quarta-feira, 23 de outubro de 2019

Escavação em Pompéia, Itália (Gli Scavi di Pompei) - Filippo Palizzi



Escavação em Pompéia, Itália (Gli Scavi di Pompei) - Filippo Palizzi
Pompéia - Itália
Coleção privada
Versão com parede azul
OST - 120x87 - 1865

Escavação em Pompéia, Itália (Gli Scavi di Pompei) - Filippo Palizzi

Escavação em Pompéia, Itália (Gli Scavi di Pompei) - Filippo Palizzi
Pompéia - Itália
Coleção privada
Versão com parede vermelha
OST - 118x85 - 1870

Edifício Brasilar, 1949-1952, São Paulo, Brasil

Edifício Brasilar, 1949-1952, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Fotografia - Cartão Postal


Fazenda com Grupo de Escravos (Fazenda com Grupo de Escravos) - Eduard Hildebrandt


Fazenda com Grupo de Escravos (Fazenda com Grupo de Escravos) - Eduard Hildebrandt
Coleção privada
OST - 68x101 - 1844

O Curso do Império, Destruição (The Course of Empire: Destruction) - Thomas Cole

O Curso do Império, Destruição (The Course of Empire: Destruction) - Thomas Cole
Nova York Historical Society Nova York Estados Unidos
OST - 100x161 - 1836

Largo da Carioca, 1903, Rio de Janeiro, Brasil - Augusto Malta


Largo da Carioca, 1903, Rio de Janeiro, Brasil - Augusto Malta
Rio de Janeiro - RJ
Acervo Museu da República
Fotografia

Mercury Montclair Convertible 1956, Estados Unidos






















Mercury Montclair Convertible 1956, Estados Unidos
Motor: 312/225 HP
Exterior: Preto e Vermelho
Interior: Branco e Vermelho
Fotografia


HIGHLIGHTS
AACA Grand National 1st place
Concours level restoration to like original specs
312/225 HP engine
Merc-O-Matic transmission
Power steering
Power brakes
Power seats
Power windows
Padded instrument cluster
Power convertible top
Tissue dispenser
Fender skirts
Day/Night mirror
Dual spotlight mirrors
Heat and defrost
Multi-Luber power lubrication system
Part of the Ken Nagel collection
This 1956 Mercury Montclair Convertible was the subject of a painstaking concours-level restoration by Carriage House Automotive Restorations in New Lenox, Illinois, to like-original specifications. Famous for its dedication to authenticity and attention to detail, Carriage House’s restoration has been rewarded with a plethora of awards, including AACA First Place Junior, Senior, Junior Grand National and Senior Grand National First Place Awards. Produced at the Los Angeles assembly plant, this spectacular “Big M” Montclair convertible is one of 7,762 built and one of few extant today. These were among the very best luxury cars of the period, with quality and style that outshone many of their contemporary competitors in the luxury field. Powered by the 312/225 “Safety Surge” V-8 mated to a Merc-O-Matic transmission, this 1956 Montclair came standard with a number of advanced mechanical features highlighted by a “Multi Luber” power lubrication system. Tastefully finished in the rare “Flow Town” two-tone color scheme, its black and red paint are separated by the Montclair’s distinctive “lightning bolt” side spears and by Montclair-only chromed borders defining the upper sections of each door. Exterior optional extras included wide whitewall tires, dual outside spotlight mirrors and fender skirts. The equally impressive red and white vinyl interior showcases advances introduced in Ford’s Lifeguard safety program, among them a deep-dish steering wheel, padded door panels with inset handles, a breakaway inside mirror and a padded dash and sun visors. It additionally includes a wide array of optional equipment that includes power steering and brakes, a four-way power seat, power windows, power soft top, heat and defrost, Travel Tuner radio, tissue dispenser and a Day/Night mirror. The 1956 Montclair convertible offered a grand open-air motoring experience, and it remains a genuine pleasure today.

