domingo, 16 de fevereiro de 2025

Ferrari SF90 Stradale 2021, Itália

 
























































Ferrari SF90 Stradale 2021, Itália
Fotografia


Sharing a name with Ferrari’s 2019 Formula One racecar, the SF90 Stradale represents a massive technical achievement and commemorates the 90th anniversary of Scuderia Ferrari. Its arsenal of complex systems operates seamlessly to produce astounding performance and driving dynamics.
The mid-mounted 4.0-liter twin-turbocharged V-8 is a development of the type F154 engine found in the F8 Tributo and 488 Pista, and features an increased cylinder bore, revised heads, and revamped intake and exhaust systems. These updates help achieve 769 horsepower, more than enough on its own to excite even the most demanding supercar enthusiasts. But Ferrari elevated the performance further with the addition of a hybrid system which adds another 217 horsepower. At the front, an electric motor powers each wheel and allows torque-vectoring control, while an additional motor at the rear works in conjunction with the eight-speed dual-clutch gearbox. Altogether, the system produces 986 horsepower and allows for sub-three-second runs to 60 mph with a 211-mph top speed.
Equally impressive, the exterior is a sculptural masterpiece of aerodynamic devices, which manipulate airflow to control drag and downforce via several active elements. Inside, the thoroughly high-tech cockpit features a minimalist, fully digital dashboard and touch controls. Ferrari’s characteristic drive-mode selector, in this case redubbed the “eManettino,” not only governs performance parameters as with other Ferraris, but also controls the various states of hybrid-electric operation and power regeneration for the 7.9 kWh lithium-ion battery.
In short, the SF90 Stradale is a landmark Ferrari, a brilliant synergy between traditional paradigms and new advancements, the culmination of nearly a century’s worth of innovation from the famed Italian automaker.
This example was delivered new to Ferrari dealer Gomez Hermanos Kennedy LLC in San Juan, Puerto Rico. It came specified from the factory with nearly $60,000 in options, including its two-tone exterior in custom-ordered Rosso Dino with a black roof over a black leather interior, which features special-order yellow accents that coordinate perfectly with the optional yellow brake calipers on display behind 20-inch forged Diamond wheels. Other factory options include the suspension lift system, size large carbon fiber racing seats, suspension lifter, the Advanced Front Lighting System (AFS), black ceramic exhaust pipes, Scuderia Ferrari shields, titanium wheel stud blots, front and rear parking sensors, advanced front driving camera, electrochromic rearview mirror, and Homelink system. With only 667 miles showing on the odometer at cataloguing time, this SF90 Stradale presents in excellent condition throughout and is accompanied by a copy of its original window sticker.
From the very beginning, Enzo Ferrari sought to incorporate racing technology into the road cars that bore his name. The SF90 Stradale carries on this tradition as an incredible all-wheel-drive hybrid performance machine with two opposing personalities, as adept at delivering tire-scorching lap times as it is quietly cruising in pure-electric mode. Texto da RM Sotheby's.
Nota do blog: Data 2025 / Crédito para Jorge Guasso.

Taiwan / Uma Nação ou uma Província Chinesa? - Artigo


 

