quarta-feira, 27 de dezembro de 2023

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Avenida Desembargador André da Rocha, Década de 30, Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brasil


 



Avenida Desembargador André da Rocha, Década de 30, Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brasil
Porto Alegre - RS
Fotografia

Resultado do alargamento do antigo “Beco do Oitavo”, a avenida Desembargador André da Rocha começa na avenida João Pessoa e termina na rua Gen. Lima e Silva. Conhecido como Beco do Oitavo por ali estar localizado o quartel do 8º Batalhão de Infantaria, construído por volta de 1828. Por resolução da Câmara, em 1879, o beco recebeu a denominação de rua 3 de Novembro (data da segunda batalha do Tuiuti na Guerra do Paraguai). O Beco era conhecido por péssimas condições sanitárias, tanto pelos dejetos despejados na rua pelo quartel, quanto pelos cortiços existentes. Nas primeiras décadas do século XX, toda a rua abrigava casas de jogos, bordéis e tabernas. O “beco da desordem” era presença constantes nas páginas policiais por causa dos conflitos que ali aconteciam. Um artigo publicado no Jornal Correio do Povo, em 1929, cita os “esforços” da polícia em afastar as “mulheres decaídas” da zona central de Porto Alegre. Prostitutas foram obrigadas a sair de suas casas nas ruas Paysandu (atual rua Caldas Jr.) Riachuelo, Dr. Flores, Jerônimo Coelho e Andrade Neves, para se instalar na rua 3 de Novembro, local definido pelas autoridades como a zona do meretrício. Provavelmente, o “Beco” citado por Érico Veríssimo no romance Caminhos Cruzados, seja o Beco do Oitavo. A localização do “beco ficcional”, próximo à Redenção, e a descrição do local atestam essa possibilidade. Em uma passagem, por exemplo, uma das mulheres do Beco é esfaqueada. E é ali que a personagem Pedrinho conhece a prostituta Cacilda, por quem se apaixona: “A ideia de que Cacilda vive num beco imundo, na janela, oferecendo-se a todos os homens que passam lhe é insuportável.” Em 1938, o prefeito Loureiro da Silva desapropriou as casas do local para alargar a rua, implantando uma avenida com duas pistas. A nova denominação da avenida – Desembargador André da Rocha – foi dada por Lei Municipal de 1952.

Exposição Estadual, 1909, Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brasil


 

Exposição Estadual, 1909, Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brasil
Porto Alegre - RS
Fotografia



Exposição Estadual, 1909, Fotógrafo Virgílio Calegari, Acervo do Museu Joaquim Felizardo.
A grande mostra que deu origem à atual Expointer foi oficializada por decreto do então presidente do Estado, Borges de Medeiros, em abril de 1899, com o nome de Exposição Agropecuária e Industrial do Rio Grande do Sul. O objetivo do governo era atenuar as feridas da recente Revolução de 93, marcar o início do século 20 e também exibir o desenvolvimento do Estado em todas as suas atividades. Programada para 1900, devido a atraso na sua organização, a feira só foi inaugurada em 24 de fevereiro do ano seguinte, nos Campos da Redenção (que viriam a receber o nome de Parque Farroupilha em 1935, nas comemorações do centenário da Guerra dos Farrapos). Na solenidade festiva, ao lado de Borges de Medeiros, entre outras autoridades, encontravam-se o arcebispo de Porto Alegre, dom Cláudio José Gonçalves Ponce de Leon, e o embaixador dos Estados Unidos, Charles Page Bryan. Estiveram representados na feira 60 municípios, com 2,2 mil expositores. No total, foram expostos mais de 80 mil itens, entre produtos animais, equipamentos e outros objetos. No pavilhão das Belas Artes, encontravam-se trabalhos de Virgilio Calegari, Otto Schonwald, Augusto Amoretty, Jacinto Ferrari, Romoaldo Pratti e Pedro Weingartner, entre outros.
A entrada principal da exposição ficava ao lado da atual Escola de Engenharia, em frente à Praça Argentina. Foi encerrada em 2 de junho, com pouco mais de três meses de duração. Teve cerca de 67 mil visitantes, numa média de 6,8 mil pessoas por dia. A população de Porto Alegre era de 70 mil habitantes.
A partir de 1909, a mostra passou a ser realizada no Prado Rio-Grandense, depois transformado no Parque de Exposições do Menino Deus, e, em 1970, já com caráter internacional, foi para Esteio, numa área de 64 hectares da antiga Fazenda Kroeff.

