quinta-feira, 16 de maio de 2024

Curitiba, Paraná, Brasil


 

Curitiba, Paraná, Brasil
Curitiba - PR
AH
Fotografia - Cartão Postal

"É mais de 1955 por conta da cúpula da UFPR não estar na foto. O edifício Ruy Barbosa está em obras e o edifício Fidélis Reginato está em fase de acabamento, o edifício Imperador está na sua primeira laje. Também vemos o prédio que sedia o hotel situado ao lado do edifício Copacabana que está em fase de acabamento. Diria que não vamos além de 1959". Crédito da informação para Eduardo Eloy Scuissiato.
Nota do blog: Fotografia de Armin Henkel.

Propaganda "Construtora Curitiba Ltda", Década de 50, Curitiba, Paraná, Brasil



 

Propaganda "Construtora Curitiba Ltda", Década de 50, Curitiba, Paraná, Brasil
Propaganda

A imagem 1 mostra um anúncio da Construtora Curitiba que, ao fazer propaganda de seus serviços, nos mostra uma belíssima residência (na verdade uma mansão) por eles construída.
Tratava-se de uma planta que foi reproduzida várias vezes pela cidade.
A imagem 2, uma montagem no esquema "o antes e o depois", mostra algumas dessas residências na ativa e, posteriormente, demolidas para dar lugar a prédios ou comércios (provavelmente farmácias ou estacionamentos, os negócio do momento).
Todas essas residências foram construídas na década de 50
A primeira era no bairro Cabral, a segunda e terceira no bairro Batel e a quarta no bairro Alto da XV. Das quatro residências mostradas, apenas a do Alto da XV ainda sobrevive (até quando não sabemos).
Infelizmente é uma situação que não tem muito o que fazer: as construtoras e especuladores imobiliários oferecem um "caminhão de dinheiro" para os proprietários e aí não tem jeito: as histórias e tradições construídas pelos antepassados dos atuais proprietários desaparecem igual aos imóveis. 
Pessoalmente não os julgo: acredito que faria o mesmo diante de uma oferta vultosa que garantisse um bom recurso para minha família. 
De qualquer forma, mesmo entendendo o lado dos proprietários, a verdade é que em um futuro não muito distante, vão sobrar apenas as fotos e memórias dos outrora belos imóveis.
Porém, em compensação, teremos amplos apartamentos de 30 mts (vendidos a preços fora da realidade, impagáveis para a maioria das pessoas), além de um monte de farmácias e estacionamentos...
Nota do blog: Crédito da postagem para Luís Venske Dyminski.

Praça 19 de Dezembro / Praça do Homem Nu, Década de 80, Curitiba, Paraná, Brasil



Praça 19 de Dezembro / Praça do Homem Nu, Década de 80, Curitiba, Paraná, Brasil
Curitiba - PR
Fotografia

Propaganda "Um Loteamento Novo Mundo Merece a sua Confiança!", 1947, Loteamento Parque Novo Mundo, Parque Novo Mundo Imobiliária e Comercial, São Paulo, Brasil


 

Propaganda "Um Loteamento Novo Mundo Merece a sua Confiança!", 1947, Loteamento Parque Novo Mundo, Parque Novo Mundo Imobiliária e Comercial, São Paulo, Brasil
Proapganda

Quinteiro's Lanches, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil








Quinteiro's Lanches, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil
Ribeirão Preto - SP
Fotografia

Frequento o Quinteiro's Lanches há vários anos e só tenho coisas boas para falar. 
Acredito que seja um dos poucos lugares em Ribeirão Preto que fazem este tipo de lanche com qualidade. O local é famoso por suas porções gigantes de batata frita com queijo e bacon, além, é claro, de sua enorme diversidade de lanches (meu preferido é o cheese-tudo com hamburger da casa).
No post coloquei imagens da locação atual e da antiga (onde conheci o estabelecimento).
Finalizando, uma coisa que gostaria de ressaltar, é a preocupação com limpeza e qualidade das embalagens fornecidas. Tem pessoas que não se importam com isso mas considero um grande diferencial, estabelecimentos sujos e/ou desleixados já passam uma boa ideia da qualidade dos produtos que serão fornecidos/vendidos.
Nota do blog: Imagens 1 e 2, ano 2024 / Imagens 3, 4 e 5, ano 2021, crédito para o Quinteiro's Lanches.

Mercado do Campos Elíseos, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil


 



Mercado do Campos Elíseos, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil
Ribeirão Preto - SP
Fotografia

Imagem da inauguração.
Era localizado na rua São Paulo, tendo entrada/saída também pela avenida da Saudade (o prédio ainda existe, número 1145 da via informada).
Nota do blog: Data não obtida / Fotografia de Tony Miyasaka.

Capela de Santa Terezinha do Menino Jesus, Santuário das Sete Capelas / Santuário Nossa Senhora da Medalha Milagrosa, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil


 

Capela de Santa Terezinha do Menino Jesus, Santuário das Sete Capelas / Santuário Nossa Senhora da Medalha Milagrosa, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil
Ribeirão Preto - SP
Fotografia


Nota do blog: Data e autoria não obtidas.

quarta-feira, 15 de maio de 2024

Imóvel, Avenida Nove de Julho, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil


 

Imóvel, Avenida Nove de Julho, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil
Ribeirão Preto - SP
Fotografia

Imóvel com acabamento de tijolinhos localizado na esquina da avenida Nove de Julho com Independência, um dos mais conhecidos cruzamentos da cidade.
Não sei dizer sua idade correta, mas tenho quase certeza que já estava lá durante os anos 80. Também não sei se sempre foi com tijolinhos ou se era diferente anteriormente.
Lembro dele abrigar uma agência bancária do Nacional, do Unibanco e, depois da fusão, do Itaú. Fiquei sabendo nas redes sociais que antes foi agência do extinto Comind também, o que o transforma, provavelmente, no imóvel que mais abrigou bancos diferentes na cidade.
Atualmente, reflexo da atual situação da avenida, encontra-se vandalizado, na espera de que alguém o alugue.
Nota do blog: Imagem de 2024.