terça-feira, 22 de outubro de 2019

Inauguração do Monumento ao Imigrante, Festa da Uva, 1954, Caxias do Sul, Rio Grande do Sul, Brasil

Inauguração do Monumento ao Imigrante, Festa da Uva, 1954, Caxias do Sul, Rio Grande do Sul, Brasil
Caxias do Sul - RS
Fotografia - Cartão Postal


O Monumento Nacional ao Imigrante é um monumento de Caxias do Sul, no Brasil, localizado na entrada da cidade, na BR-116, km 150.
Sua pedra fundamental foi lançada em 1950 pelo Presidente da República Eurico Gaspar Dutra. A construção partiu da iniciativa de uma comissão comunitária, que realizou um concurso para definir o melhor projeto dedicado a homenagear os imigrantes italianos do estado. O projeto escolhido foi de autoria do escultor gaúcho Antônio Caringi. A construção se iniciou em 1951, e a obra foi terminada em 1954, sendo inaugurada pelo Presidente da República Getúlio Vargas em 28 de fevereiro. A fundição das partes de bronze ficou a cargo da Metalúrgica Abramo Eberle, com supervisão de Tito Bettini, e os elementos de alvenaria e pedra são obra de Silvio Toigo e José Zambon.
A destinação inicial do monumento foi alterada pela Lei 1.801 de 2 de janeiro de 1953, que determinou que se homenageasse com ele não só os imigrantes italianos, mas todas as etnias que contribuíram para a povoação e progresso do Brasil, passando a ser um monumento nacional. Em 13 de setembro de 1985 o monumento foi doado ao Município pela Comissão Pró-Monumento, sofrendo diversas obras de restauro entre 1999 e 2002.
O monumento é constituído por um grande grupo escultórico em bronze representando um casal de agricultores, com uma criança nos braços da mulher. Às suas costas ergue-se um obelisco com três imagens alegóricas em baixo-relevo, ilustrando a posse da terra, o cultivo da terra, e a aliança entre as forças civis e militares sob a proteção divina, além da data 1875, da fundação da cidade. De ambos os lados existe uma escadaria monumental.
Abaixo das esculturas foi construída uma cripta, cuja porta, também em bronze, traz a imagem de Luiz Antônio Feijó Júnior recebendo os imigrantes, emoldurada por versos gravados de autoria de Cassiano Ricardo. Sobre a entrada, os dizeres A NAÇÃO BRASILEIRA AO IMIGRANTE. A cripta, revestida de mármore doado pelo governo da Itália, originalmente era um museu, mas a partir de julho de 2004 foi transformada em espaço cultural, recebendo o nome Espaço Cultural Antônio Caringi, dando lugar a exposições temáticas temporárias. Atualmente ali também está instalado o Museu do Imigrante. Em 18 de maio de 2016 o monumento foi declarado um dos símbolos oficiais de Caxias do Sul. Ele também nomeia a principal comenda concedida pelo município, a Medalha Monumento Nacional ao Imigrante.
Localizado às margens da BR-116, como forma de mostrar que a cidade está aberta para o mundo, o Monumento Nacional ao Imigrante é uma homenagem à trajetória de superação das diversas etnias que vieram ao país em busca de uma vida próspera.
A emblemática escultura emoldurada em bronze, esculpida pelo artista gaúcho Antônio Caringi, é um tributo às conquistas dos povos que conquistaram uma nova vida na América.
Inspirado no casal Luigi e Enrica Zanotti, que chegou à região junto com a primeira onda de imigrantes, o obelisco contém um significado simbólico sobre os valores dos povos que protagonizaram a história da imigração. Como uma referência que exalta os esforços dos italianos e demais etnias, a escultura é uma espécie de representação mítica das virtudes dos povos imigrantes, como o trabalho, a família e a religiosidade.
Às costas da imagem do casal existem relevos em granito, que ilustram a epopeia imigrante em três atos: a posse da terra, o cultivo e a aliança entre as forças civis e militares na Segunda Guerra Mundial. A inscrição 1875 acima dos relevos remete ao ano de chegada dos primeiros imigrantes à região onde nasceu Caxias do Sul, inicialmente denominada Colônia dos Fundos de Nova Palmira, e depois, Colônia Caxias.
Para diretora do Departamento de Memória e Patrimônio, Liliana Henrichs, o aniversário de 60 anos é um momento de renovação dos valores explícitos no Monumento.
Em 28 de fevereiro de 1954 a Rádio Caxias transmitiu a solenidade de inauguração do monumento, que contou com a presença do então presidente da República, Getúlio Vargas.
A mobilização por um monumento histórico em homenagem aos imigrantes iniciou ainda em 1949, com os preparativos para a retomada da Festa da Uva, que ocorreria no ano seguinte. O evento não estava sendo realizado havia 13 anos, devido à Segunda Guerra Mundial. A pedra fundamental foi lançada em 1950 pelo presidente Eurico Gaspar Dutra, e os anos seguintes, já com Getúlio Vargas de volta ao poder, foram de muita luta, em busca de verbas para a construção.
Aos 86 anos de idade, Ivo Compagnoni, irmão do falecido deputado caxiense Luiz Compagnoni, lembra com detalhes da articulação política junto ao presidente Vargas, e que resultou na edificação do Monumento.
Uma comissão comunitária liderada por Compagnoni realizou um concurso para escolher o melhor projeto de escultura. Assim, o projeto de Antônio Caringi foi o escolhido. A fundição das partes de bronze ficou a cargo da Metalúrgica Abramo Eberle. Enquanto a construção estava em andamento, um projeto do presidente Getúlio Vargas garantiu o restante da verba para a conclusão da obra, e também ampliou a finalidade inicial do Monumento.
Com o fim da guerra, a intenção de valorizar somente os italianos por meio do obelisco mudou. A Lei Federal 1801, de 18 de janeiro de 1953, alterou o nome da escultura para Monumento Nacional ao Imigrante, em alusão às diversas nações de imigrantes no Brasil.
A diretora do Arquivo Histórico Municipal, Liliana Henrichs, explica que a intensa onda de nacionalismo que imperava no país durante a Segunda Guerra não permitia nem que se falassem dialetos italianos e alemães em Caxias. Segundo ela, o reconhecimento do país ao empreendedorismo dos pioneiros após o final do conflito representou uma reconciliação do Brasil com as demais etnias europeias que imigraram para a região.

