domingo, 25 de agosto de 2019

Ponte Sobre o Rio Pardo, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil - J. Gullaci


Ponte Sobre o Rio Pardo, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil - J. Gullaci
Ribeirão Preto - SP
Fotografia - Cartão Postal



Ponte sobre o Rio Pardo, construída através de uma campanha da imprensa local e dos Diários Associados entre 1930 e 1934.
Ficava na estrada velha para Jardinópolis.

Estádio Dr. Francisco de Palma Travassos, Comercial Futebol Clube, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil








Estádio Dr. Francisco de Palma Travassos, Comercial Futebol Clube, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil
Ribeirão Preto - SP
Fotografia




Construção do Estádio Dr. Francisco de Palma Travassos, Comercial Futebol Clube, Circa 1962, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil - Tony Miyasaka




Construção do Estádio Dr. Francisco de Palma Travassos, Comercial Futebol Clube, Circa 1962, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil - Tony Miyasaka
Ribeirão Preto - SP
Fotografia

Nota do blog: À direita, a Rua Henrique Dumont (e ao fundo a Avenida Treze de Maio). Ao centro, a pedreira de Graci Terreri, atual condomínio do Jardim das Pedras.

Escudo do Comercial Futebol Clube, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil





Comercial Futebol Clube, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil
Ribeirão Preto - SP
Escudo

Estádio Dr. Francisco de Palma Travassos, Comercial Futebol Clube, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil





Estádio Dr. Francisco de Palma Travassos, Comercial Futebol Clube, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil
Ribeirão Preto - SP
Fotografia


Nota do blog: Data e autoria das imagens não obtidas.

Hino do Comercial Futebol Clube, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil





Hino do Comercial Futebol Clube, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil
Ribeirão Preto - SP
Fotografia

Letra:
Salve, Comercial!
Leão do Norte tens presença imortal,
glória no Brasil,
a enriquecer nossa querida Ribeirão,
gente varonil, 
que em outra terra foi buscar tão destemida,
bela conquista que traduz toda a vida,
fibra de grande campeão,
teu pavilhão a ver, de alvinegra a cor,
sinto presente em tua glória esse poder,
porque vibrando bravamente com amor,
lutando então como altaneiro vencedor,
grei valorosa e forte,
não cai, nem morre não,
que é destino primordial do Leão do Norte
lutar com alma indomável sem temer
sempre mais nobre e forte a vencer.

Comercial Futebol Clube, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil




Comercial Futebol Clube, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil
Ribeirão Preto - SP
Artigo

