Blog destinado a divulgar fotografias, pinturas, propagandas, cartões postais, cartazes, filmes, mapas, história, cultura, textos, opiniões, memórias, monumentos, estátuas, objetos, livros, carros, quadrinhos, humor, etc.
quarta-feira, 27 de maio de 2020
terça-feira, 26 de maio de 2020
Palacete Tereza Toledo Lara, São Paulo, Brasil
Palacete Tereza Toledo Lara, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Fotografia
O Palacete Tereza Toledo Lara está localizado na rua Quintino
Bocaiuva, no centro de São Paulo. Ele é considerado um dos principais marcos da
arquitetura nacional, inclusive por ter abrigado, nos anos 30, a antiga sede da
rádio Record — uma das emissoras mais influentes do país no período.
Em 2007, a Casa de Francisca abriu as portas nos Jardins com a
proposta de ser um palco diferente para shows. A ideia era atender um número
restrito de pessoas, apenas 44 por noite, o que rendeu ao espaço o apelido de
“a menor casa de shows da cidade”.
No salão decorado ao estilo cabaré à luz de velas, o serviço de
bebidas e comidas era interrompido durante as apresentações, para evitar
ruídos. A programação, com artistas como Arrigo Barnabé e Luiz Tatit, garantiu
prestígio ao endereço.
Em dezembro, o local fechou as portas para que o projeto fosse
transferido para um imóvel mais amplo e confortável. O negócio reabriu, EM
2017, no Palacete Teresa Toledo Lara, erguido em 1910 na esquina da Rua
Quintino Bocaiuva com a Rua Direita, no centro. É um ponto de cultura que
oferece diversas atrações de qualidade. Ali cabem 170 pessoas na plateia. O
empreendimento tem como objetivo estimular a revitalização de outros imóveis no
bairro, incentivando cada vez mais a visitação ao centro
Um dos fundadores da Casa de Francisca, Rubens Amatto topou com
o prédio, desenhado pelo arquiteto Augusto Fried e tombado pelo Conselho
Municipal de Patrimônio Histórico (Conpresp), em uma andança pelo bairro e
decidiu entrar em contato com a administração.
O Palacete Tereza Toledo Lara foi construído em 1910 e é um dos
mais raros prédios com estilo eclético que ainda conserva suas
características arquitetônicas originais. De inspiração europeia, sua
composição remonta ao período renascentista, barroco, neoclássico e maneirista
italiano.
A fachada conta com diversos ornamentos e detalhes, como
máscaras, carrancas, estátuas, guirlandas, figuras alegóricas etc. Ao redor do
imóvel, encontram-se as esquinas da Rua Direita e da Rua José Bonifácio.
O projeto, elaborado por Antônio de Toledo Lara, conhecido como
Conde de Lara, teve como objetivo servir a propósitos comerciais. O intuito
também era o de oferecer opções culturais para o bairro, como livrarias e
cafés.
Antigamente, a região contava com chácaras e pequenas
aglomerações habitacionais. Entretanto, com o passar dos anos, ela cedeu espaço
a diversos estabelecimentos, como lojas de instrumentos musicais e a editora
Irmãos Vitale, sendo uma forte referência no comércio musical até hoje.
O patrimônio é tombado pela prefeitura de São Paulo e o
primeiro pavimento é chamado de andar musical, pois traz diversas opções
noturnas para a região.
Restaurado recentemente, o Palacete Tereza Toledo Lara faz com
que os visitantes revisitem um passado mesclado com a arquitetura moderna. Sem
dúvida, a conservação do local faz com que a história da cidade seja cada vez
mais valorizada.
Cada vez mais, esse ponto tradicional do velho centro de São
Paulo tem chamado a atenção de inúmeros turistas a cada ano. À noite, o
espetáculo de luzes realça a riqueza do estilo de construção do prédio —
fazendo com que ele seja incluído no roteiro de visitação da capital paulista.
O Palacete Tereza Toledo Lara, que conta um patrimônio
histórico inigualável, é considerado um ponto importante para os amantes da
arquitetura. Se você estiver procurando por um bom programa em São Paulo, não
perca a oportunidade de conhecer mais de perto esse incrível edifício!
Ele se localiza na Rua Quintino Bocaiúva, 22, Sé.
Palacete Nagib Salem x Prédio da Fiesp, São Paulo, Brasil
Palacete Nagib Salem x Prédio da Fiesp, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Fotografia
Palacete Nagib Salem, construção por volta de 1920, Avenida Paulista nº 98 (antigo).
Foi demolido no início dos anos 70, para a construção do prédio da FIESP (atual nº 1313).
