quinta-feira, 14 de novembro de 2024

Edifício Alagoas, Rua Alagoas, Higienópolis, São Paulo, Brasil









Edifício Alagoas, Rua Alagoas, Higienópolis, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Fotografia

Embora exista no Blog um post com um edifício de mesmo nome, na mesma rua, este é outro.
Localizado na rua Alagoas, 181, Higienópolis.
Nota do blog: Imagens de 2024 / Crédito para Jaf.

Imóvel Antigo, Avenida Angélica, Bairro Higienópolis, São Paulo, Brasil


 

Imóvel Antigo, Avenida Angélica, Bairro Higienópolis, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Fotografia

Localizado na avenida Angélica, 1596, Higienópolis.
Nota do blog: Imagem de 2024 / Crédito para Jaf.

Imóveis Antigos, Rua Piauí, Bairro Higienópolis, São Paulo, Brasil


 

Imóveis Antigos, Rua Piauí, Bairro Higienópolis, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Fotografia

Localizados na rua Piauí, 51.
Nota do blog: Imagem de 2024 / Crédito para Jaf.

Farol do Saber "Machado de Assis" e Ônibus da Linha Turismo, 1995, Vista Alegre, Curitiba, Paraná, Brasil


 

Farol do Saber "Machado de Assis" e Ônibus da Linha Turismo, 1995, Vista Alegre, Curitiba, Paraná, Brasil
Curitiba - PR
Fotografia 

Nota do blog: Data 1995 / Crédito Nani Gois.

Edifício Alagoas, Bairro Higienópolis, São Paulo, Brasil

 













Edifício Alagoas, Bairro Higienópolis, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Fotografia


O edifício Alagoas foi um dos precursores da verticalização de São Paulo, sendo o primeiro prédio de Higienópolis. Ele foi construído em 1933 pela Construtora Barreto Xandi a pedido do empresário Abel Drumond, sendo muito criticado pelos moradores do bairro, que achavam absurdo e desrespeitoso construir um prédio em um bairro residencial repleto de mansões. Mas, na verdade, os apartamentos eram verdadeiras mansões suspensas, sendo o prédio constituído de um apartamento por andar, com quase 300 metros de área privativa por unidade.
Posteriormente as unidades foram modificadas, passando o prédio a ter dois apartamentos por andar, com plantas que vão de 130 a 150 metros. Originalmente o empreendimento tinha lojas no térreo, algo comum na época, mas atualmente abriga escritórios comerciais.
Localizado na rua Alagoas, 350, Higienópolis.
Nota do blog: Imagens de 2024 / Crédito para Jaf.

Obra "Aos Inconformados", Praça Rebouças, São Paulo, Brasil



 

Obra "Aos Inconformados", Praça Rebouças, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Fotografia


A obra "Os Inconformados" foi inaugurada no dia 08/12/2021.
Quem são os inconformados?
Os inconformados são todas as pessoas que buscam fazer a diferença – seja com pequenas atitudes no dia a dia, ou com grandes missões ao longo da vida. Acreditamos que um mundo melhor só é possível se todo mundo tiver um pouco desse inconformismo dentro de si.
A obra, criada pelo artista plástico cearense Alex Oliver, simboliza essas pessoas que quebram barreiras de todos os tamanhos. Ela não tem gênero, raça ou classe social definida: é uma representação de todos que se movimentam em direção ao novo e que ousam questionar o que o mundo determinou como seus limites.
Segundo Alex Oliver, "Foi um grande desafio. Como representar os milhões de clientes do Nubank, como representar em uma obra o não conformismo com as adversidades? A ideia de transpor obstáculos e estar em constante movimento me levou à ideia de representar cada cliente do Nu".
Essa é uma das formas simbólicas que o Nubank encontrou de agradecer aos inconformados que ajudaram o banco a chegar onde está. Por isso, decidiram erguê-la em uma praça pública de São Paulo, alguns quilômetros de seu escritório principal e doá-la à cidade.
Além disso, fizeram uma revitalização total da praça, para que ela se torne um espaço de convivência e encontro. Além da renovação do piso, sistema de iluminação, jardins e lixeiras, também há wi-fi gratuito e aberto a todos.
A obra "Os Inconformados" fica na Praça Rebouças (Av. Faria Lima, 1538, esquina com a Av. Eusébio Matoso).
Mas por que essa obra?
É comum em grandes empresas tradicionais (os bancos, entre elas) ter um busto de seus fundadores exibido na sede da companhia – normalmente, uma estátua séria e imponente, restrita àqueles que passam pelos corredores do escritório.
Obviamente, isso não tinha nada a ver com o Nubank. Mas uma obra que homenageasse as pessoas que nunca são destacadas – e que são totalmente responsáveis pelo sucesso da empresa –, essa sim fazia sentido.
E também fazia sentido que essa obra de arte fosse pública, para que qualquer pessoa pudesse vê-la. A praça escolhida, agora revitalizada, também é uma forma de agradecer à cidade em que o banco nasceu.
Concluindo, os inconformados transformam o mundo, o banco fica muito feliz em homenageá-los! Trecho de texto do Nubank adaptado para o Blog.
Nota do blog: Imagens de 2024 / Crédito para Jaf.

