Palácio da Imprensa / Edifício Gazeta, Sede do Jornal “A Gazeta”, Avenida Cásper Libero, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Fotografia
Palácio da Imprensa (Edifício Gazeta)
Período de utilização: 1939-1966
Logradouro original: Rua da Conceição, 06 (a partir de 1943, Av. Cásper Líbero, 88)
Atual: Av. Cásper Líbero, 88
Projeto (Auditório): Martins Fontes e Eurico José.
Empresas responsáveis: Escritório Técnico Ramos de Azevedo – Engenheiros-Arquitetos Construtores Severo & Villares
Período de utilização: 1939-1966
Logradouro original: Rua da Conceição, 06 (a partir de 1943, Av. Cásper Líbero, 88)
Atual: Av. Cásper Líbero, 88
Projeto (Auditório): Martins Fontes e Eurico José.
Empresas responsáveis: Escritório Técnico Ramos de Azevedo – Engenheiros-Arquitetos Construtores Severo & Villares
Proprietários de “A Gazeta” no período:
Cásper Líbero (1939-1943)
Fundação Cásper Líbero (1944-1966)
História:
Em 03 de novembro de 1939 aconteceu uma solene inauguração
deste edifício próprio de “A Gazeta”, com a benção do Arcebispo de São Paulo,
Dom José Gaspar de Affonseca e Silva. Discursam na data José Maria Lisboa
(diretor do Diário Popular e presidente da API – Associação Paulista de
Imprensa), João Neves da Fontoura (jornalista, parlamentar e membro da ABL –
Academia Brasileira de Letras) e o próprio Cásper Líbero. Breves palavras são
proferidas também por personalidades da época: Assis Chateaubriand, Stefan
Zweig, Henri Torrés, Tristão de Ataíde, Viana Mog, José Mariano Filho, João
Neves de Fontoura (já citado), Olegário Mariano, Maurício de Medeiros, Altino
Arantes, Filgueiras Lima, Coronel Onofre Muniz Gomes de Lima, Luiz Edmundo,
Lopes Cansado, Coronel Ayrton Lobo, Coronel Jonas Correia, J. Maciel Filho,
Alcântara Machado, Padre Arias Cruz, Manoel Oliveira Franco Sobrinho, Costa
Rego, Afonso Arinos de Melo Franco e outros: escritores, críticos, romancistas,
teólogos, economistas, historiadores, militares, jurisconsultos, artistas, etc.
É realizado também concerto de Madalena Tagliaferro, interpretando Beethoven e
Chopin, que também realiza Curso de Interpretação Pianística, assim como o
Maestro Heitor Villa-Lobos, que proferiu palestra também, e curso sobre
Psicologia Experimental do Padre dominicano Marcel Marie Desmarais. O
Palácio da Imprensa foi o primeiro prédio projetado e construído propriamente
para um veículo de comunicação no país.
Desde o final da década de 1960, o imóvel deixou de pertencer à
Fundação Cásper Líbero, sendo sua primeira sede desde 1944, quando os bens de
“A Gazeta” e de Cásper Líbero foram transformados em Fundação a partir do que
foi descrito pelo jornalista em seu testamento (Cásper Líbero faleceu em 1943).
O imóvel foi adquirido em 2007 pela Justiça Militar da União, em São Paulo,
passando por uma grande obra que restaurou a fachada e alguns ambientes, além
de adequar às atividades da instituição. As obras duraram de dezembro de 2008 a
maio de 2010, sendo o prédio reinaugurado com grande evento no dia 17 de junho
de 2010.
Foi preservada e restaurada a pintura circular de cerca de oito metros de comprimento, de autoria do artista italiano Fulvio Pennachi. O afresco, de 1969, conta a história da imprensa (começando com Johannes Guttenberg, pai da imprensa mundial, em 1442, em Mainz, na Alemanha) e está localizado no alto do pequeno hall de entrada (onde está a portaria e os elevadores do prédio). Pennachi fez o afresco a pedido de Cásper Líbero, para enaltecer mais ainda a importância do Palácio da Imprensa.
Conforme Miguel Arco e Flexa, no livro “48 Anos de A Gazeta”, o imóvel era chamado de Edifício Gazeta (como o da Av. Paulista, 900) e também de Palácio da Imprensa (por ser o primeiro destinado à comunicação no país). Era apelidado, antes e depois da morte do jornalista proprietário, como “Casa de Cásper Líbero” (apelido cujo Edifício Gazeta na Avenida Paulista também ganhou em seu princípio).
Nota do blog: Foi a quarta sede do grupo.Foi preservada e restaurada a pintura circular de cerca de oito metros de comprimento, de autoria do artista italiano Fulvio Pennachi. O afresco, de 1969, conta a história da imprensa (começando com Johannes Guttenberg, pai da imprensa mundial, em 1442, em Mainz, na Alemanha) e está localizado no alto do pequeno hall de entrada (onde está a portaria e os elevadores do prédio). Pennachi fez o afresco a pedido de Cásper Líbero, para enaltecer mais ainda a importância do Palácio da Imprensa.
Conforme Miguel Arco e Flexa, no livro “48 Anos de A Gazeta”, o imóvel era chamado de Edifício Gazeta (como o da Av. Paulista, 900) e também de Palácio da Imprensa (por ser o primeiro destinado à comunicação no país). Era apelidado, antes e depois da morte do jornalista proprietário, como “Casa de Cásper Líbero” (apelido cujo Edifício Gazeta na Avenida Paulista também ganhou em seu princípio).


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