Na década de 1920, Nagib Salem comprou a área na Avenida Paulista onde construiria a belíssima casa, quase um palácio. Grandiosa em todos os sentidos, cada detalhe foi cuidado e construído com toda a dedicação, usando o melhor que havia disponível na época. E o que não havia aqui, Salem trazia da Europa.
A área tinha 50 metros de frente na Avenida Paulista, sendo que na época o número era 98 (atual 1.313).
A construção do palacete contou com projeto realizado pela empresa Malta & Guedes, de propriedade dos engenheiros politécnicos formados em 1914, Francisco de Salles Malta Jr. e Henrique Jorge Guedes, que também foram responsáveis pela mansão de David Jafet no bairro do Ipiranga.
Com arquitetura marcada pela grandiosidade, o palacete tinha por volta de 20 cômodos e seu terreno chegava até a Alameda Santos.
Entrando na casa via-se o hall de entrada, que era portentoso, com pé direito duplo, dois lances de escadarias em mármore rosa, ornamentadas com um piso em mármore desenhado, um lindo vitraux no teto e mobília rica e requintada.
Lá, várias entradas ovaladas davam acesso aos outros compartimentos da casa.
A casa contava com diversas sala especiais para cada função social, como o salão de visitas, a sala de banquetes, a sala de espera, a sala de música, sala de almoço e de chá, jardim de inverno, entre outros ambientes.
Os imensos jardins com pergolado foram projetados pela famosa empresa João Dierberger & Cia. A seção de paisagismo da empresa foi responsável por notáveis jardins e parques, tanto de casas particulares como de prefeituras municipais, como, por exemplo, os jardins do Palácio Guanabara no Rio de Janeiro, parques e jardins da família Guinle em Teresópolis, o jardim do Museu do Ipiranga, em São Paulo, termas de Poços de Caldas, termas de Araxá, entre outros.
Foi demolido no início dos anos 70, para a construção do prédio da FIESP (atual nº 1313).
Na década de 1920, Nagib Salem comprou a área na Avenida Paulista onde construiria a belíssima casa, quase um palácio. Grandiosa em todos os sentidos, cada detalhe foi cuidado e construído com toda a dedicação, usando o melhor que havia disponível na época. E o que não havia aqui, Salem trazia da Europa.
A área tinha 50 metros de frente na Avenida Paulista, sendo que na época o número era 98 (atual 1.313).
A construção do palacete contou com projeto realizado pela empresa Malta & Guedes, de propriedade dos engenheiros politécnicos formados em 1914, Francisco de Salles Malta Jr. e Henrique Jorge Guedes, que também foram responsáveis pela mansão de David Jafet no bairro do Ipiranga.
Com arquitetura marcada pela grandiosidade, o palacete tinha por volta de 20 cômodos e seu terreno chegava até a Alameda Santos.
Entrando na casa via-se o hall de entrada, que era portentoso, com pé direito duplo, dois lances de escadarias em mármore rosa, ornamentadas com um piso em mármore desenhado, um lindo vitraux no teto e mobília rica e requintada.
Lá, várias entradas ovaladas davam acesso aos outros compartimentos da casa.
A casa contava com diversas sala especiais para cada função social, como o salão de visitas, a sala de banquetes, a sala de espera, a sala de música, sala de almoço e de chá, jardim de inverno, entre outros ambientes.
Os imensos jardins com pergolado foram projetados pela famosa empresa João Dierberger & Cia. A seção de paisagismo da empresa foi responsável por notáveis jardins e parques, tanto de casas particulares como de prefeituras municipais, como, por exemplo, os jardins do Palácio Guanabara no Rio de Janeiro, parques e jardins da família Guinle em Teresópolis, o jardim do Museu do Ipiranga, em São Paulo, termas de Poços de Caldas, termas de Araxá, entre outros.
Paineira da Avenida Francisco Morato, Praça Jorge de Lima, São Paulo, Brasil
Paineira da Avenida Francisco Morato, Praça Jorge de Lima, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Fotografia
Nota do blog: Infelizmente, cortada por desalmados...
Antigos Cofres Bancários de Depósito Noturno, São Paulo, Brasil
Antigos Cofres Bancários de Depósito Noturno, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Fotografia
Caminhando pelo centro de São Paulo, principalmente pelas ruas
São Bento e 15 de novembro, é possível observar alguns cofres instalados na
parede externa de alguns dos edifícios. São os cofres para depósitos noturnos.
Estes cofres começaram a surgir em São Paulo nos primeiros anos
do século 20 e por décadas – até bem pouco tempo atrás – eram bastante
utilizados. No início atendiam principalmente a empresários e comerciantes
cujos estabelecimentos funcionavam até bem depois do horário de expediente
bancário.