No dia 10 de outubro de 1911, um grupo de comerciantes apaixonados por esporte se reunia na cidade de Ribeirão Preto, no interior de São Paulo, para fundar o Commercial Football Club.
Os jornais da época começaram a dar atenção àquele novo time de futebol em 1915, quando houve a primeira partida contra uma equipe da capital: o tradicional e pioneiro Germânia.
O Comercial venceu por 4 a 1, atraindo a atenção dos torcedores da cidade. O primeiro jogador de fora de Ribeirão Preto chegou em 1917. Foi Belmácio, então ídolo do XV de Piracicaba.
2O primeiro título veio justamente naquele ano, na disputa da Taça Castellões. O torneio foi organizado por uma liga independente e reuniu diversos clubes estruturados do interior paulista.
Em 1919, o Comercial se tornou o primeiro clube da cidade a jogar o Campeonato Paulista da APEA, na divisão do interior. O sucesso e a grandeza, porém, vieram mesmo na temporada seguinte.
O clube desfilou os uniformes alvinegros pelo Nordeste brasileiro em uma grande excursão. Foram oito partidas em Recife e Salvador, somando sete vitórias e apenas um empate.
09/05 – Combinado América/Santa Cruz 0x1 Comercial
13/05 – Sport 2×3 Comercial
16/05 – Liga Pernambucana de Desportos 2×2 Comercial
20/05 – Santa Cruz 0x1 Comercial
23/05 – América 1×2 Comercial
26/05 – Náutico 0x2 Comercial
28/05 – Liga Pernambucana de Desportos 1×5 Comercial
01/06 – Liga Baiana 1×2 Comercial
A delegação do Comercial retornou a Ribeirão Preto recepcionada por uma grande festa da população e recebeu da imprensa o apelido de “Leão do Norte”, que se tornou até mascote.
Em 1922, o clube realizou o primeiro confronto internacional ao enfrentar a seleção da Argentina, um empate em 1 a 1. O jogo foi disputado em Ribeirão Preto, com uma celebração enorme.
Cinco anos depois, o Comercial se tornou a primeira equipe da cidade a jogar a elite do Campeonato Paulista. Os anos seguintes, porém, foram de dificuldades fora dos gramados.
Em razão da crise econômica mundial em 1929, os agricultores de Ribeirão Preto não conseguiam mais manter o clube. As atividades, então, foram paralisadas de 1936 a 1954.
O retorno aos campos ocorreu após uma grande união na cidade, já projetando o Comercial no cenário profissional. Foi quando a rivalidade com o Botafogo começou a crescer e amadurecer.
Em 1958, o “Leão do Norte” deslanchou ao ser campeão da segunda divisão do Campeonato Paulista. Em 1962, veio o vice da Taça São Paulo perdendo para o Santos de Pelé.
Na disputa da Copa América de 1963, o Comercial cedeu três jogadores à seleção brasileira: o meia Marco Antônio, o atacante Amaury e o defensor Píter. Todos na equipe principal.
Naqueles anos, os comerciantes e empresários do agronegócio se uniram para construir o estádio Dr. Francisco de Palma Travassos. As arquibancadas foram inauguradas em uma festa em 1964.
Em 1974, o Comercial venceu o Botafogo pela primeira vez no estádio Santa Cruz – casa do rival. Campeão da seletiva da CBD em 1977, o clube disputou a elite do Campeonato Brasileiro em 1978 e 1979.
A direção do Comercial, porém, entrou em uma crise na década de 1980. A equipe caiu para as divisões inferiores do futebol paulista e enfrentou sérias dificuldades até a virada do século. O clube só foi conseguir se recuperar e voltar a disputar vagas na primeira divisão em 2012.
Entre os principais títulos do clube estão a seletiva da CBD (1977), a Copa Ribeirão Preto (1965 e 67), a segunda divisão paulista (1958) e a disputa do campeonato do interior (1966). Os principais ídolos do “Leão do Norte” são Belmácio, Jair Bala, Éder Luis, Fabão, Carlos Cézar, Piter, Émerson Leão, Tomires, Diego, Leandro, Alex Santana, Tadeu Ricci e Miguel Ortiz.

Comercial Futebol Clube, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil



Comercial Futebol Clube, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil
Ribeirão Preto - SP
Artigo