A Verdade Pura e Simples é que Ter Filhos Atrapalha a Carreira das Mulheres - Luiz Felipe Pondé

 


A Verdade Pura e Simples é que Ter Filhos Atrapalha a Carreira das Mulheres - Luiz Felipe Pondé
Artigo


E os inteligentinhos descobriram a queda da natalidade. E, como sempre, justificam o fenômeno sabido há anos, com suas obsessões ideológicas: desigualdade social, aquecimento global, preconceitos estruturais e outros quebrantos.
O problema com os inteligentinhos não é só de repertório, é cognitivo. Assim como o politicamente correto e os "wokes", a condição inteligentinha danifica a capacidade semântica e lógica do entendimento.
Mas, para além dessas taras, o fato é que só quem tem filho hoje largamente são mulheres de adesão religiosa estrita ou pobres —logo, a desigualdade social funciona a favor da natalidade e não contra, mas vá explicar isso para quem pensa a partir de ideologias. Quem tem opção, não tem filhos.
Mas, como nossa sensibilidade hoje é moldada pela intencionalidade do marketing, mente-se para negar que no fundo dessa caixa de pandora encontramos a principal causa para não se ter filhos ou tê-los em "unidades isoladas": o velho pecado da preguiça. "Crianças são um saco", confessam as mulheres mais honestas nesse assunto. "Ter filho com uma mulher é sinistro na certa", confessam os homens mais honestos nesse assunto.
A "culpa" da baixa natalidade são os "avanços modernos" no comportamento causado pela liberdade de escolha. Quanto mais educação, mais sucesso profissional, mais opção a mulher tem, menos filho. E aí vem a mãe de sucesso na carreira postando o suposto amor dela pela sua única criança como contra argumento ao fato demográfico inquestionável e suas causas objetivas. Ou pior: acusa a demografia de ser misógina.
A liberdade de escolha, valor liberal por excelência, é sustentada pelo enriquecimento da sociedade capitalista e industrial. A acessibilidade a educação formal, ao voto, enfim, a acessibilidade as ferramentas sociais, políticas e científicas dão as mulheres e aos homens a possibilidade de dizer "não". E os argumentos do marketing de comportamento progressista empacotam a negativa para presente e para ninguém se sentir egoísta ou narcisista.
A verdade pura e simples é que ter filhos atrapalha a carreira das mulheres, mesmo que reportagens para mulheres mostrem uma bem sucedida CEO, mãe de três filhos, ainda linda aos 55 anos de idade, sorrindo e mandando em homens. O jornalismo, passo a passo, se transforma numa profissão entre o marketing ideológico deslavado e a pura e simples moda de comportamento que agrade os seguidores da marca.
Filhos dificultam se livrar de ex-parceiros, aumentam custos de contenciosos jurídicos, complicam a vida afetiva posterior, mesmo que gente do mercado da saúde mental escreva sobre novas formas de afetividade, família e parentalidade. Normalmente, quando se inventa um nome com ares científicos para condições humanas atávicas, estamos diante do mercado das quinquilharias que tudo curam.
E aí, a gritaria: a sociedade será de velhos —usando-se nomes politicamente corretos. Elogia-se pessoas de 60 que parecem ter 40 como "combate ao etarismo", mas o fato é que vem como pesadelo a ideia de que não existirão jovens para pagar a previdência, nem sustentar o Brasil em algumas décadas.
Gente aparece culpando o patriarcalismo, como sempre, o neoliberalismo, o cristianismo, o sexismo, enfim, os suspeitos de sempre. Ou: não tenho filhos porque já tem demais no mundo.
O duro mesmo é perceber que a liberdade de escolha e a busca da felicidade no mundo contemporâneo estão pondo a pique a sustentação demográfica da espécie nos seus setores "mais ricos".
Interessante ver como a racionalidade moderna não consegue lidar com as contradições engendradas pela aplicação em larga escala dessa mesma racionalidade em nível institucional. Fica correndo atrás do próprio rabo tentando achar uma saída que reforce o mito do progresso moderno em si.
O fato é que quase ninguém se suporta mais e que crianças não desmancham no ar ao sabor das modas de comportamento. Gritam, custam caro, crescem e dão trabalho. Quem quer isso?
Para gente como eu, que considera o Sapiens intrinsecamente psicótico, fica fácil entender o suicídio esclarecido da espécie.
Nota do blog: Excetuando feministas, enzos e valentinas, estudantes de universidades públicas, fakes, hpócritas e os imbecilizados por ideologias, todo mundo sabe que é a verdade.

Dia de Verão (Dia de Verão) - Georgina de Albuquerque

 





Dia de Verão (Dia de Verão) - Georgina de Albuquerque
Museu Nacional de Belas Artes, Rio de Janeiro, Brasil
OST - 89x130 - 1926


Libertando-se dos ensinamentos acadêmicos, Georgina foi uma artista de influência impressionista. Pintou todos os gêneros, dando preferência à figura humana e à paisagem. Sua obra revela frequentemente um impulso emotivo. "Dia de Verão", deixa transparecer o despojamento do desenho com pinceladas soltas, enriquecidas por um romantismo diluído e suave, pela transparência e feminilidade conjugadas aos efeitos de luminosidade.