terça-feira, 30 de junho de 2020

Estádio Monumental Antonio Vespucio Liberti / Monumental de Núñez, Club Atlético River Plate, Buenos Aires, Argentina






Estádio Monumental Antonio Vespucio Liberti / Monumental de Núñez, Club Atlético River Plate, Buenos Aires, Argentina
Buenos Aires - Argentina
Fotografia

No começo da década de 1930, o River Plate estava cansado de ser nômade. Desde sua fundação em 1901, no bairro de La Boca, o clube já havia perambulado pela Dársena Sud, Sarandí, alugado o campo do Ferrocarril Oeste, e construído o famoso estádio Alvear y Tagle, na Recoleta. Em 1933, o então presidente Antonio Vespucio Liberti (no primeiro mandato à frente do clube) deixou bem clara a intenção de mudar novamente a sede do clube, dessa vez em definitivo. Crescendo a cada ano e com boa saúde financeira, o River precisava de um estádio que refletisse sua popularidade e também abrigasse sua fanática torcida, que sempre se espremia no Alvear y Tagle e clamava por mais espaço. Liberti queria construir o maior estádio da Argentina em algum lugar muito bem localizado e perto da elite portenha, ao norte da cidade.
Em 1934, o River Plate tinha 31 anos de criação. Tinha 1 título amador e 1 título profissional no futebol. Era conhecido como Los Millonarios (em português: Os Milionários) devido as contratações caras. Assim, em 31 de outubro de 1934, 83.950 metros quadrados na região de Belgrano com Núñez, a apenas 9km de distância do Alvear y Tagle, ao custo de 569.403 pesos, são adquiridos pelo clube para a construção do estádio.
Em 25 de maio de 1935, além de mais um aniversário do clube, foi colocada a pedra fundamental do futuro estádio. No dia 1 de dezembro, foi apresentado os planos da construção e apenas em 27 de setembro de 1936 se iniciou a construção, sob a supervisão dos arquitetos José Aslan e Hector Ezcurra.
Após dois anos de construção, tínhamos três grandes arquibancadas concluídas — Oficial (atual San Martín), destinada a autoridades, convidados e sócios), Centenario (em alusão à avenida homônima da época, hoje conhecida como Figueroa Alcorta) e Río de La Plata (atual Belgrano), e o campo envolto a uma pista de atletismo. No dia 25 de maio de 1938, cerca de 8.000 pessoas presenciaram a entrega de uma bandeira argentina e outra do clube, cercadas pelos sócios, que entoaram o hino argentino e do River Plate. No dia seguinte, uma festa com cerca de 70.000 espectadores e, após diversas atividades, a primeira partida do estádio, um jogo amistoso contra o Peñarol, do Uruguai. Vitória do River, por 3 a 1. Carlos Peucelle, justamente o jogador que inspirou o apelido de Millonario do clube portenho, após sua contratação junto ao Sportivo Buenos Aires, em 1931, ter sido a então mais cara da história do futebol argentino (10 mil pesos) foi o responsável pelo primeiro gol do novo palco.
Nos anos 50, o Monumental passou por momentos importantes. Foi o estádio que recebeu as cerimônias de abertura e encerramento, além da final do futebol e das competições de atletismo nos Jogos Pan-Americanos de 1951 sediados em Buenos Aires.
Em 1958, sob a presidência de Enrique Pardo, graças à venda de Enrique Omar Sivori para a Juventus da Itália por 10 milhões de pesos, valor astronômico na época, as arquibancadas em forma de ferradura do estádio foram fechadas, formando o oval. O estádio poderia suporta cerca de 100.000 torcedores naquela época. Com a Copa do Mundo de 1978, o estádio passou por reformas e teve sua capacidade reduzida para 76.600 espectadores, sendo um dos melhores estádios do mundo na época. Foram disputadas 9 jogos no Monumental de Núñez, incluindo a abertura (1 de junho, Alemanha Ocidental e Polônia, 0 a 0) e a Grande Final entre Argentina e Holanda, com vitória argentina por 3 a 1.
O estádio foi palco dos três títulos do River Plate na Taça Libertadores da América, em 1986 e em 1996, ambos contra o América de Cali, e em 2015 contra o Tigres.
Em 29 de novembro de 1986, o estádio recebeu o nome do ex-presidente Antonio Vespucio Liberti. 

Obras de Galerias, Rua dos Estudantes, Bairro da Liberdade, 1937, São Paulo, Brasil


Obras de Galerias, Rua dos Estudantes, Bairro da Liberdade, 1937, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Fotografia


A cena mostra trabalhos na galeria para a canalização do Córrego Moringuinho que desagua(va) no Tamanduateí. Vemos no plano médio, o cruzamento com a Tomaz de Lima. Ao fundo, já na Rua do Glicério, observa-se a fábrica de cigarros Sudan.

Terreiro de Fazenda de Café, Estado de São Paulo, Brasil


Terreiro de Fazenda de Café, Estado de São Paulo, Brasil
Estado de São Paulo - SP
Fotografia - Cartão Postal

Vista Geral de Santos, São Paulo, Brasil


Vista Geral de Santos, São Paulo, Brasil
Santos - SP
N. 107
Fotografia - Cartão Postal

Nota do blog: Cartão postal com quadro de Benedito Calixto.

Praia da Gávea, Rio de Janeiro, Brasil - Theodor Preising


Praia da Gávea, Rio de Janeiro, Brasil - Theodor Preising
Rio de Janeiro - RJ
Fotografia - Cartão Postal

Praça Senador Florêncio, Atual Praça da Alfândega, Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brasil





Praça Senador Florêncio, Atual Praça da Alfândega, Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brasil
Porto Alegre - RS
Livraria Gutenberg
Fotografia - Cartão Postal


Nota do blog: Data efetiva não obtida (cartão postal circulado em 17/10/1923) / Autoria não obtida.

Largo da Sé, Igreja de São Pedro dos Clérigos e Café Girondino, 1889, São Paulo, Brasil


Largo da Sé, Igreja de São Pedro dos Clérigos e Café Girondino, 1889, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Fotografia

Nota do blog: A igreja foi demolida, atualmente existe o prédio da Caixa Econômica Federal em seu lugar. Mais um, dentre os inúmeros crimes praticados contra a cidade...

Praça Marechal Floriano Peixoto, Rio de Janeiro, Brasil


Praça Marechal Floriano Peixoto, Rio de Janeiro, Brasil
Rio de Janeiro - RJ
Fotografia - Cartão Postal

Jardim do Alto da Boa Vista, 1905, Tijuca, Rio de Janeiro, Brasil


Jardim do Alto da Boa Vista, 1905, Tijuca, Rio de Janeiro, Brasil
Rio de Janeiro - RJ
N. 113
Fotografia - Cartão Postal

segunda-feira, 29 de junho de 2020