domingo, 15 de dezembro de 2019

Hyundai HB20 2020, Brasil





















Hyundai HB20 2020, Brasil
Fotografia


Há muito tempo a reestilização de um modelo não causava tanta polêmica como a do novo Hyundai HB20. Quando foi lançado, em 2012, seu design ousado foi um dos pontos fortes que conquistou uma legião de fãs e fez o hatch e o sedã figurarem entre os mais emplacados do país. A “nova geração” do HB20, como a Hyundai prefere chamar, chega ao mercado junto com também reestilizado Chevrolet Onix, seu principal concorrente, que parece ter tido receptividade melhor. Mas o modelo da marca coreana tem suas qualidades, como o bom conjunto mecânico, e versões com diferentes pacotes de equipamentos.
Diz o ditado popular que gosto não se discute e cada um tem o seu, ou que beleza é subjetiva. Pois bem, mas assim que as imagens do HB20 foram divulgadas pela imprensa especializada, logo vieram as primeiras reações. Entre os comentários, muitos foram enfáticos, dizendo que “conseguiram piorar o carro” em relação ao anterior. O argumento é que o desenho da grade, agora maior, conferiu ao modelo uma expressão triste, lembrando a boca do Coringa, arqui-inimigo do Batman. Alguns chegaram a dizer que, no hatch, não há equilíbrio entre a frente e a traseira, observação que não foi feita em relação ao sedã. O certo é que, no Brasil, o visual conta pontos e pode determinar o sucesso ou o fracasso de um modelo.
Mas deixando a subjetividade de lado e partindo para as questões práticas do novo HB20, conferimos o conjunto mecânico do hatch e do sedã durante o lançamento na Bahia. A Hyundai disponibilizou modelos apenas com o motor 1.0 Kappa Turbo, três-cilindros, com potência de 120cv (g/e) e 17,5kgfm de torque já a 1.500rpm, associado ao câmbio automático de seis velocidades, com opções de trocas sequenciais também por meio das aletas atrás do volante.
O hatch impressionou pelo bom desempenho, com respostas rápidas ao comando no acelerador. O três-cilindros tem bom torque em baixas rotações e o turbo atua de forma eficiente, sem sustos, mas quando o giro sobe, o ruído de funcionamento do motor se mostra bem áspero, chegando a incomodar. O câmbio automático foi bem calibrado, com mudanças de marchas no tempo certo, e sem trancos. As suspensões são mais duras, transferindo bem as irregularidades do solo para dentro. Mas garantem boa estabilidade, mesmo para o sedã. Os controles de tração e estabilidade ajudam muito.
No quesito tecnologia, o novo HB20 traz algumas novidades, como o sistema de alerta e frenagem autônomo, que é opcional. Com uma câmera localizada no para-brisa, o sistema detecta a presença de um veículo ou pessoa na frente do carro, que se estiver a uma velocidade de até 50km/h, consegue pará-lo totalmente. Testamos o sistema em pista fechada e funcionou mesmo. O modelo traz ainda o alerta de mudança de faixa, que avisa o motorista com sinais luminosos e sonoros, quatro airbags (de série a partir da versão Diamond 1.0 turbo), controle de tração e estabilidade, auxílio de partida em rampa (estes dois a partir da versão Evolution 1.0 aspirado), sistema de monitoramento da pressão dos pneus e pontos de fixação de cadeiras infantis Isofix e TopTether.
O hatch tem como versão de entrada a Sense 1.0, que custa R$ 46.490, e traz entre os principais itens de série direção com assistência elétrica, ar-condicionado, volante multifuncional, vidros elétricos dianteiros, painel de instrumentos analógico, rodas de aço 14 polegadas com calotas e banco do motorista com ajuste de altura. O concorrente Chevrolet Onix na versão de entrada 1.0 manual (R$ 48.490) traz de série ar-condicionado, direção elétrica, chave canivete, computador de bordo, controlador de limite de velocidade, volante multifuncional, vidros e travas elétricos, banco traseiro bipartido e rebatível, som com Bluetooth e entrada USB dupla, tomadas USB para o banco traseiro e rodas de aço aro 15 polegadas com calotas.
Já a versão Vision 1.0 (R$ 50.490) acrescenta rodas de aço de 15 polegadas com calotas, retrovisores elétricos, sistema multimídia e USB para carregamento rápido do celular, chave canivete, alarme, vidros elétricos com one touch para o motorista, maçanetas externas e retrovisores na cor da carroceria e porta-objetos com tampa deslizante no console. O Onix LT 1.0 manual (R$ 51.590) acrescenta o sistema multimídia MyLink.
O HB20 Evolution 1.0 custa R$ 53.790 e acrescenta rodas de liga leve de 15 polegadas, controles de tração e estabilidade, assistente de partida em rampa, fechamento e abertura dos vidros pela chave canivete, sensor de estacionamento traseiro, ajuste de altura e distância do volante, ar-condicionado digital e painel de instrumentos digital. Os HB20 Vision 1.6 com câmbio manual tem preço de R$ 57.990 e traz os itens da versão Vision 1.0+, grade dianteira cromada e multimídia BlueMedia com entrada USB para carregamento rápido de celular. A mesma versão, porém com câmbio automático de seis velocidades, custa R$ 62.790, e acrescenta controle de tração e estabilidade, assistente de partida em rampa, controlador e limitador de velocidade e apoia braço para o motorista.
A primeira versão do hatch equipada com o motor 1.0 turbo e câmbio automático é a Evolution, custa R$ 67.190, e traz quatro vidros elétricos com one touch, fechamento e abertura dos vidros pela chave canivete, sensor de estacionamento traseiro, painel de instrumentos digital, rodas de liga leve diamantadas e antena tipo barbatana de tubarão. Já a Diamond 1.0 turbo automática, mais completa, chega a R$ 73.590 e acrescenta airbags laterais, smart key com partida do motor por botão, acendimento automático dos faróis, paddle shifts para mudanças de marcha atrás do volante, câmera de ré, faróis com luz de posição em LED, volante revestido em couro, apoio de braço deslizante, sistema stop&go, banco traseiro bipartido, alarme com sensor de presença e retrovisor externo rebatível eletricamente.
A versão Diamond Plus 1.0 turbo automática sobe para R$ 77.990 e traz ainda bancos revestidos em couro, sistema de alerta e frenagem autônomo, alerta de mudança de faixa e sistema de monitoramento da pressão dos pneus. A Hyundai oferece ainda a versão Launch Edition 1.6 automático, por R$ 69.990, equipada com airbags laterais, faróis com luz de posição em LED e acendimento automático, banco traseiro bipartido, câmera de ré, alarme com sensor de presença, retrovisor rebatível eletricamente, smart key com partida do motor por botão e apoia braço central deslizante.

