sábado, 29 de agosto de 2020

Rua Anhangabaú, 01/08/1941, São Paulo, Brasil


Rua Anhangabaú, 01/08/1941, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Fotografia

Avenida Dom Pedro I, Ipiranga, São Paulo, Brasil




Avenida Dom Pedro I, Ipiranga, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Fotografia


Pátio do Colégio, 1971, São Paulo, Brasil


Pátio do Colégio, 1971, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Fotografia

Nota do blog: Ainda sem a igreja.

Vista Aérea do Pátio do Colégio, 1976, São Paulo, Brasil


Vista Aérea do Pátio do Colégio, 1976, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Fotografia

Ponte Metálica, Parque do Ibirapuera, São Paulo, Brasil



Ponte Metálica, Parque do Ibirapuera, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Fotografia

Ponte Metálica, Parque do Ibirapuera, São Paulo, Brasil


Ponte Metálica, Parque do Ibirapuera, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Fotografia


Em 1954, quando o Ibirapuera foi inaugurado, não havia somente edifícios projetados por Oscar Niemeyer. Um dos lugares populares do Parque Ibirapuera e muito amados pelos fotógrafos é a ponte metálica. Às vezes chamada de ponte japonesa, em função da sua curvatura, que lembra as pontes do país extremo oriental, ela se encontra onde o Córrego do Sapateiro se alarga e deságua no lago. Poucos sabem, porém, que na origem não se tratava de uma simples ponte e sim de um pavilhão suspenso sobre o lago.
No mesmo ano das comemorações do quarto centenário da cidade de São Paulo e da inauguração do seu parque com uma grande exposição, para a qual tinha sido construído, entre outros, o edifício que hoje hospeda a Bienal, a Companhia Siderúrgica Nacional encomendou ao arquiteto carioca Sérgio Bernardes – figura um pouco esquecida, ainda que importante, da arquitetura modernista brasileira – um pavilhão que exaltasse as propriedades e as possibilidades do aço na construção civil. Assim, Bernardes criou um edifício temporário, que, pela sua natureza, pudesse ser desmontado e montado em outro lugar.
O pavilhão tinha a função de “vitrine”, ou seja, de expor os produtos da Companhia Siderúrgica Nacional. Ele próprio era uma exposição do que o aço podia criar. Erguia-se sobre quatro arcos estruturais que atravessavam o Córrego do Sapateiro na embocadura do lago. Aos pares, os arcos formavam duas pontes, que desempenhavam o papel de passarela e de acesso ao pavilhão e à exposição nele contida. O teto do edifício era em forma de arco positivo, aberto para o céu, estabelecendo uma simetria com os arcos inferiores de sustentação. Duas plataformas avançavam para os dois lados do edifício a partir da base do arco do teto. Nos dias de chuva, essa estrutura dava origem a duas cascatas, que desaguavam no lago e no córrego.
Terminadas as comemorações dos quatrocentos anos da cidade, o edifício de aço foi desmontado, mas dois arcos estruturais com a sua passarela foram conservados no local. O pavilhão tinha sido apropriado pelo público como uma ponte entre as duas partes do parque separadas pelo córrego e pelo lago. Trata-se da atual ponte metálica ou “ponte japonesa” do Parque do Ibirapuera.

Volkswagen Fusca 1500 1971, Brasil




















Volkswagen Fusca 1500 1971, Brasil
Fotografia

Vista Panorâmica do Centro, Rio de Janeiro, Brasil



Vista Panorâmica do Centro, Rio de Janeiro, Brasil
Rio de Janeiro - RJ
Fotografia - Cartão Postal