Avenida Borges de Medeiros, Circa 1930, Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brasil

 


Avenida Borges de Medeiros, Circa 1930, Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brasil
Porto Alegre - RS
Fotografia


No final do século XIX, com o nome de General Paranhos, a Borges era um estreito beco que subia da Andrade Neves até a Rua Duque de Caxias e descia em outra fortíssima ladeira até a rua Coronel Genuíno. Por muitos anos, conviveu com três apelidos populares: Travessa do Poço, entre a Duque e a Riachuelo, Beco do Freitas, entre a Riachuelo e a Andrade Neves e Beco do Meireles, da Duque para o sul.
No governo de Otávio Rocha que a Borges de Medeiros foi pensada como obra de viação:
(...) " Ai será construído um viaduto de cimento armado, em arco abatido, por onde se fará a passagem da Rua Duque de Caxias (...) É uma obra de viação de grande relevo, porque vai encurtar o trajeto para todas as linhas de comunicação dos arrebaldes Menino Deus, Glória, Teresópolis e Partenon".
Em 1932 foi inaugurado o Viaduto Otávio Rocha, que permitiu unir o porto à zona sul, mudando consideravelmente o perfil urbano do centro da cidade. Foi uma obra conjugada com o aumento do trajeto da avenida, indo primeiro até a Praça Montevidéu e depois com sua extensão até a Praia de Belas, em 1943.
No início dos anos quarenta do século passado, começaram a surgir grandes espigões na Borges de Medeiros, fruto de incentivos fiscais concedidos pelas autoridades que queriam pressa na mudança da arquitetura da cidade. A resposta foi rápida e logo brotaram prédios com 10, 15 ou 20 andares, como o Sulacap, o Sul América, o União e o Vera Cruz, este último considerado, na época, um marco da arquitetura modernista.
Com o aterro na região do Praia de Belas, a Borges é ampliada até a Avenida Padre Cacique tendo como área limítrofe de lazer, o Parque Marinha do Brasil.
O atual nome é uma homenagem ao gaúcho Borges de Medeiros, presidente do estado entre 1898 e 1908 e no período de 1913 a 1928.

Rodoferroviária de Curitiba, Paraná, Brasil


 

Rodoferroviária de Curitiba, Paraná, Brasil
Curitiba - PR
Fotografia - Cartão Postal

Rua XV de Novembro no Dia da Neve, 1975, Curitiba, Paraná, Brasil


 

Rua XV de Novembro no Dia da Neve, 1975, Curitiba, Paraná, Brasil
Curitiba - PR
Fotografia - Cartão Postal

Passeio Público, Curitiba, Paraná, Brasil




Passeio Público, Curitiba, Paraná, Brasil
Curitiba - PR
Fotografia - Cartão Postal

Nota do blog 1: Destaque para a simpática lhama fazendo pose para o fotógrafo.
Nota do blog 2: O predinho amarelo em primeiro plano é o edifício Pizatto, no início da rua Conselheiro Laurindo, e o grande que aparece atrás dele é o edifício Copacabana, que fica na rua Amintas de Barros.

Estação Rodoviária de São Paulo / Terminal Rodoviário da Luz, São Paulo, Brasil





Estação Rodoviária de São Paulo / Terminal Rodoviário da Luz, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Ambrosiana
Fotografia - Cartão Postal

Nota do blog 1: Funcionou entre 1961-1982. O prédio começou a ser demolido em 2010.
Nota do blog 2: Cartão postal datado de 18/01/1979.

 

Rua Galvão Bueno, Liberdade, São Paulo, Brasil




Rua Galvão Bueno, Liberdade, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Editora Litoarte N. SP-77
Fotografia - Cartão Postal

 

Vandalismo no Marco Zero da Cidade de Ribeirão Preto, Praça XV de Novembro, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil


 



Vandalismo no Marco Zero da Cidade de Ribeirão Preto, Praça XV de Novembro, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil
Ribeirão Preto - SP
Fotografia

Nota do blog 1: Vandalismo é algo normal nas praças da cidade. Mais do mesmo, também furtaram todas as letras em metal do "Marco Zero da Cidade de Ribeirão Preto".
Nota do blog 2: De acordo com o coordenador do Museu da Segunda Guerra Mundial, Washington Bessa, nesta pedra ficava a placa em homenagem aos pracinhas. Como a mesma foi transferida de local, para não ficar vazia, foi escrito na pedra a informação “Marco Zero da Cidade de Ribeirão Preto”. Tal inscrição se deu, segundo Washington Bessa, após 1995.
Nota do blog 3: Imagem de 2023