Praça Castro Alves, Salvador, Bahia, Brasil

Praça Castro Alves, Salvador, Bahia, Brasil
Salvador - BA
Fotografia - Cartão Postal

Tipuanas da Avenida da Saudade, 1935, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil




Tipuanas da Avenida da Saudade, 1935, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil
Ribeirão Preto - SP
Fotografia

Encontrei essa foto há um certo tempo em um site de leilões. Não havia muitas referências, apenas a informação de que era em Ribeirão Preto, no ano de 1935 (informação escrita no verso da foto). É uma fotografia amadora, não sei dizer a intenção do fotógrafo, não há um foco específico na imagem, quer seja a avenida, as árvores, o carro, o muro, as pessoas. 
As árvores me chamaram a atenção e fiquei por um bom tempo me perguntando onde era. A primeira coisa que me veio a cabeça foi o muro da Delegacia da rua Duque de Caxias, que logo descartei pelo tamanho da via. Comecei a pesquisar a respeito, fiz perguntas, até que descobri sua localização. Era na avenida da Saudade com rua Capitão Salomão. Atualmente o local está bem modificado, é quase impossível imaginar tal cena. 
As tipuanas da avenida da Saudade foram plantadas na administração Macedo Bittencourt, um verdadeiro túnel verde de três quilômetros de extensão, indo do cruzamento da rua Capitão Salomão até o Cemitério da Saudade. Duraram até 1945, quando foram retiradas durante as obras para a ampliação da avenida.
Nota do blog: Veja abaixo o local atualmente (2024).