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domingo, 24 de maio de 2020
Locomotiva em Manobra na Rotunda da Cia. Mogiana, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil
Locomotiva em Manobra na Rotunda da Cia. Mogiana, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil
Ribeirão Preto - SP
Fotografia
Locomotiva em Manobra na Rotunda da Cia. Mogiana, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil
Locomotiva em Manobra na Rotunda da Cia. Mogiana, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil
Ribeirão Preto - SP
Fotografia
A Odisseia dos Tontos 2019 - La Odisea de los Giles
A Odisseia dos Tontos 2019 - La Odisea de los Giles
Argentina / Espanha - 116 minutos
Poster do filme
O Passado Sempre Nos Manda Lembrança - Denis W. Esteves
O Passado Sempre Nos Manda Lembrança - Denis W. Esteves
Artigo
É certo que o tempo não para. Dias e anos se sucedem e o novo acaba inexoravelmente por se sobrepor ao antigo. Aqui e ali subsistem, e cada vez menos, pequenos resquícios dos tempos que se foram. Fragmentos de uma época que passou, testemunhos solitários e quase sempre ignorados de dias grandiosos que o tempo desbotou, afinal o presente é sempre tão cioso de si que para o passado não sobra espaço.
Em um mundo todo novo, e que por isso se desvencilha das mazelas do passado, repetindo os velhos erros de sempre como se fossem inéditos, faz muita falta a percepção dos tempos idos, a compreensão de seus valores e seu legado. O passado é como um sábio mestre, sempre disposto a ensinar o presente a construir um bom futuro.
Já o presente é, infelizmente, o aluno indisciplinado e debochado, que julga seu mestre um enfadonho e maçante repetidor de lições que nunca usará, para daí a pouco tropeçar exatamente por não ter aprendido a valiosa lição. Quando a aprende já é tarde, o presente se fez passado.
Não se pode afirmar categoricamente que desde o início dos tempos sempre foi assim, mas uma análise fria nos mostra que essa dinâmica há muito que se repete. Em alguns tempos com maior e em outros com menor intensidade. Dito isso, nos resta esperar que o atual presente fuja um pouco à regra e beba também na fonte do passado, aprendendo a lição enquanto ainda é presente.
Mas se, como dito, o presente se sobrepõe ao passado, eliminando pouco a pouco seus vestígios, onde o encontramos? Oras, o passado está justamente nos remanescentes e nos vestígios deixados do que já se foi. Ele está nos livros e documentos que espelham os pensamentos e as ideias de outras épocas, registrando os fatos ocorridos. Ele está no patrimônio edificado que ainda resiste de pé, nos bens móveis que não se perderam, nas manifestações imateriais que ainda hoje perpetuam conhecimentos e hábitos. Ele está nas antigas fotografias, velhas imagens que retratam locais, pessoas e acontecimentos que marcaram suas épocas, imagens que no passado foram julgadas dignas de transcenderem o tempo e transmitir ao futuro a mensagem de que "o passado manda lembrança"...
