segunda-feira, 28 de dezembro de 2020

Aristides Motta, Fotógrafo, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil


 

Aristides Motta, Fotógrafo, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil
Ribeirão Preto - SP
Fotografia

Foi um dos principais fotógrafos de sua época, responsável por imagens que hoje permitem a visualização e conhecimento de grande parte da história de Ribeirão Preto. Merece nossas homenagens hoje e sempre.

Vista Aérea do Centro, 1992, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil


Vista Aérea do Centro, 1992, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil
Ribeirão Preto - SP
Fotografia

Foto aérea de Ribeirão Preto. Vista em detalhe do Centro da cidade, Cava do Bosque, piscina e parte do Bosque Municipal entre outras localidades.

Palacete Prates Como Sede da Prefeitura Municipal, São Paulo, Brasil

 


Palacete Prates Como Sede da Prefeitura Municipal, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Fotografia - Cartão Postal

No centro da imagem, a antiga sede da Prefeitura Municipal.
À direita (ao fundo), alguns edifícios localizados na Rua Líbero Badaró, como a oficina da casa de modas “La Saison”, a Livraria Francisco Alves e o Automóvel Club.
No canto esquerdo, é possível ver uma das cúpulas do Palacete Crespi (atual edifício York), localizado na Rua São Bento.

Chevrolet Onix, Brasil

 









Chevrolet Onix, Brasil
Fotografia


Líder por 27 anos, o VW Gol se manteve no topo com a fama de robusto e confiável. Bastaram cinco recalls em três anos para perder a vaga para o Chevrolet Onix, que assumiu o posto em 2015 e se mantém nele até hoje.
Apresentado na linha 2013, é o maior sucesso da GM nos últimos anos. Como o Gol, ele não chega a ser referência no segmento, mas reú­ne qualidades como estilo, conforto, rendimento e conteúdo acima da média.
Com a plataforma de Cobalt e o bom acerto da suspensão, elevou o nível da categoria: o Onix demonstra comportamento ágil e seguro sem comprometer o conforto. O acabamento exibe tecidos de boa qualidade e plásticos bem encaixados, ficando atrás só do festejado Hyundai HB20.
Mesmo defasados, os motores 1.0 (80/78 cv) e 1.4 (106/98 cv) receberam atualizações nos últimos tempos, mantendo marcas satisfatórias de desempenho e consumo. Todas as versões trazem ABS, airbags, direção hidráulica com regulagem de altura, painel digital e banco do motorista com ajuste de altura. Fuja do básico LS, que tem só kit visibilidade (limpador e desembaçador) e ar-quente: nele, o ar-condicionado não há nem como opcional.
A versão mais procurada é a LT: alarme, maçanetas e espelhos pintados e travas e vidros (dianteiros) elétricos. De opcional, ar-condicionado e o aclamado MyLink, central com tela de 7 polegadas sensível ao toque. A versão 1.4 LT já vem com rodas de liga aro 15, e a top LTZ acrescenta ar, aro 15, vidro traseiro elétrico, MyLink, farol de neblina, espelho elétrico e computador de bordo.
A maior novidade do modelo 2014 foi o câmbio automático de seis marchas, o mesmo de Cobalt, Spin e do primeiro Cruze.
O Onix redefiniu os conceitos de robustez: na frota de Longa Duração, ele rodou 60.000 km sem problemas no motor, câmbio e suspensão. A carroceria mostrou solidez e se manteve livre de infiltrações de água e poeira.
A leve reestilização de 2016 não comprometeu a aceitação dos usados, já que boa parte ainda está na garantia de três anos. Atenção na rede autorizada, que continua impondo serviços desnecessários e muitas vezes não tem peças de reposição a pronta entrega.

Bebedouro de Cavalo, Praça Carlos Gomes, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil




 

Bebedouro de Cavalo, Praça Carlos Gomes, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil
Ribeirão Preto - SP
Fotografia

Nota do blog: Servia para fornecer água para os animais e para quem mais precisasse. Existia outro na praça Tiradentes. Segundo informação que apurei, foi demolido nos anos 70 (a confirmar).

Primitivo Acesso ao Largo do Paissandu, 1915, São Paulo, Brasil

 


Primitivo Acesso ao Largo do Paissandu, 1915, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Fotografia

Em 1915, o célebre fotógrafo italiano Aurélio Becherini registrou esta cena a partir da Igreja Nossa Senhora da Conceição de Santa Ifigênia. Ao fundo à esquerda, a Ladeira de Santa Ephigenia, atual Rua do Seminário. À direita onde está o poste de iluminação pública é o primitivo acesso ao Largo do Paysandú — posteriormente seria aberta a Rua Antonio de Godoy. À extrema direita onde vemos uma casa com 3 portas, foi construído o prédio em que funcionou o Cine Paratodos, inaugurado em 12/9/1930. As denominações dos logradouros são as utilizadas na época.