Comercial Futebol Clube é um clube brasileiro de futebol, com sede na cidade de Ribeirão Preto, interior do estado de São Paulo. É conhecido como Leão do Norte por causa de uma famosa excursão ao norte e nordeste brasileiro, em maio e junho de 1920, onde permaneceu invicto. 
Manda seus jogos no Estádio Doutor Francisco de Palma Travassos, que tem capacidade para 34.800 pessoas.
Tem como maior rival o Botafogo-SP, também da cidade de Ribeirão Preto, com o qual disputa o clássico Come-Fogo, um dos mais tradicionais do interior do estado. 
Centenário e tradicional no futebol paulista, já conquistou importantes feitos, como a quarta colocação no Campeonato Paulista de 1966, rendendo-lhe o título do interior na época, além de participações na elite nacional. 
É conhecido também por goleadas contra os grandes da capital, como um 5–4 contra o São Paulo no Estádio do Morumbi, em 1986, sendo o único clube na história a marcar cinco gols no São Paulo em seu estádio, além de um 4–0 contra o Corinthians, em 1986, no Estádio Palma Travassos.
O Comercial teve a honra de receber, na inauguração do Estádio Palma Travassos, o Santos, pelo Campeonato Paulista de 1964. O primeiro gol da chamada Joia de Cimento foi marcado pelo atacante comercialino Paulo Bim; já o segundo gol foi marcado pelo maior jogador da história, Pelé, sendo que a partida terminou 3–2 para o time do litoral. Outro fato marcante relacionado ao estádio do Bafo, é que outro lendário jogador, Garrincha, marcou seu último gol na carreira no estádio comercialino, fato acontecido no empate do Olaria em 2–2 com o Comercial, dia 23/03/1972, sendo o único gol de Mané pelo Olaria.
O Comercial é o clube mais antigo em atividade na cidade de Ribeirão Preto. Foi fundado em 10 de outubro de 1911, por comerciantes da cidade, sob o nome de Commercial Football Club.
Entre 1911 e 1936 se tornou um dos principais clubes do interior do Brasil. Em 1920, ganhou o apelido de Leão do Norte graças a uma excursão bem sucedida ao nordeste brasileiro - na época as regiões Norte e Nordeste eram chamadas apenas de "Norte".
Em seu campo, na época, o Estádio da rua Tibiriçá - o primeiro do interior a ter grama natural - enfrentou e empatou com a seleção argentina em 1922, quando está veio ao Brasil participar do Campeonato Sul-Americano (atual Copa América), e passou por Ribeirão para se preparar. 
Ainda fez jogos memoráveis contra grandes times do país, além de ceder o estádio para outros jogos importantes.
O, até então, Commercial, ganhou diversos títulos, foi vice-campeão Paulista do Interior e chegou a contratar jogadores uruguaios para o elenco. Mas foi pego pela Grande Depressão, e em 1936, suspendeu suas atividades, unindo-se a Sociedade Recreativa de Esportes de Ribeirão Preto.
No início da década de 1950, um grupo de torcedores e apaixonados pelo Leão decidiram reorganizar o clube. Em 3 de abril de 1953, começou oficialmente a mobilização pelo retorno do Commercial, quando anúncios públicos convocavam os torcedores para causa. Após várias reuniões, em 8 de abril de 1954 foi eleita a nova diretoria do Commercial, que viabilizaria o retorno do clube, presidida por Oscar de Moura Lacerda. O nome do clube foi atualizado, passando de Commercial Football Club para a denominação atual, Comercial Futebol Cluve. Houve ainda a fusão com o Paineiras Futebol Clube, para que o Comercial garantisse sua vaga e inscrição na Federação Paulista de Futebol (que não existia quando o Comercial foi paralisado).
De lá para cá o Comercial se firmou como um dos maiores clubes do interior paulista. Ainda em 1954, ano de sua reestreia, foi vice-campeão da segunda divisão paulista e por pouco não chegou a elite estadual. Após alguns anos de luta, finalmente chegou a elite paulista em 1959, após ser campeão Paulista da 2ª Divisão em 1958.
Na década de 1960, montou uma das maiores e mais temidas equipes do futebol estadual, chegando ao vice-campeonato da Taça São Paulo em 1962 e ao título de campeão Paulista do Interior em 1966. Também, passou do pequeno Estádio Antônio da Costa Coelho, que usava desde sua reestreia, para o imponente Palma Travassos.
Na década de 1970 participou de dois Brasileirões na elite nacional, em 1978 e 1979. Mas não conseguiu repetir os feitos da década de 1960. Na década de 1980 e 1990 o clube enfrentou suas maiores crises. Chegou a conquistar o acesso à elite paulista em 1993, mas perdeu a vaga com a mudança de regulamento do Paulistão em 1994. Nas décadas de 2000 e 2010 passou por inúmeros acessos e rebaixamentos, sem perder, porém, a paixão, apoio e amor do torcedor comercialino.

