terça-feira, 4 de dezembro de 2018

Monumento às Bandeiras, São Paulo, Brasil - Victor Brecheret

Monumento às Bandeiras, São Paulo, Brasil - Victor Brecheret
São Paulo - SP
Fotografia

Natureza Morta (Natureza Morta) - Estêvão Silva


Natureza Morta (Natureza Morta) - Estêvão Silva
Coleção privada
Óleo sobre madeira - 30x50 - 1889

Vaso Dourado (Vaso Dourado) - Raquel Taraborelli

Vaso Dourado (Vaso Dourado) - Raquel Taraborelli
Coleção privada
OST - 30x30

Fim de Tarde, Morro do Tatu, Dionísio, Minas Gerais, Brasil (Fim de Tarde, Morro do Tatu, Dionísio) - José Rosário

Fim de Tarde, Morro do Tatu, Dionísio, Minas Gerais, Brasil (Fim de Tarde, Morro do Tatu, Dionísio) - José Rosário
Dionísio - MG
Coleção privada
OST - 50x40 - 2018

A Hora Oficial 2017 - L'Ora Legale

A Hora Oficial 2017 - L'Ora Legale
Itália - 92 minutos
Poster do filme

terça-feira, 27 de novembro de 2018

Conceito e Definição das Partes Constitutivas de um Livro - Artigo






Conceito e Definição das Partes Constitutivas de um Livro - Artigo
Artigo


Livro: publicação não periódica que contém acima de 49 páginas, excluídas as capas, e que é objeto de Número Internacional Normalizado para Livro (ISBN). Um livro é dividido em partes para facilitar a leitura técnica. Externamente, as partes dizem respeito à sua condição física e, internamente, mais ao conteúdo.
A-) Partes externas do livro:
Sobrecapa: proteção para a capa. Inclui as mesmas informações na capa. É uma capa solta, colocada nas edições especiais, nem todos os livros vêm com a sobrecapa, pois é um acessório que encarece a edição.
Capa: é o “rosto do livro”. A capa deve conter na parte central o nome do autor, o título e o subtítulo. A capa pode ser de diversos materiais, como papel, cartolina, couro ou plástico. A elaboração da capa fica a critério do editor.
Contracapa: é a capa de trás do livro. Também é chamada de quarta capa.
Orelhas: geralmente, a capa apresenta orelhas, ou abas, ou asas, que contêm dados biográficos do autor ou comentários da obra. As orelhas excedem-se da capa e dobram-se sobre si mesmas para dentro. Muitas vezes usamos as orelhas como marcador de página.
Lombada ou dorso: é a parte que liga as folhas do livro, onde se encontra a costura. Fica no lado externo do livro.
B-) Partes internas do livro:
Página: uma das faces da folha.
Folhas de guarda: páginas em branco, encontradas no início e no final da obra.
Falsa folha de rosto: é opcional; precede a página de rosto e contém apenas o título e subtítulo da publicação.
Folha de rosto: é a capa de dentro do livro. Contém, normalmente, os elementos essenciais que identificam um livro: autor; título; número da edição; o local (cidade) da publicação do livro; casa publicadora (editora); ano da publicação (nem todos os livros possuem esses itens).
O verso da folha de rosto: contém os dados complementares de uma obra, tais como: títulos da série e número do volume; título original da obra; copyright; relação de colaboradores; relação de edições e reimpressões anteriores, com os respectivos editores e datas; nome e endereço da editora.
Dedicatória: folha opcional em que o autor presta homenagem ou dedica o livro a alguém.
Agradecimentos: folha opcional em que o autor indica apoio recebido na elaboração do livro.
Epígrafe: folha opcional em que o autor apresenta uma citação, seguida de indicação da autoria, relacionada com a matéria tratada no corpo do livro.
Sumário: enumeração das principais divisões, seções e outras partes do livro, na ordem em que nele se sucedem.
Lista de abreviaturas: relação em ordem alfabética das abreviaturas, siglas e símbolos utilizados no texto, escrita por extenso.
Prefácio: texto de esclarecimento, justificação, comentário ou apresentação, escrito pelo autor ou por outra pessoa.
Copyright: registro dos direitos autorais ou editoriais.
Miolo do livro: conjunto de folhas, reunidas em cadernos que formam o corpo do livro em que é exposto o conteúdo.
Posfácio: matéria informativa ou explicativa posterior à elaboração do texto.
Apêndice: desenvolvimento autônomo elaborado pelo autor; a fim de complementar sua argumentação, sem prejuízo da unidade nuclear do trabalho.
Anexo: documento, nem sempre do próprio autor, que serve de fundamentação, comprovação ou ilustração.
Glossário: lista em ordem alfabética de palavras ou expressões técnicas de uso restrito ou de sentido obscuro, acompanhadas das respectivas definições.
Índice: lista alfabética de autores e/ou assuntos e/ou nomes geográficos, por exemplo, contidos na obra, com indicação das páginas em que são encontrados. O índice pode ser também cronológico.
Colofão: informações do impressor, endereço, local e data de impressão, localizada de preferência na página ímpar da última folha do miolo.
Suplemento: documento que se adiciona a outro para ampliá-lo ou aperfeiçoá-lo, sendo sua relação com aquele apenas editorial e não física, podendo ser editado com periodicidade e/ou numeração própria.
Errata: lista apresentando os erros corrigidos, com indicação de páginas, parágrafo e linhas. É inserida, como encarte, antes da folha de rosto. Nem sempre os livros vêm com errata, é claro, ela só é inserida caso a edição tenha saído com erros.
Citação: Citação é o ato de referir-se a algum texto. Uma citação expressa uma ideia ou opinião de um determinado autor, que deve sempre ser identificado. Quando não se conhece a autoria, é normalmente inserida na citação a expressão "autor desconhecido". A citação pode ser: Citação direta quando é a transcrição literal de um texto; Citação indireta quando a pessoa que escreve o texto aborda a ideia de outro autor usando as suas próprias palavras; Citação de citação quando se cita uma citação do autor citado.
Bibliografia: Relação das obras consultadas ou citadas pelo autor na criação de determinado texto.
Nota do blog: Texto atualizado em 2025.