A pessoa preparava um envelope, ou até mesmo um malote, e dirigia-se ao cofre do banco em que tinha conta,
fazendo o chamado depósito noturno. No dia seguinte um funcionário do banco
retira os depósitos por dentro do banco e fazia o crédito nas contas
correspondentes.
Em uma segunda fase da utilização dos depósitos noturnos, as
empresas de segurança é que passaram a utilizá-los, parando seus carros-fortes
diante deles e descarregando os malotes nos cofres. Com o passar dos anos e a
modernização das atividades bancárias e financeiras, os mecanismos de depósitos
noturnos foram caindo em desuso.
Com o tempo muitos dos chamados "recebedores automáticos" foram arrancados das paredes, mas ainda existem
vários espalhados pelas principais ruas do centro da cidade. Alguns deles,
inclusive, remetem a bancos que nem existem mais.
Os principais fabricantes de cofres para depósitos noturnos são
estrangeiros. As empresas Mosler e
Diebold são as mais encontradas, enquanto a marca Bernardini era a nacional
mais requisitada. Texto Douglas Nascimento.
BMW 1602E, Alemanha
BMW 1602E, Alemanha
Fotografia
Vocês sabem qual foi primeiro modelo BMW elétrico? Foi o BMW
1602e. Com base no BMW 1602 de produção, a versão elétrica foi o veículo
oficial do Comitê organizador dos Jogos Olímpicos de Munique, em 1972, além de
ser utilizado para as transmissões de algumas provas.
Avenida Rangel Pestana, 1966, São Paulo, Brasil - Waldemir Gomes de Lima
Avenida Rangel Pestana, 1966, São Paulo, Brasil - Waldemir Gomes de Lima
São Paulo - SP
Fotografia
Em 1966, o fotógrafo Waldemir Gomes de Lima registrou como era
melhor — vindo da zona leste —, subir a Avenida Rangel Pestana antes da
construção dos "horroríveis" viadutos, a alegria de nossas
empreiteiras. Segundo a filosofia de muitos políticos e administradores
públicos, obra que todos veem é aquela que rende mais votos.
Rua Anhangabaú, 1934-1936, São Paulo, Brasil - Erwin Scheu
Rua Anhangabaú, 1934-1936, São Paulo, Brasil - Erwin Scheu
São Paulo - SP
Fotografia
Esta impressionante imagem foi tirada do alto do Viaduto de
Santa Ifigênia e mostra a então estreita Rua Anhangabaú que ao ser alargada em
direção à Avenida Tiradentes formaria a perna do "Y" no plano das
avenidas do prefeito Prestes Maia, o denominado "Sistema Y". Seguindo
até a Praça da Bandeira, as 2 hastes do Y seriam: à esquerda, a futura Avenida
23 de Maio e à direita, a 9 de Julho. E assim, em
tempos diferentes, foi executado o ambicioso e oneroso projeto.
No centro da cena, o sólido e reforçado prédio da
Delegacia Fiscal — "de costas" para o belíssimo Parque do Anhangabaú
—, que à marretadas teria sua demolição concluída em 1947. Todo o casario compreendido
à sua frente e a do Palácio do Correio visto à direita, vieram ao chão e
incorporados à futura Avenida Prestes Maia. Ao fundo, o novo Viaduto do Chá
ainda sendo finalizado, a exemplo do Edifício Matarazzo. No lado oposto, o
Edifício Alexandre Mackenzie na esquina com a Rua Xavier de Toledo.
Prédio do Gasômetro, 1900, São Paulo, Brasil
Prédio do Gasômetro, 1900, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Fotografia
O complexo do antigo Gasômetro de São Paulo foi inaugurado em
1890 pela Empresa The São Paulo Gás Company.
Foi aberto em 1890 e desativado em 1972, período em que foi responsável por produzir gás hidrogênio carbonado para ser utilizado na iluminação pública e doméstica da cidade.
O edifício se localiza entre as ruas da Figueira e Maria Domitila. É tombado pelo Condephaat e está na área delimitada como subprefeitura da Mooca, na zona leste da capital paulista.
Foi aberto em 1890 e desativado em 1972, período em que foi responsável por produzir gás hidrogênio carbonado para ser utilizado na iluminação pública e doméstica da cidade.
O edifício se localiza entre as ruas da Figueira e Maria Domitila. É tombado pelo Condephaat e está na área delimitada como subprefeitura da Mooca, na zona leste da capital paulista.
Assinar:
Postagens (Atom)


















