Hyundai HB20S 2020, Brasil




Hyundai HB20S 2020, Brasil
Cor: Prata Brisk
Fotografia

Vulcão Chimborazo, Riobamba, Equador


Vulcão Chimborazo, Riobamba, Equador
Riobamba - Equador
Fotografia


Chimborazo é um estratovulcão do Equador. É a mais alta montanha do país e do mundo, se medida desde o topo até ao centro da Terra. Está situado na província de Chimborazo, culminando a 6267 m de altitude e situa-se perto de Riobamba, a cerca de 180 km ao sul de Quito. É o pico mais alto dos Andes equatoriais, dominando uma região de 50 mil km² e apresentando uma base de 20 km de diâmetro. É o 17.º monte de maior proeminência topográfica do mundo.
Até o início do século XIX, Chimborazo era considerado a mais alta montanha da Terra (a partir do nível do mar), e tal reputação levou a diversas tentativas de escalada. Em 1802, o naturalista alemão Alexander von Humboldt tentou escalá-lo, acompanhado por Aimé Bonpland e pelo equatoriano Carlos Montúfar, mas teve que abandonar a empreitada a 5875 m por causa da rarefação do ar. A essa altura, eles alcançaram a maior altitude confirmada jamais atingida por um ser humano. Assim, é ao britânico Edward Whymper e aos irmãos Louis e Jean-Antoine Carrel que cabe a honra, em 1880, de serem os primeiros a atingir o pico do Chimborazo. Diversas pessoas duvidaram de tal feito, e Whymper escalou o vulcão mais uma vez no mesmo ano em companhia dos equatorianos David Beltrán e Francisco Campaña.
O Chimborazo inspirou o libertador Simón Bolívar, que compôs um poema sobre o vulcão.
Sua última erupção data de mais de dez mil anos, sendo assim considerado extinto.
O vulcão é apelidado de Taita Chimborazo, ou seja, Papai Chimborazo, com a mãe sendo apelidada de Mama Tungurahua.
O cume do Chimborazo é o ponto da superfície terrestre mais afastado do centro da Terra, sendo o mais alto quando medido pela distância do centro do planeta em relação a seu topo (em vez do nível do mar), e não o pico do Monte Everest, devido ao fato de o planeta ser ligeiramente mais achatado em direção aos polos do que na linha do Equador, o que faz com que o diâmetro no equador seja 43 km maior do que o diâmetro de polo a polo. O nosso planeta tem o formato de esfera achatada.
O Chimborazo dista 6384,4 km do centro da Terra e o Everest 6382,6 km, o que resulta numa diferença de 1,8 km.