Taiwan / Uma Nação ou uma Província Chinesa? - Artigo
Artigo

A questão de Taiwan teve origem com a vitória da Revolução Chinesa em 1949, a derrubada do governo de Chiang Kai-shek e a instauração do governo socialista de Mao-Tsé Tung. Chiang Kai-shek, que governou a China desde 1927, refugiou-se com seu Estado Maior e cerca de 2 milhões de chineses na ilha de Taiwan ou Formosa, situada a 130 km do litoral da parte continental da China e separada desta pelo estreito do mesmo nome. Formou-se na ilha um governo autônomo com o apoio dos Estados Unidos.
A partir desse período, a China seguiu dividida em duas: República Popular da China (a parte continental) e a China Nacionalista ou Taiwan (parte insular). Elas representavam os dois lados da Guerra Fria. A China Popular aliou-se à URSS até 1960 e depois seguiu seu próprio caminho.
Desde então, as duas Chinas vivem numa situação de hostilidade, ocorrendo, inclusive, conflitos armados nos primeiros anos de sua divisão. A China Nacionalista, porém, assegurou sua existência através do estreitamento das relações com os Estados Unidos. Em 1954, os EUA e Taiwan assinaram um acordo de defesa mútua, após o intenso bombardeio do estreito de Formosa pela República Popular da China, nesse mesmo ano.
Ganhos e perdas de Taiwan:
Desde a década de 1970, Taiwan tem se destacado no cenário econômico mundial pelo desempenho invejável. Formava, ao lado de outros três países do Pacífico - Coréia do Sul, Hong Kong e Cingapura - o bloco dos primeiros "tigres asiáticos", assim chamados por terem dado um salto no desempenho econômico, com taxas de crescimento excepcionais, além de uma política agressiva de disputa no mercado externo. Os taiwaneses conquistaram padrões de vida bem próximos aos dos países desenvolvidos, contrastando com a dura realidade vivida pela população da China continental.
Do ponto de vista geopolítico, porém, Taiwan acumulava derrotas. Em 1971 foi substituída pela República Popular da China na ONU e, em 1979, os Estados Unidos transferiram a sua embaixada de Taipé (capital de Taiwan) para Pequim (capital da China Popular), devido ao restabelecimento de relações diplomáticas com o país socialista. Nesse mesmo ano, os Estados Unidos anularam o Tratado da Defesa que mantinham com a ilha e desativaram a sua base militar. Apesar disso, o governo de Taiwan continuou contando com o compromisso de apoio e proteção militar norte-americana.
Nação ou província chinesa?
Chiang Kai-Shek, líder do Partido Nacionalista (Kuomintang), governou Taiwan até 1975, com poderes ditatoriais. Mesmo após a sua morte, nesse mesmo ano, a ilha continuou a ser controlada pelo Kuomintang. Somente na década de 1990 o país passou por um processo de democratização, abrindo espaço para outras agremiações políticas. Em 2000, o Partido Democrático Progressista (PDP) conquistou o poder através de eleições livres, sob o comando de Chen Shui-bian. O PDP sempre manifestou posição favorável à independência em relação à China Popular, que lhe rendeu os votos da maioria da população taiwanesa e assegurou a reeleição de Chen, em 2004.
Taiwan tem governo próprio, eleito democraticamente, instituições independentes, moeda nacional, forças armadas, participa ativamente do comércio internacional e é membro da APEC (Cooperação Econômica Ásia-Pacífico). Para efeitos práticos, é um Estado soberano, mas apesar disso não é reconhecido pela ONU e pelas principais organizações internacionais. Mantém relações diplomáticas com 26 países apenas.
A China Popular considera Taiwan uma província rebelde, uma parte inalienável do seu território. Nos últimos anos, tem se empenhado ostensivamente no projeto de reunificação, inclusive recorrendo ao uso da força, caso isso seja inevitável. Desde a década de 1990, tem realizado manobras militares no estreito de Taiwan, no sentido de reforçar a sua disposição de impedir qualquer tentativa de independência.
Um país, dois sistemas:
Em busca de uma solução pacífica, contudo, Pequim propõe o conceito de "um país, dois sistemas": o socialista no continente e o capitalista em Taiwan. Em tese, isso permitiria a Taiwan adotar as suas políticas econômicas e manter as suas instituições, com relativa autonomia.
Do outro lado do estreito, o atual presidente taiwanês não ousa declarar publicamente a independência ou tomar qualquer decisão contra a reunificação com a parte continental. No entanto, tem manifestado que qualquer atitude a esse respeito dependerá de um processo livre e democrático, cuja deliberação cabe a 23 milhões de pessoas que vivem em Taiwan, em sua maioria simpática à causa separatista. A perspectiva de uma só China no futuro, declara Chen, deverá ser fruto de negociações em bases iguais.
Taiwan conta, ainda, com o apoio dos Estados Unidos que consideram a ilha estratégica para sua influência na região da Ásia-Pacífico. Além disso, é determinação do Congresso norte-americano defender a ilha de qualquer ameaça militar externa.
Lei Anti-Secessão:
Em março de 2005, um novo agravante tem colocado em risco as delicadas relações entre as duas Chinas. A Assembléia Nacional Popular, parlamento da China Continental, aprovou uma lei anti-secessão. Essa lei autoriza o uso da força contra Taiwan, caso esta declare a sua independência formal.
A iniciativa reforça as hostilidades entre os dois governos e coloca os Estados Unidos em situação delicada. Não está nos planos dos americanos um conflito direto com a China, que, por outro lado, não deverão ficar impassíveis caso a China invada Taiwan e busque a reunificação por meios bélicos.
Desde 2004, o governo norte-americano vem fortalecendo a cooperação militar com Taiwan e tem feito pressões sobre a União Européia para que não suspendam o embargo à venda de armas à China continental, imposto desde o massacre da Praça da Paz Celestial, ocorrido em 1989, quando a população chinesa saiu às ruas para exigir liberdades democráticas. O governo de Washington procurou, também, envolver e comprometer o Japão na defesa de uma Taiwan independente: os japoneses têm interesses estratégicos no estreito, por onde circula boa parte das mercadorias negociadas por este país no mercado internacional.
A maioria dos analistas acredita que a Lei Anti-Secessão é mais um jogo de cena da China Popular. Essa lei não acrescenta nada além do que o governo chinês sempre declarou neste pouco mais de meio século de tensão entre as duas China. Existe ainda um outro componente que funciona como bloqueador de ações beligerantes: as intensas relações e interesses econômicos existentes entre todos os países que poderiam ser envolvidos pelo agravamento da questão taiwanesa. Texto de Cláudio Mendonça / Uol.
Nota do blog: Data e autoria não obtidas.

