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segunda-feira, 18 de maio de 2020
Avenida Padre Pio Corso e Hospital Psiquiátrico, Santa Rita do Passa Quatro, São Paulo, Brasil
Avenida Padre Pio Corso e Hospital Psiquiátrico, Santa Rita do Passa Quatro, São Paulo, Brasil
Santa Rita do Passa Quatro - SP
Fotografia
Cartão Amoroso "Por Ti Minha Alma Sofre", Brasil
Cartão Amoroso "Por Ti Minha Alma Sofre", Brasil
Cartão
Nota do blog: Era um expediente utilizado antigamente pelos tímidos na busca do amor...rs.
Avenida Campos Elíseos, São Paulo, Brasil
Avenida Campos Elíseos, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Fotolabor N. 119
Fotografia - Cartão Postal
Nota do blog: Atual Avenida Rio Branco.
Plataforma da Antiga Estação de Santa Rita, Atual Museu Zequinha de Abreu, Santa Rita do Passa Quatro, São Paulo, Brasil
Plataforma da Antiga Estação de Santa Rita, Atual Museu Zequinha de Abreu, Santa Rita do Passa Quatro, São Paulo, Brasil
Santa Rita do Passa Quatro - SP
Fotografia
Último Trem na Estação de Santa Rita, 10/03/1960, Santa Rita do Passa Quatro, São Paulo, Brasil
Último Trem na Estação de Santa Rita, 10/03/1960, Santa Rita do Passa Quatro, São Paulo, Brasil
Santa Rita do Passa Quatro - SP
Fotografia
O ramal de Santa Rita originou-se da E. F. Santa Rita, aberta em 1884 por fazendeiros da cidade de Santa Rita do Passa Quatro, ligando Porto Ferreira a essa cidade. Em 1891, a Cia. Paulista a comprou e transformou no ramal, que era um de seus dois únicos com bitola estreita de 60 cm. Sem nunca tê-la alargado, a Paulista o prolongou em 1913 até Moema (depois Bento Carvalho) e em 1928 até Vassununga. O ramal funcionou até 11 de março de 1960, quando foi desativado e os trilhos, arrancados.
A estação foi inaugurada em 15/10/1884. Esta data, citada nos relatórios posteriores a 1898 da Cia. Paulista, é muito controversa. Uma explicação para o fato de a estação ter sido inaugurada 14 anos antes da construção da estação de 1898 e de a linha ainda nem existir em 1887 seria que a empresa que fundou a pequena ferrovia (de Porto Ferreira a Santa Rita) e depois foi comprada pela Paulista, tenha a construído em 1884 e ficado esperando pelos trilhos. Não parece provável.
A Cia. Paulista, de acordo com os relatórios, comprou a E. F. Santa Rita em 1891. A linha ainda não funcionava.
A estação foi construída em 1898, depois da linha já estar funcionando. Deveria, claro, haver uma estação provisória.
Desativada em 11/03/1960 com a supressão do ramal, o prédio existe até hoje numa praça no centro da cidade. Esteve abandonado por muitos anos, sendo depois reformado e transformado no Museu Zequinha de Abreu. É tombado pelo CONDEPHAAT.
A estação, que funciona como o museu acima citado, está conservada, bem como as três casas ao lado, onde funcionam, respectivamente, a sede da banda municipal, a secretaria de turismo e o conselho tutelar, inclusive ostentando, as três, o símbolo CP.
Estação de Santa Rita, Santa Rita do Passa Quatro, São Paulo, Brasil
Estação de Santa Rita, Santa Rita do Passa Quatro, São Paulo, Brasil
Santa Rita do Passa Quatro - SP
Fotografia
Antigo Relógio Existente na Praça do Rosário, Atual Praça Voluntário Silvano, Santa Rita do Passa Quatro, São Paulo, Brasil
Antigo Relógio Existente na Praça do Rosário, Atual Praça Voluntário Silvano, Santa Rita do Passa Quatro, São Paulo, Brasil
Santa Rita do Passa Quatro - SP
Fotografia
Nota do blog: Alguém sabe que fim levou?
Praça Riachuelo e seu Monumento, Salvador, Bahia, Brasil
Praça Riachuelo e seu Monumento, Salvador, Bahia, Brasil
Salvador - BA
Fotografia
A histórica Praça Riachuelo, no bairro do Comercio, é uma
homenagem aos heróis da Batalha de Riachuelo (1865), na Guerra do Paraguai
(1864-1870). A Bahia foi a província que mais enviou soldados para essa Guerra.
O belo Monumento Riachuelo, no centro da Praça, foi patrocinado pela Associação
Comercial da Bahia.
Fica em frente ao Palácio da Associação
Comercial da Bahia, fundada em 1811, pelo oitavo Conde dos Arcos. É
a mais antiga associação patronal do Brasil.
A Praça Riachuelo foi construída em 1866, sem o Monumento.
Algumas obras de complementação continuaram pelos anos seguintes. Era uma praça
bem arborizada e iluminada com 24 lampiões a gás. Desde essa época, a
Associação Comercial da Bahia buscava homenagear os heróis da Guerra do Paraguai,
com um monumento no centro da Praça. As discussões sobre como seria esse
monumento seguiram-se até 1870, quando o Comendador Manoel Joaquim Alves foi
encarregado, pela Associação Comercial, de contratar seu projeto. Em novembro
do mesmo ano, definiu-se que o monumento teria 20 metros de altura e seria
coroado pelo Anjo da
Vitória. Diversos modelos do monumento foram analisados. Eram
propostas vindas da Itália, França, Portugal, incluindo uma de um artista de
Salvador.
Em 27 de março de 1872, o Imperador Dom Pedro II bateu a pedra
fundamental do Monumento, mas os detalhes do projeto só foram definidos nos
meses seguintes. Foi inaugurado pomposamente em 23 de novembro de 1874.
O Monumento, em estilo neoclássico, foi moldado na França, na
fundição Leroux, com base no projeto do artista baiano João
Francisco Lopes Rodrigues (1825-1893), que foi professor e
diretor da Academia de Belas Artes da Bahia. Foi construído em mármore, bronze
e ferro fundido, com altura total de 23 m. Em sua coluna estão relacionadas as
batalhas da Guerra do Paraguai. O Anjo da Vitória, no alto do Monumento, tem
inspiração nas esculturas das vitórias gregas, da Grécia antiga. No pedestal,
há um grande medalhão de bronze no qual estão esculpidas as armas do Império.
As obras de instalação foram dirigidas pelo engenheiro francês José Revault,
que era dono da fábrica de tecidos Modelo, em Salvador. Revault também
participou da instalação dos chafarizes da Companhia do Queimado.
Até os anos 1930, o Monumento fazia parte de um conjunto com
jardim, mas este foi removido para a passagem da Avenida Jequitaia.
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