O Coração dos Andes, Equador (The Heart of the Andes) - Frederic Edwin Church




O Coração dos Andes, Equador (The Heart of the Andes) - Frederic Edwin Church
Equador
Metropolitan Museum of Arts, Nova York, Estados Unidos
OST - 168x302 - 1859



This picture was inspired by Church's second trip to South America in the spring of 1857. Church sketched prolifically throughout his nine weeks travel in Ecuador, and many extant watercolors and drawings contain elements found in this work. The picture was publicly unveiled in New York at Lyrique Hall, 756 Broadway, on April 27, 1859. Subsequently moved to the gallery of the Tenth Street Studio Building, it was lit by gas jets concealed behind silver reflectors in a darkened chamber. The work caused a sensation, and twelve to thirteen thousand people paid twenty-five cents apiece to file by it each month. The picture was also shown in London, where it was greatly admired as well.
The Heart of the Andes (em português: O Coração dos Andes) é uma pintura de paisagem a óleo feita pelo pintor estadunidense Frederic Edwin Church. A pintura possui quase 170 centímetros de altura e mais de 3 metros de largura, retratando uma paisagem imaginada por Church, que buscou inspiração para fazê-la em uma de suas duas viagens à Cordilheira dos Andes. Exibida pela primeira vez em 1859, a pintura faz parte do acervo do Museu Metropolitano de Arte nova-iorquino desde 1909, juntamente com outros trabalhos de Church.
Financiado pelo empresário Cyrus West Field, que pretendia usar as pinturas de Church como forma de atrair investidores para seus empreendimentos sul-americanos, Church viajou pela Colômbia e Equador nos anos de 1853 e 1857.Chruch foi inspirado pelo naturalista e explorador prussiano Alexander von Humboldt e sua dissertação Kosmos. Humboldt estava entre os últimos grandes generalistas científicos, e sua fama era semelhante à de Albert Einstein, um século depois. No segundo volume de Kosmos, Humboldt incluiu um capítulo sobre a influência da pintura de paisagem no estudo do mundo natural, colocando tal arte entre as mais altas expressões do amor da natureza, e desafiando artistas a retratarem a "fisionomia" de paisagens. Chruch retraçou as viagens de Humboldt pela América do Sul.
O Coração dos Andes é um composto da topografia sul-americana observada por Church durante suas viagens. No centro direito da paisagem montanhosa, encontra-se uma cachoeira que inteira uma piscina cintilante. O Monte Chimborazo, do Equador, aparece na distância: o olhar do espectador é levado a ele através das encostas mais escuras e mais próximas que recuam da direita para a esquerda. As evidências de presença humana consistem em: um caminho levemente desgastado que desaparece, uma aldeia e uma igreja na planície central, e mais perto do primeiro plano, dois nativos são vistos antes de uma cruz. A igreja, um detalhe que é marca registrada nas pinturas de Church, é católica e colonial espanhola, e, aparentemente, inacessível da localização do espectador. A assinatura de Church aparece cortada na casca da árvore destacada em primeiro plano à esquerda. O jogo da luz em sua assinatura foi interpretado como a declaração do artista sobre a habilidade do homem de domar a natureza, mas a árvore aparece debilitada em comparação com a vívida selva que a rodeia.
A paisagem de Church corresponde aos princípios estéticos do pitoresco, tal como proposto pelo teórico britânico William Gilpin, que se inicia com uma observação cuidadosa da natureza, reforçada por noções particulares sobre composição e harmonia. A justaposição de formas suaves e irregulares era um princípio importante, e está representada em O Coração dos Andes pelas colinas arredondadas e a piscina de água, por um lado, e as contrastantes montanhas irregulares e árvores ásperas do outro.