International Headphone Radio Model HP 1000, Hong Kong
























International Headphone Radio Model HP 1000, Hong Kong
Fotografia

Esse produto era uma espécie de walkman, bem simples (para não dizer vagabundo), produzido em um algum lugar da China e comercializado para o mundo inteiro através de Hong Kong (lembrem que estávamos no período da "Guerra Fria", que vigeu entre 1947-1991; a China era um país "comunista", não podia praticar comércio com vários países sob influência dos Estados Unidos; mas isso não impediu o comércio, os chineses sempre foram espertos, segundo meu Pai sempre lembra, eles "inventaram a pólvora", e trataram de dar um jeito de exportar as bugigangas que produziam, e o modo encontrado foi através de Hong Kong, na época uma possessão inglesa, mas capitalista, dentro da China; isso possibilitou aos chineses distribuir sua produção pelo mundo, gerando divisas para o país e uma boa grana em impostos para a Inglaterra; pensem: se todos os produtos vendidos no mundo naquela época como "made in Hong Kong" fossem realmente produzidos por lá, a possessão inglesa teria que ter um parque industrial gigantesco, o que é impossível em virtude da sua dimensão territorial; hoje esse arranjo parece piada, mas foi assim que a China fazia naquele tempopara vender seus produtos pelo mundo; e não ficou só em Hong Kong, quando isso não dava certo ou para disfarçar um pouco, usavam também o "made in Taiwan", que embora seja considerada uma província rebelde pela China e tenha apoio militar e econômico dos Estados Unidos, na hora de ganhar dinheiro, são todos "chineses").
Dito isso, vamos proseguir com a lembrança: esse produto foi uma febre nos anos 80, a International (marca chinesa que embora ninguém sabia de onde vinham os produtos, era considerada como a empresa que produzia os melhores eletrônicos de "segunda linha" da época, especialmente TVs portatéis de 5" polegadas) vendeu esse produto no mundo inteiro. Basta uma busca no Ebay que você encontrará sobreviventes desse produto à venda nos Estados Unidos, Inglaterra, Itália, Canadá, Brasil, Argentina, etc.
Seu nome oficial era "International Headphone Radio Model HP 1000", consistindo num rádio AM/FM (que chiava barbaridade mas era chamado de "stereo sound") com um arco plástico para colocar na cabeça (parecíamos doidos saindo com aquilo na rua).
Tinha um seletor de estações em uma das laterais e um de volume na outra (na verdade era um "colante preto", que quando perdia a cola, não tinha mais a referência dos números para sintonizar estações e controlar o volume). Além disso, havia uma antena metálica para ajudar na sintonia (foi a primeira coisa que quebrou no meu), mas que não resolvia muito, com o plus de fazer você parecer um ET (e a galera, que não era mimizenta como hoje, ainda lhe zoava, chamando de "chifrudo").
O aparelho era quase todo de plástico, funcionava com duas pilhas pequenas e havia boa opção de cores (o meu era azul, mas tinha vermelho, cinza, amarelo, etc).
Quanto ao preço, acredito que em valores de hoje seria algo em torno de R$ 50,00 a 100,00. Era um produto barato e bem popular na época, considerado uma espécie de "genérico" para quem não tinha grana para comprar um walkman de verdade (especialmente aquele amarelo da Sony).
Concluindo, o meu ganhei do meu Pai, que o comprou em uma viagem que fez ao Paraguai ("o paraíso dos produtos eletrônicos piratas ou contrabandeados na América do Sul") durante a década de 80. 
Nota do blog: Data e autoria das imagens não obtidas.