Ônibus da Viação Cometa, Terminal de Ônibus da Praça Carlos Gomes, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil
Ônibus da Viação Cometa no Terminal de Ônibus da Praça Carlos Gomes, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil
Ribeirão Preto - SP
Fotografia
Você sabia que, no dia 24 de maio de 1954, a permissão de transporte urbano passou da empresa Antônio Achê & Cia para a Viação Cometa? A primeira empresa de ônibus urbanos teria aparecido em 1925, por iniciativa de João Godoy, que traçou o primeiro itinerário, vindo a ser sucedido, em 1928, pela empresa Antônio Milena (hoje nome de rua nos Campos Elíseos) e Luiz Colucci. Eram 8 veículos, 32 funcionários e circulavam em três linhas que cobriam a Vila Tibério, Campos Elíseos e Alto da Cidade. A empresa foi vendida para a firma Sampaio Teodomiro, a qual, pouco tempo depois, a alienou para Antônio Achê, o qual, com seus irmãos Manoel, João, Inácio, Nicolau, Sérgio, José, Alfredo, Elias e Rubens criaram a empresa Antônio Achê & Cia., que prestou serviços de 1942 até 1954. Tudo foi bem até o início da década de 1950, quando começaram a surgir problemas de ordem financeira. Com a inflação e alta do câmbio, a empresa teve os seus custos aumentados (salários, peças, impostos e ônibus importados) e dificuldades, junto à administração municipal, para aumentar a tarifa, (problema que afeta as empresas até hoje), e entrou em colapso, vindo a ser cassada a permissão, não obstante o contrato de 30 anos. Então, a partir do dia 24 de maio de 1954, assumiu a atividade a Viação Cometa, cuja permissão durou 30 anos, tendo realizado bons serviços, com ampliação das linhas e preço compatível. Simultaneamente, na 2ª. gestão do Prefeito Antônio Duarte Nogueira, foi instituída a Transerp, na condição de empresa de economia mista da Administração Indireta do Governo Municipal, tendo como principais atribuições a implantação e a exploração do sistema trólebus, além da gestão dos serviços de transporte público de passageiros no município .O sistema trólebus iniciou sua operação comercial em julho de 1982. Todavia, dado o crescimento da cidade, a exigir novas linhas e ônibus, a alta inflação do período, bem como a concorrência dos trólebus e o preço administrado da tarifa, sem o aumento adequado, acabou acontecendo o desinteresse da Viação Cometa na continuidade desse serviço público. Em 1984, o assumiram as empresas Andorinha (Turb), Transcorp (Grupo Weipar, da Bahia) e Rápido D´Oeste, (Família José Roberto Felício). A Transerp continuou com os trólebus até que os desativou em junho de 1999, a partir do que a empresa passou a exercer exclusivamente a função de gestora do transporte coletivo urbano até maio de 2000, quando passou a incorporar as atividades pertinentes à gestão do trânsito na malha viária municipal, atuando nas áreas de engenharia de tráfego, educação para o trânsito e fiscalização. Em 2012, nova licitação foi aberta, sendo que aquelas mesmas empresas e mais a Sertran, de Sertãozinho (Família Luiz Antônio Felício), venceram-na, formando o Consórcio Pró-Urbano, o qual, desde então, é o responsável pelo transporte urbano local, fazendo alto investimento em ônibus (todos relativamente novos), em abrigos e terminais, nem por isso deixando de viver às turras com o Poder Público com o velho problema da fixação do valor da tarifa .E além da questão da tarifa, há outros problemas, como por exemplo, a inflação de custos, a queda de renda da população, o bilhete gratuito para idosos, o desemprego, que fazem diminuir sensivelmente o número de passageiros, bem como o faturamento das empresas, prenunciando as mesmas dificuldades enfrentadas pelas empresas anteriores. Texto Plataforma Verri.
Manifestação Integralista, Theatro Pedro II, Década de 30, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil
Manifestação Integralista, Theatro Pedro II, Década de 30, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil
Ribeirão Preto - SP
Fotografia
Ônibus e Funcionários da Viação Cometa, Linha Jardim Paulista, Rua Duque de Caxias, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil
Ônibus e Funcionários da Viação Cometa, Linha Jardim Paulista, Rua Duque de Caxias, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil
Ribeirão Preto - SP
Fotografia
Ribeirão Preto O Passado Manda Lembrança V 2020 - Grupo Amigos da Fotografia
Ribeirão Preto O Passado Manda Lembrança V 2020 - Grupo Amigos da Fotografia
Ekopress - 104 páginas - 2020
Livro
sábado, 23 de maio de 2020
Adro do Santuário do Bom Jesus de Matosinhos, Congonhas, Minas Gerais, Brasil - Marcel Gautherot
Adro do Santuário do Bom Jesus de Matosinhos, Congonhas, Minas Gerais, Brasil - Marcel Gautherot
Congonhas - MG
Fotografia
Fotografia do Adro do Santuário do Bom Jesus de Matosinhos em
Congonhas, MG, com os profetas esculpidos por Aleijadinho.
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