São Paulo e a Invenção da "Maça do Amor"


São Paulo e a Invenção da "Maça do Amor"
Artigo


Se a história de São Paulo é um mundo de curiosidades, acontecimentos importantes e fatos desconhecidos, a nossa gastronomia não fica atrás. E, por incrível que pareça, fazendo uma pesquisa sobre as origens da maçã do amor, acabamos por descobrir que essa iguaria nasceu na cidade de São Paulo.
Tudo começa em 1954, ano do IV Centenário da cidade, quando o catalão José Maria Ferre Angles desembarca no Brasil com a sua família. Infelizmente, com graves problemas financeiros, Angles precisava dar um jeito de sustentar a todos e, pensando nisso, criou a iguaria para vender pela cidade. As maçãs eram um fruto de fácil acesso no país e, para inovar, Angles as cobriu com uma calda vermelha cristalizada com o intuito de vendê-las em feiras, praças e festas juninas. Entretanto, as maçãs começaram a ficar famosas quando o catalão participou da primeira feira de utilidades domésticas, que aconteceu na cidade, em 1960.
Diante do sucesso do doce, o Angles convocou sua família para discutir e planejar um nome. As sugestões mais simples, como “maçã caramelizada” e “doce cristalizado” acabaram sendo descartadas. Coube ao próprio catalão escolher “maçã do amor” e, sua inspiração, veio da Bíblia (em relação ao fruto que expulsou Adão e Eva do Paraíso).
Entretanto, os livros registram que o norte-americano William W. Kolb teria produzido a primeira maçã do amor (ou “candy apple” em inglês) em 1908. No entanto, é importante não confundir: “As maçãs carameladas realmente já existiam, mas a calda vermelha e a adição do palito são invenção do meu avô”, garantiu Leandro Lopes Farre a uma entrevista ao Estadão. Segundo ele, as novas características foram suficientes para a criação de uma identidade que permitiu o registro da patente no Brasil.
Para conseguir “registrar” a ideia, a família Angles teve que enfrentar um duro processo burocrático. Em 14 de junho de 1962, a patente do método de cristalização da “maçã coberta com açúcar colorido artificialmente”, saiu pelo prazo de 15 anos. Quem concedeu o benefício foi o extinto Departamento Nacional de Propriedade Industrial, que, desde 1970, virou Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI).
O processo durou três anos. Em 1961, a Diretoria de Bromatologia e Química do Instituto Adolfo Lutz em São Paulo analisou o produto e emitiu um parecer, citando as características dele, como cor, cheiro, sabor e aspecto. Este definido como “maçã com cobertura de açúcar colorido”.
O pedido da família Farre também parou nas mãos do Serviço de Policiamento da Alimentação Pública do estado, que liberou um alvará de Aprovação e Registro de Produto Alimentício. A patente é um título de propriedade temporária sobre uma invenção ou modelo de utilidade.
O catalão ainda teve a genial ideia de revolucionar o churros no Brasil.  Apesar de ser a mesma massa vinda da Espanha, ele decidiu cortá-lo e recheá-lo com doce de leite, ao invés de servi-lo em “roda”. Seu primeiro ponto foi inaugurado em frente às Lojas Brasileiras, na Rua Direita, em 1974. O primeiro churro recheado do mundo foi um sucesso.
A Casa do Churro existe desde 1991 e seus carros-chefes são os recheios de doce de leite, chocolate, goiabada, geleia de morango e catupiry. “Meu avô patenteou estas criações”, contou Leandro. “Mas, como só ambulantes vendiam os doces, não dava para cobrar royalties deles. Agora elas já são de domínio público”.

Praia do Lázaro, Ubatuba, São Paulo, Brasil

Praia do Lázaro, Ubatuba, São Paulo, Brasil
Ubatuba - SP
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