Avenida São João, 1936, São Paulo, Brasil


Avenida São João, 1936, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Fotografia




Cena do cotidiano no mais histórico logradouro paulistano em direção à Praça Antonio Prado. Ao fundo à direita, um solitário Martinelli que apesar de embargos e dúvidas quanto à sua estabilidade, foi inaugurado inacabado em 1929 e enfim concluido em 1934. Pouco abaixo, no lado oposto, na esquina com a Rua Anhangabaú (futura Avenida Prestes Maia), o belo Edifício Baraúna onde no térreo, se instalou em 1968, o tradicional Bar e Restaurante Guanabara. No plano médio, à esquerda, o Hotel Central de 1918 — projeto e construção do Escritório de Ramos de Azevedo —, contíguo ao Palácio dos Correios projetado pelos arquitetos Domiziano Rossi e Felisberto Ranzini sendo construido pelo Escritório Técnico Ramos de Azevedo no período de 1920-1922.
Apesar de passados planos de restauração, o Hotel Central se encontra em lamentável estado de conservação. A posse litigiosa do imóvel é da cantora e filósofa Flávia Virgínia (filha do cantor Djavan) que através de um acordo amistoso, permite sua ocupação por um movimento social cujos integrantes/moradores contribuem financeiramente para as despesas de manutenção. Por fim, além dos tradicionais postes de iluminação tipo 16 da Light.

Filosofia de Internet - Humor




 

Filosofia de Internet - Humor
Humor

Pessoas Passeando nos Arredores do Museu do Ipiranga, Início do Século XX, São Paulo, Brasil


 

Pessoas Passeando nos Arredores do Museu do Ipiranga, Início do Século XX, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Fotografia 


Nota do blog: As pessoas já passeavam na região antes da construção do jardim conforme se vê na imagem. 

Os Dias Finais do Theatro Carlos Gomes, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil






Os Dias Finais do Theatro Carlos Gomes, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil
Ribeirão Preto - SP
Fotografia

Um dos maiores questionamentos da população de Ribeirão Preto é a respeito dos motivos da demolição do Theatro Carlos Gomes, localizado na praça homônima. Todos que apreciam as belas imagens que chegaram até nós do referido prédio, fazem a mesma pergunta.
Para tentar esclarecer os motivos, resolvi fazer um pequeno resumo do tema.
Para tanto, efetuei a leitura de alguns livros, textos e artigos pela internet, tanto em sites como nas redes sociais. Este resumo é um trabalho de diversos autores, alguns que vivenciaram o período e outros que embora não o viveram, o estudaram com afinco.
Não há pretensão de estar certo ou de esgotamento do tema. Ao contrário, caso alguém tenha uma versão diferente, desde já agradeço que manifeste-se nos comentários para atualizarmos a postagem.
A intenção do post é discutir o tema e ativar memórias.
Feita essa introdução, observemos a imagem do post: o Theatro Carlos Gomes já se encontrava em péssimas condições de conservação, com vários vidros das janelas quebrados e tampados com placas de madeira, infestado de cupins, entre outros diversos problemas.
Também se vê uma pilha de metais recolhidos na campanha do esforço de guerra contra o Eixo (estávamos em plena Segunda Guerra Mundial) realizada em Ribeirão Preto. 
Notem que a realização de tal campanha na frente do Theatro Carlos Gomes já era um bom indicativo da ausência de prestígio e uso em seus dias finais. Um prenúncio do futuro que o aguardava.
Segundo comentam, o principal motivo da demolição foi uma infestação de cupins que tornou o Theatro Carlos Gomes irrecuperável. Esse teria sido o fator decisivo que selou a sorte do prédio.
Mas também houveram outros motivos: a falta de um protetor/patrocinador (o Cel. Francisco Schmidt, o "Rei do Café", seu principal mecenas, já havia falecido), interesses financeiros (os proprietários do Theatro Pedro II tinham interesse óbvio na sua demolição), as mesquinharias políticas de sempre, a pressão da Prefeitura que queria o terreno cedido em comodato de volta (o Theatro Carlos Gomes era uma propriedade privada construída em área pública), a falta de lucratividade, etc.
Portanto, não houve um motivo único para a demolição, foram a soma de diversos fatores.
Assim, inaugurado em 1897 com uma apresentação da ópera "O Guarani" pela Companhia Lírica Italiana, o Theatro Carlos Gomes foi demolido entre os anos 1944-1945. 
Em 1946, o terreno já se encontrava completamente limpo. Atualmente o referido espaço é ocupado pela Praça Carlos Gomes.
Outra coisa que gostaria de citar, é se vocês conseguem imaginar a quantidade de saques/furtos/apropriações que houveram de seus materiais construtivos, muitos importados e verdadeiras obras de arte, antes e durante a demolição? 
Suas partes devem ter acabado nas casas de várias autoridades e pessoas influentes da época. Dizem, inclusive, que grande parte dos tijolos do Carlos Gomes, retirados durante a demolição, foram utilizados na construção do muro do Cemitério da Saudade.
De qualquer forma, ainda existem ao menos dois resquícios do Theatro Carlos Gomes na cidade: um é uma placa de mármore que está na parede do Museu Histórico e de Ordem Geral Plínio Travassos dos Santos, no complexo do Museu do Café (não é possível conhecer por motivos já sabidos). O outro é uma escadaria de mármore de Carrara, que foi desmontada no Carlos Gomes e remontada no prédio da Sociedade União dos Viajantes, SUV, na rua Álvares Cabral.
Finalizando, menos ruim que temos boa quantidade de fotos do Theatro Carlos Gomes para lembrança dele e desse período da história da cidade. Em vários outros casos, nem isso temos...