Praça Rebouças, São Paulo, Brasil

 












Praça Rebouças, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Fotografia

O local foi revitalizado pelo Nubank em parceria efetuada com a Prefeitura de São Paulo.
A praça é localizada entre as avenidas Faria Lima e Eusébio Matoso.
Nota do blog: Imagens de 2024 / Crédito para Jaf.

terça-feira, 12 de novembro de 2024

Vista Aérea de Chichén Itzá, México


 

Vista Aérea de Chichén Itzá, México
Chichén Itzá - México
Fotografia


Uma das mais importantes cidades da civilização maia foi Chichén Itzá, hoje um sítio arqueológico que está entre as atrações mais disputadas do México.
Quais são as principais atrações de Chichén Itzá?
O sítio arqueológico de Chichén Itzá é relativamente grande, com ruínas distantes entre si. Por isso, prepare-se para andar bastante, sendo que na maior parte do tempo não há sombra para se proteger do sol. Várias agências vendem tours pelo complexo, acompanhados por guias que fornecem informações históricas e curiosidades sobre o funcionamento da antiga cidade maia.
Pirâmide de Kukulcán (ou El Castillo):
Uma das primeiras coisas que você verá ao entrar em Chichén Itzá é a Pirâmide de Kukulcán, também conhecida como El Castillo. A principal construção do complexo, com 30 metros de altura, era um templo dedicado ao deus Quetzalcóatl, a serpente emplumada. Uma curiosidade é que, no equinócio da primavera e do outono, a incidência do sol forma uma sombra na escadaria que lembra o corpo de uma serpente. A sombra se completa com duas esculturas de pedra no formato de cabeças de serpente que ficam na base da escada.
Templo das Mil Colunas ou Templo dos Guerreiros:
Apesar do que o nome leva a crer, o Templo das Mil Colunas é na verdade um conjunto de 200 colunas de pedra. Observe os desenhos em relevo, que representavam guerreiros. Logo atrás, caminhando mais um pouco, há outro conjunto de colunas que teria sido um mercado.
Plataforma dos Crânios ou Tzompantli:
A plataforma é inteiramente decorada com baixos-relevos de crânios. Acredita-se que a estrutura tenha sido usada para exibir as cabeças de vítimas dos rituais de sacrifícios praticados pelos maias. Bem ao lado há uma outra estrutura de pedra com representações de águias devorando os corações de pessoas.
Jogo de Bola ou El Juego de Pelota:
Uma das partes mais interessantes de Chichén Itzá é um campo do chamado “jogo de bola” ou “pok ta pok”, um esporte com conotação ritualística que consistia em tentar passar a bola por aros de pedra posicionados bem alto. A partida quase sempre terminava com os perdedores sendo sacrificados.
Templo do Sumo Sacerdote ou Ossuário:
Com esculturas de cabeça de serpentes na base da escada, a construção chama atenção pelo fato de ter sido descoberto em seu interior a entrada para um poço com sete tumbas onde foram encontrados restos mortais e oferendas.
Observatório ou El Caracol:
Coroada por uma estrutura redonda e com janelas, a construção servia para observar o céu e demonstra o conhecimento que os maias tinham de astronomia.
A Igreja:
A construção merece a espiada pela fachada ricamente decorada, de forma simétrica. Teria sido um templo dedicado a Chaac, o deus da chuva.
Cenote Sagrado:
Em um canto mais afastado de Chichén Itzá, passando a Pirâmide de Kukulcán e o Jogo de Bola, está o Cenote Sagrado. Como o nome sugere, o poço era sagrado para os maias, que ali realizavam sacrifícios e oferendas. Não é permitido nadar no cenote.
Dicas para visitar:
Chichén Itzá fica no estado de Yucatán, cuja capital é Mérida, localizada a 122 km do sítio arqueológico.
Mas a maior parte dos estrangeiros que visitam Chichén Itzá vem do estado vizinho de Quintana Roo, onde fica Cancún, Playa del Carmen e Tulum.
Tulum é a melhor base para fazer um passeio de bate e volta para Chichén Itzá: são 150 km de distância, contra 185 km de Playa del Carmen e 200 km de Cancún.
Seja qual for o ponto de partida, a dica é acordar cedo e ir direto para Chichén Itzá. Tente estar lá um pouco antes da abertura, que é às 8h. Assim, você terá pelo menos uma horinha com o sítio arqueológico mais vazio antes da chegada dos ônibus de excursão.
Custos:
A entrada custa 95 pesos mexicanos (cerca de R$ 29*), mas o governo do estado de Yucatán cobra uma taxa adicional de visitantes estrangeiros no valor de 548 pesos mexicanos (cerca de R$ 168*). Dessa forma, o valor total da visita sai 643 pesos mexicanos (cerca de R$ 198*).
O site oficial de Chichén Itzá não vende ingressos. Para pagar os valores mencionados acima, é preciso pegar a fila na bilheteria do sítio arqueológico.
Porém, existem várias agências de passeio que vendem os ingressos antecipadamente pela internet, por valores mais altos. Sai mais caro, mas você evita a fila da bilheteria.
Se optar por comprar os ingressos na hora, tente chegar em Chichén Itzá um pouco antes das 8h da manhã, quando o sítio arqueológico abre e as filas começam a se formar. Trecho de texto de Bárbara Ligero / Viagem e Turismo.
Nota do blog: Data 2015 / Autoria desconhecida.