Cotopaxi, Tanicuchi, Equador (Cotopaxi) - Frederic Edwin Church


Cotopaxi, Tanicuchi, Equador (Cotopaxi) - Frederic Edwin Church
Tanicuchi - Equador
Smithsonian American Art Museum, Washington D.C. Estados Unidos
OST - 71x106 - 1855


Frederic Church was an ambitious painter and enthusiastic amateur scientist. He had read Darwin's books and Alexander von Humboldt's descriptions of Cotopaxi,"the most dreadful volcano...its explosions most frequent and disastrous."The fabled Ecuadorian mountain provided both a poetic symbol of God's creation and an exciting window into the planet's natural history. Geology was a new science in the nineteenth century, and Church was among those who believed that volcanoes offered clues to the age and origins of the earth.
On his first visit to Ecuador, the artist waited an entire day near the hacienda pictured here, hoping that the clouds would part to reveal the peak. American critics complained that Church's paintings of the volcano did not capture the soft atmospheric haze that they were used to seeing in landscapes. Those who had never traveled to the high country of the Andes did not understand that in the thin, clear air, Cotopaxi's icy flanks gleamed just as Church had painted them.

Aurora Boreal (Aurora Borealis) - Frederic Edwin Church









Aurora Boreal (Aurora Borealis) - Frederic Edwin Church
Smithsonian American Art Museum, Washington D.C. Estados Unidos
OST - 142x212 - 1865


A aurora polar é um fenômeno óptico composto de um brilho observado nos céus noturnos nas regiões polares, em decorrência do impacto de partículas de vento solar com a alta atmosfera da Terra, canalizadas pelo campo magnético terrestre. Em latitudes do hemisfério norte é conhecida como aurora boreal (nome batizado por Galileu Galilei em 1619, em referência à deusa romana do amanhecer, Aurora, e Bóreas, deus grego, representante dos ventos nortes). A ocorrência deste fenômeno depende da atividade das fulgurações solares. Em latitudes do hemisfério sul é conhecida como aurora austral, nome batizado por James Cook, uma referência direta ao fato de estar ao Sul.
O fenômeno não é exclusivo somente ao planeta Terra, sendo também observável em outros planetas do sistema solar como Júpiter, Saturno, Marte e Vênus. Da mesma maneira, o fenômeno não é exclusivo da natureza, sendo também reproduzível artificialmente através de explosões nucleares ou em laboratório.
Aurora Borealis is an 1865 painting by Frederic Edwin Church of the aurora borealis and the Arctic expedition of Isaac Israel Hayes. The painting measures 142.3 by 212.2 centimetres (56.0 in × 83.5 in) and is now owned by the Smithsonian American Art Museum.
Aurora Borealis is based on two separate sketches. The first incident was an aurora witnessed by Church's pupil, the Arctic explorer Isaac I. Hayes. Hayes provided a sketch and description of the aurora borealis display he witnessed one January evening. Coinciding with Hayes' furthest northern movement into what he named Cape Leiber, the aurora borealis appeared over the peak.
Describing the event, Hayes wrote:
“The light grew by degrees more and more intense, and from irregular bursts it settled into an almost steady sheet of brightness... The exhibition, at first tame and quiet, became in the end startling in its brilliancy. The broad dome above me is all ablaze... The colour of the light was chiefly red, but this was not constant, and every hue mingled in the fierce display. Blue and yellow streamers were playing in the lurid fire; and, sometimes starting side by side from the wide expanse of the illuminated arch, they melt into each other, and throw a ghostly glare of green into the face and over the landscape. Again this green overrides the red; blue and orange clasp each other in their rapid flight; violet darts tear through a broad flush of yellow, and countless tongues of white flame, formed of these uniting streams, rush aloft and lick the skies.”
The iconography of the painting suggested personal and nationalistic references. The peak in the painting had been named after Church during Hayes's expedition. Aurora Borealis incorporated details of Hayes' ship, drawn from a sketch he brought back upon returning from his expedition. Contrasted with Church's earlier painting of the north, The Icebergs (1861), the intact ship highlights Hayes' achievement in navigating this space, as well as the state of the nation in navigating the contentious historical moment. Presenting the ship's safe passage through the dark Arctic environment, Church suggested optimism for the future; a tiny light shines out from the ship's window.
Charles Millard describes Church's paintings as "large in scale and size, sharply horizontal in format" and "dramatic in subject, but yielding in execution, and tend[ing] to exploit both value contrast and continuous tonal transition." Church's works, including Aurora Borealis, were completed using small touches of pigment built together through thin applications, leaving the viewer unaware of fracture between strokes. These works are also built around the tones of "ochre, brown, gray going to blue or green, and green" at the expense of the full value of color.
Completed in New York that winter, Aurora Borealis was exhibited publicly in London in 1865 as a triumvirate with two paintings by Church of Ecuadoran volcanoes: Cotopaxi (his 1862 painting of an eruption) and Chimborazo (his 1864 reprise of the dormant mountain that had been the subject of his 1858 masterwork Heart of the Andes).
Created at the end of the American Civil War, Aurora Borealis (1865) was believed to depict the portent of a simultaneously triumphant and desolate Union victory, its meaning amplified in relation to later works, including The After Glow (1867) and other works.
Aurora Borealis (1865) was associated with Rainy Season in the Tropics (1866) for two reasons. First, the two paintings marked the completion of the arctic-tropical sequence created with The Heart of the Andes (1859) and The North, also known as The Icebergs (1861). These pairings drew together popular attention on exploration of the arctic North and the tropical South. The second association between Aurora Borealis and Rainy Season in the Tropics was established through their compositions and "in their luminosity", where each suggested a "renewed optimism in natural and historic events".
Under a dark Arctic sky, polar explorer Isaac Israel Hayes's ship, the SS United States, lies frozen in the pack ice at the base of a looming cliff. The auroras above erupt in a cascade of eerie lights, while the dogsled implies the hope of rescue from this icy prison.  Hayes and Frederic Church were friends, and upon Hayes's return from the Arctic in 1861, he gave Church his sketches as inspiration for this painting.  When Hayes returned to New York, the country was in the thick of civil war and, in a rousing speech, he vowed that "God willing, I trust yet to carry the flag of the great Republic, with not a single star erased from its glorious Union, to the extreme Northern limits of the earth."
During the Civil War, the auroras--usually visible only in the north---were widely interpreted as signs of God's displeasure with the Confederacy for advocating slavery, and of the high moral stakes attached to a Union victory. Viewers understood that Church's painting of the Aurora Borealis (also known as the northern lights) alluded to this divine omen relating to the unresolved conflict.
The Civil War defined America and forever changed American art. American artists of this era could not depict the conflict using the conventions of European history painting, which glamorized the hero on the battlefield. Instead, America's finest painters captured the transformative impact of the war. Through landscapes and genre paintings, these artists gave voice to the nation's highest ideals and deepest concerns — illustrating a time that has been described as the second American Revolution.