domingo, 25 de novembro de 2018

Natureza Morta (Natureza Morta) - Pedro Alexandrino


Natureza Morta (Natureza Morta) - Pedro Alexandrino
Coleção privada
OST - 59x71

A Má Notícia (A Má Notícia) - Belmiro de Almeida


A Má Notícia (A Má Notícia) - Belmiro de Almeida
Museu Mineiro Belo Horizonte
Óleo sobre madeira - 168x168 - 1897

Belmiro de Almeida, "A má notícia", (1897).Óleo sobre madeira. Em um quadrado de 168 x 168 cm., inscreve uma circunferência perfeita, sugerindo a lente de uma luneta que capta a solidão de uma mulher loura, debruçada no braço de um divã, lendo uma carta de luto. Embora acadêmico, conforme sugere o geometrismo que envolve a cena e o esmero laboratorial das cores, Belmiro de Almeida quer sensibilizar pela emoção da mulher. Do canto de um quadro na parede do fundo à carta de luto no chão, sugere ação diagonal. A diagonal oposta é formada pelo corpo da mulher no divã. Os contrastes de cores quentes e frias; luz e sombra indicam a presença do Barroco, associado ao Neoclássico e ao Romantismo, em nítida conotação eclética do autor. Como data de 1897, ano da mudança da Capital, de Ouro Preto para Belo Horizonte, deu margem à interpretação popular dizendo que a má notícia era a da mudança da capital.