sexta-feira, 28 de agosto de 2020

Os Sobrinhos do Capitão / Katzenjammer Kids, Estados Unidos

























Os Sobrinhos do Capitão / Katzenjammer Kids, Estados Unidos
Quadrinhos


Katzenjammer Kids (também chamado de The Captain and the Kids) é uma história em quadrinhos criada pelo alemão naturalizado norte-americano Rudolph Dirks. Foi publicada pela primeira vez em 12 de dezembro de 1897, no "American Humorist", o suplemento de domingo do jornal "New York Journal", de William Randolph Hearst. Dirks foi o primeiro cartunista a representar os diálogos dos personagens através dos chamados "balões".
Após várias disputas judiciais entre 1912 e 1914, Dirks deixou a organização Hearst e começou uma nova tira, primeiramente chamada de "Hans und Fritz" e depois "The Captain and the Kids", distribuída pela United Features. Os protagonistas eram os mesmos personagens de "The Katzenjammer Kids", que foi continuada por Harold Knerr. As duas versões separadas competiram até 1979, quando "The Captain and the Kids" parou de ser publicada após seis décadas. "The Katzenjammer Kids" ainda é distribuída pela King Features, o que a torna a tira mais antiga daquela agência.
A obra de Dirks foi claramente inspirada no trabalho de Wilhelm Busch, criador de "Max und Moritz" - precursora dos quadrinhos.
No Brasil as séries receberam, na maior parte do tempo, o nome de "Os Sobrinhos do Capitão".
A história se passava numa colônia alemã na África, numa pensão onde a proprietária, a gorda viúva "Mama Chucrutz", tinha como hóspedes o Capitão - um gordo de barbas negras (que, ao contrário do que sugere o título adotado no Brasil, não é tio dos garotos), marinheiro aposentado e que sofre de gota, o Coronel, um caça-gazeteiros que vive a perseguir os moleques, caracterizado como um baixinho com uma longa barba branca e, finalmente, os dois heróis, os malandros Hans e Fritz.
Hans e Fritz são dois irmãos gêmeos - inspirados nos dois garotos "Max und Moritz", da obra de Busch - e, portanto, bastante arteiros. Aprontam todas e não aceitam qualquer autoridade. Suas vítimas prediletas são o Coronel e o Capitão. Protegidos pela velha matrona, a cujos olhos aparecem sempre inocentes, conseguem sempre safar-se dos próprios enredos e artimanhas.
O primeiro filme com os garotos endiabrados foi feito em curta-metragem do cinema mudo, ainda em 1898. Entre 1917-18 foram produzidos cerca de dezessete desenhos animados mudos.
Em 1938 "Os Sobrinhos do Capitão" tornaram-se a primeira série animada produzida pela MGM, tendo à frente William Hanna, Bob Allen e Friz Freleng. Porém os desenhos não tiveram boa receptividade e foram cancelados depois de um ano e quinze filmes feitos. Uma série foi produzida, anos depois, para a televisão, como segmento do programa "Archie's TV Funnies".
Desde o início os personagens guardavam, embora a publicação original fosse em inglês, os caracteres de sotaque alemão. Isto acabou revelando-se prejudicial durante a I Guerra Mundial, quando a origem deles acabou mudada, seriam oriundos dos Países Baixos, face ao sentimento antigermânico então vigente nos Estados Unidos. Em 1920 retornaram a origem alemã.
Fizeram muito sucesso no Brasil. Os dois travessos gêmeos Hans (o moreninho) e Fritz (o lourinho) viviam atazanando a vida dos adultos e crianças, pregando-lhes peças a toda hora. Ninguém escapava de suas travessuras, nem mesmo o gato da família.
Outros personagens centrais: Capitão: Ex-marinheiro, alvo preferido dos gêmeos. Ao contrário do que o título sugere, não é tio deles.
Coronel: Velhinho baixinho, de grandes barbas brancas e sempre usando cartola. Não era militar (apesar da "patente"). Estava sempre pegando no pé dos garotos, exímios cabuladores de aula.
Mama Chucrutz: Senhora gorda, de bom coração e dona da pensão onde moram o Coronel e o Capitão.
Dona Josefina: Professora magrela e de penteado esquisito. Penava nas mãos dos endiabrados.
Lilico: Garoto "almofadinha", protegido da professora e, por isso, grande alvo dos gêmeos.

Casarão da Fazenda do Leitão, Atual Museu Histórico Abílio Barreto, 1940, Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil


Casarão da Fazenda do Leitão, Atual Museu Histórico Abílio Barreto, 1940, Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil
Belo Horizonte - MG
Fotografia