Vista de Balbeque, Líbano (View of Baalbek) - Frederic Edwin Church


Vista de Balbeque, Líbano (View of Baalbek) - Frederic Edwin Church
Balbeque - Líbano
Detroit Institute of Arts, Detroit, Estados Unidos
Óleo e lápis sobre placa - 24x50 - 1868


Balbeque ou Baalbeque (em aramaico: Balabakk; em árabe: بعلبك‎‎; transl.: Baʿalbek), também conhecida pelos romanos como Heliópolis (em latim: Heliopolis), é uma cidade histórica do Líbano.
Antiga cidade da Fenícia, no vale do Beca, tornou se colônia romana sob o imperador Augusto (r. 27 a.C.–14 d.C.). A acrópole da cidade conserva importantes vestígios romanos. As gigantescas ruínas de Balbeque se encontram em meio à planície de Beca, entre as cordilheiras do Líbano e do Anti-Líbano. Foi chamada Heliópolis, "cidade do sol", pelos gregos e romanos.
Sua origem recua até perder-se nas lendas antigas de Baal, que era considerado " o controlador do destino humano". Durante os primeiros séculos da era cristã, Balbeque foi muito próspera e famosa. Seus edifícios, como os conhecemos agora, tiveram sua construção iniciada pelo Imperador romano Antonino Pio (r. 138–161), e continuada por Septímio Severo e outros imperadores até Caracala (r. 211–217).
Os romanos construíram Balbeque para honrar a Júpiter, a Baal e a Baco, e para impressionar as nações do Oriente com o poder e a grandeza de Roma. Na condição de centro de adoração do Sol, ela tornou-se conhecida como a morada de um oráculo (centro de adivinhações). A cidade foi visitada pelos principais governantes da época e por pessoas importantes que vinham de todas as partes.
A base do templo possui pedras entre 900 e 1 400 toneladas alinhadas, perfeitamente encaixadas e apoiadas entre 5 e 10 metros de altura sobre outras pedras menores. Seu formato e tamanho das pedras também é comparado com o Templo de Jerusalém onde, em seu centro, existe o Domo da Rocha do Islamismo, no exato local onde estaria construído o Santo dos Santos (centro do templo israelita), sobre uma rocha segundo a qual os deuses visitavam a terra e ficavam sobre ela, chamada Pedra Sagrada.