Civilização Mineira (Civilização Mineira) - Cândido Portinari


Civilização Mineira (Civilização Mineira) - Cândido Portinari
Estado de Minas Gerais - MG
Casa Fiat de Cultura Belo Horizonte
Técnica mista sobre painel - 2340x8140 - 1959

Tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), este é o maior painel de Cândido Portinari em Minas Gerais, medindo 2,34 X 8,14 metros. O painel retrata a mudança da capital mineira, da cidade de Ouro Preto para Belo Horizonte, em 12 de dezembro de 1897. Em meio à paisagem, a presença de Tiradentes e outras personalidades retoma outro marco da história do Estado: a Inconfidência Mineira (1789). Com técnica mista, têmpera e óleo, a obra é caracteristicamente modernista, sem abrir mão de fundamentos da pintura clássica. Portinari (1903 – 1962) é considerado um dos maiores artistas brasileiros do século XX, tanto por sua produção estética quanto pela atuação consciente nos âmbitos cultural e político.

sábado, 24 de novembro de 2018

Tempo Matador, Alemanha










Tempo Matador, Alemanha
Fotografia - Propaganda


Sério candidato a veículo com o nome mais legal de todos os tempos, o Tempo Matador era um rival da Kombi que tinha muito em comum com ela, mas ao mesmo tempo era bem diferente. Sua fabricante, a Tempo (cujo nome completo era Vidal & Sohn Tempo-Werke GmbH), era uma pequena companhia da cidade de Hamburgo, fundada por Oscar Vidal em 1924. Depois de passar a década de 1940 produzindo veículos militares para a Segunda Guerra Mundial (algo que manteve diversas empresas alemãs vivas durante os anos de conflito) usando chassis de Land Rover, a Tempo começou a fabricar carros de três rodas, os Hanseat, em 1949.
Naquele mesmo ano, porém, a Tempo apresentou seu veículo mais conhecido: o Matador. O carro usava um chassi proprietário, com um motor boxer arrefecido a ar de 1,1 litro e 25 cv fornecido pela Volkswagen. Este, porém, ficava atrás dos bancos dianteiros, e movia as rodas da frente por meio de uma transmissão ZF de quatro marchas. Com isto, a distribuição de peso era bastante equilibrada – sem carga, o Matador se mantinha nivelado mesmo que uma das rodas traseiras fosse removida, e podia até mesmo rodar sobre piso plano.
Em configuração furgão, o Tempo Matador podia levar até 1.000 kg, mas também havia versões de passageiros, comercial e picape de cabine simples ou dupla.
Só havia uma falha grave de design que, na época, pode ter passado despercebida: o tanque de combustível do Tempo Matador ficava na dianteira – não, aquela saliência que abriga dos faróis e parece um rosto não é o capô. Se você achava que a Kombi era perigosa em uma colisão frontal, imagine o Matador…
Apesar disto, o Tempo Matador fez relativo sucesso na Alemanha como veículo de trabalho (talvez até por não existir uma rival da Volkswagen), com 1.362 unidades vendidas entre 1949 e 1952. Mas isto não durou muito tempo: com o lançamento da Kombi em 1950, não demorou para que a Volks percebesse que fornecer motores para um rival direto não era bom negócio.
Por isto, a partir de 1952, o Tempo Matador passou a vir equipado com um motor de 1,4 litro oferecido pela alemã Heinkel, de quatro cilindros em linha e 34 cv. Também foi reestilizado: os faróis e os frisos horizontais da dianteira tiveram sua posição invertida.
Em 1955, Vidal vendeu metade da sua companhia para a também alemã Hanomag. Com dinheiro extra em caixa, a Tempo então promoveu uma nova reestilização no Matador, escondendo de vez o tanque de combustível e adotando uma grade na parte inferior da dianteira. Ironicamente, seu visual ficou bem parecido com o da Kombi.
O Tempo Matador ainda sobreviveu por mais de duas décadas, mas não sem mudar de visual e de motor. Primeiro, em 1957, a van começou a sair da fábrica com um motor 1.5 de 48 cv fornecido pela britânica Austin. Em 1963, uma nova reestilização adotava faróis quadrados abrigados em uma grade horizontal. Também foi adotado um motor a gasolina mais forte, de 1,6 litro e 54 cv, que era complementado por um 1.8 a diesel de 50 cv fabricado pela própria Hanomag.
Em 1969, a Hanomag foi comprada pela Mercedes-Benz, e uma das primeiras providências da nova dona foi mudar o nome do Tempo Matador para Mercedes L. Assim, foi produzido até 1978.