segunda-feira, 11 de novembro de 2024

Propaganda "Lapidação de Diamantes Antuérpia Ltda", 1964, São Paulo, Brasil


 

Propaganda "Lapidação de Diamantes Antuérpia Ltda", 1964, São Paulo, Brasil
Propaganda

Estátua Flora Argentina, Jardín Botánico Carlos Thays / Jardim Botânico de Buenos Aires, Palermo, Buenos Aires, Argentina

 






Estátua Flora Argentina, Jardín Botánico Carlos Thays / Jardim Botânico de Buenos Aires, Palermo, Buenos Aires, Argentina
Buenos Aires - Argentina
Fotografia

Texto 1:
Obra original en mármol del argentino Emilio Andina (1875-1964). 
Emilio Andina, escultor y docente, nació en Buenos Aires el 28 de mayo de 1875 y murió el 16 de abril de 1935, en la misma ciudad. Sorteando enormes dificultades económicas, viajó a Milán para estudiar en la Academia de Brera. Discípulo de Vespaciano Bignami, Francisca Confalonieri y Enrico Butti, se perfeccionó en Roma en el Instituto Real de Bellas Artes y regresó a Buenos Aires en 1905.
Es autor también del Monumento a Adolfo Alsina y de Los Náufragos, entre otras obras.
Inauguración: 24/05/1929. Adquirido por la ex Municipalidad de la Ciudad de Buenos Aires.
Estatua de mármol, sobre base de mampostería. Constituida por un desnudo artístico femenino parcialmente cubierto por una representación de la flora natural argentina. Texto do GCBA adaptado para o Blog.
Texto 2:
El desnudo femenino cubierto parcialmente de flores, en mármol y granito, simboliza a la flora argentina. Y ese es el nombre de la obra de Emilio Andina, que en un plano artístico resume el ambiente que lo rodea, el del Jardín Botánico.
La escultura tiene algo cautivante. Aparenta soledad, sosiego, pero en su espíritu, al estar rodeada de la vegetación más diversa de la ciudad de Buenos Aires, la compañía que recibe es orgánica y natural y la hace parte del ambiente. Su ausencia se notó cuando no estuvo allí, un breve período de 2009, cuando fue trasladada al Centro Cultural Recoleta para una muestra.
La obra tiene alrededor de 100 años y el paso del tiempo se nota en cada curva o pliegue, en cada mancha que la cubre. En el museo a cielo abierto del Botánico comparte cartel con otras esculturas clásicas, entre tantas variaciones de verde. El sueño de Carlos Thays se mantiene vivo a cada paso.
Emilio Andina nació en Buenos Aires en 1875 en el seno de una familia de inmigrantes italianos y, debido a sus cualidades artísticas fue enviado a estudiar a Italia. Se formó en plástica en la Academia de Brera de Milán y en el Instituto Real de Bellas Artes de Roma. En 1903 recibió el diploma de escultor estatuario y decorador. Dos años más tarde regresó al país para dedicarse a la escultura en el plano local. Fue profesor de la Escuela Industrial de la Plata, donde ejerció la cátedra de arquitectura y modelado. En CABA tuvo su estudio en la calle Estados Unidos al 3400, lugar que años más tarde ocupó Francisco María Reyes.
Su primera obra conocida, El picapedrero, fue traída desde Italia y adquirida por la Municipalidad, que la emplazó en Parque de los Patricios. Andina también realizó el monumento a Adolfo Alsina en el cementerio de Recoleta; una obra que denominó La Ñusta, ubicada en Parque Chacabuco, que representa el sufrimiento de la colonización española y a las vírgenes incaicas consagradas al dios Inti. Falleció el 16 de abril de 1935.
Ubicada a metros del Invernáculo principal del Botánico, en su basamento de piedra y tallado con letras de imprenta se lee “Flora argentina”. Desde su inauguración, el 2 de mayo de 1929, hasta hoy la escultura de Andina se fue haciendo un lugar entre el vasto patrimonio cultural, pese a no estar ubicada en un lugar de mayor visibilidad. Tiene su sitio en ese pulmón verde, entre tanto cemento y hormigón, y su destino está escrito: seguir velando por la naturaleza que la rodea y la abraza. Texto de Martín Sassone / El Ojo del Arte.
Nota do blog: Imagem 1, data 2023, crédito para Sara Phillips / Imagem 2, data desconhecida, crédito para El Ojo del Arte.