com o funcionamento do Mercado. Foi construída uma nova cobertura que possibilitou a integração entre o térreo e o segundo pavimento. No segundo pavimento, onde antes existiam escritórios e repartições públicas, atualmente estão instalados diversos estabelecimentos como restaurantes, lancherias, etc.
O custo da reforma ficou, na época, em R$ 9 milhões, sendo, 88% do orçamento da Prefeitura, e os demais 12% pelo Fundo do Mercado e doações diversas. A reinauguração ocorreu no dia 19 de março de 1997, e o resultado final foi premiado na 3ª Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo, em novembro deste mesmo ano.
O Mercado Público sofreu seu quarto incêndio em 6 de julho de 2013. O fogo iniciou por volta das 20h30min na parte antiga do complexo, e se alastrou rapidamente, consumindo uma grande parte do segundo piso e do telhado. O moderno pátio interior coberto, com suas bancas, bem como o térreo da parte antiga, não foram atingidos. A estrutura de alvenaria do prédio sobreviveu mesmo nos locais incendiados e não sofre risco de desabamento. Sendo um dos edifícios mais tradicionais e estimados da capital gaúcha, o fogo causou emocionada apreensão em muitas pessoas, formou-se uma multidão em torno do incêndio, as redes sociais publicaram mensagens de tristeza, e pela intensidade das labaredas temeu-se uma destruição total. No entanto, os bombeiros chegaram rápido e em cerca de duas horas debelaram o fogo com um efetivo de 70 soldados e vários caminhões. Em inspeção no dia seguinte a perícia calculou que apenas 10% do total do Mercado foi destruído, mas de qualquer maneira os prejuízos foram grandes. Porém, não houve vítimas. As causas do fogo ainda não foram determinadas.