Síria Vista do Mar, Síria (Syria by the Sea) - Frederic Edwin Church


Síria Vista do Mar, Síria (Syria by the Sea) - Frederic Edwin Church
Síria
Detroit Institute of Arts, Detroit, Estados Unidos
OST - 142x215 - 1873




Cotopaxi, Tanicuchi, Equador (Cotopaxi) - Frederic Edwin Church




Cotopaxi, Tanicuchi, Equador (Cotopaxi) - Frederic Edwin Church
Tanicuchi - Equador
Detroit Institute of Arts, Detroit, Estados Unidos
OST - 121x215 - 1862



Cotopaxi, the quintessential nineteenth-century vision of nature’s sublime and terrifying power, was painted on commission for the well-known book collector and philanthropist James Lenox when Church was at the height of his fame. The painting made a tremendous impact on the American art public, who perceived it as a geological parable of the Civil War then in progress. The viewer’s attention is focused on two principal motifs—the burning disc of the rising sun in its contest with the smoldering volcano. The colors radiate with fiery intensity against a low, pearlescent skyline. In this cosmic drama of light dispelling darkness, Church mirrors the contemporary tragedy of the Civil War and offers hope for its resolution through the cross formed by the sun’s reflection on the lake. No other representation so summarized American ideals at this critical point in the nation’s history.

Cordilheira dos Andes, Equador (The Andes of Ecuador) - Frederic Edwin Church


Cordilheira dos Andes, Equador (The Andes of Ecuador) - Frederic Edwin Church
Equador
Reynolda House Museum of American Art, Winston-Salem, Estados Unidos
OST - 121x194 - 1855


“Painted after Frederic Edwin Church’s first trip to Ecuador [1853], The Andes of Ecuador combines the scientific and religious concerns of Church’s time in one grand panorama. The infinite botanical detail, the terrifying depths of the abyss, and the overwhelming sense of unlimited space combine to communicate a powerful sense of the sublime.” The painting encourages both distanced and close viewing through a dramatic sweeping vista that contains several small vignettes and seemingly endless details. Two figures in the left foreground pray in front of an archaic stone cross, colorful birds flocking in a palm tree above them. This scene is balanced on the right by cascades of water and a small lake. Snow-capped peaks in the background—Tungurahua on the left and the cone of Cotopaxi on the right—frame the distant view. The white-hot light of a centrally placed sun permeates a warm palette of sienna browns and lush greens.
Church depicted various plant and animal species with exactness while imbuing the painting with an explicit Christian iconography, mirroring contemporary thinking about science and religion. Through his overt allusions to Christianity within the Ecuadorian landscape, “Church was intimating that Americans inhabited a new Eden, a new promised land, and in standing before this sublime grandeur one enjoyed the metaphoric presence of Genesis.” From the llamas grazing in the center foreground to the distant snowy peaks, the multiple ecosystems correspond to Alexander Von Humboldt’s belief in the harmony of nature in which biology, botany, and geology coalesce to determine vegetation. His theories were popular with artists of the nineteenth century, who saw in them a way to reconcile God’s divinity with scientific advancements. In the Cotopaxi region of Ecuador both Humboldt and Church found in one locale perennial summers—the tropics—juxtaposed with ice-covered volcanic mountains.
A critic writing for The Crayon in 1855 acclaimed the canvas Church’s “most important work yet,” and a student recalled how he painted “with a rapidity and precision which were simply inconceivable by one who had not seen him at work.”  In addition, The Andes of Ecuador is an early masterpiece of Luminism, a style prevalent in the late nineteenth century that consisted of radiant, light-filled quiet vistas.