domingo, 5 de setembro de 2021

Carioca ou Fluminense? - Artigo


 

Carioca ou Fluminense? - Artigo
Artigo




No período colonial (século XVI - século XVIII), os nascidos na capitania do Rio de Janeiro eram conhecidos por "cariocas", devido ao Rio Carioca, que era o rio que fornecia água potável à população (na imagem).
A partir de 1783, por decreto de D. Luiz de Vasconcelos, então vice-rei do Brasil, foi criado um novo gentílico "mais civilizado" para o Rio de Janeiro, o "fluminense", a partir do termo em latim "flumen", que significa "rio", em alusão ao "Rio".
Segundo o relato de Dom Juan Francisco de Aguirre, nobre espanhol que visitou o Rio de Janeiro em março de 1782, os naturais do Rio de Janeiro passaram a ser apelidados de “cariocas” devido ao seu deslumbramento com o Aqueduto da Carioca e suas águas: "Foi esse deslumbre pelo seu aqueduto que fez com que os naturais desta cidade ficassem conhecidos como cariocas, nome da fonte de onde a água que abastece a região. Logo que estabelecem contato com um europeu, os cariocas apressam-se em dizer-lhe que essa água tem o poder de enfeitiçá-lo e de fazê-lo fixar residência na cidade".
Em 1834, através do Ato Adicional à Constituição de 1824, o município do Rio de Janeiro se separou da Província do Rio de Janeiro para constituir o Município Neutro, com administração vinculada diretamente à corte imperial brasileira.
Como "carioca" é um termo indígena de origem Tupi (Casa de Branco), os membros da Corte optaram por intitularem-se "fluminenses", tendo "carioca" sobrevivido pelo uso popular, principalmente nas demais províncias do Império do Brasil.
Em 1891, após a Proclamação da República do Brasil em 1889, o Município Neutro transformou-se no Distrito Federal e a província do Rio de Janeiro transformou-se no estado do Rio de Janeiro.
Em 1960, com a mudança da capital do país para Brasília, o antigo Distrito Federal tornou-se o estado da Guanabara, que adotou então oficialmente a designação "carioca" pela primeira vez para os habitantes do novo estado.
Com a fusão do estado da Guanabara com o estado do Rio de Janeiro, em 1975, o então estado da Guanabara passou a integrar o atual estado do Rio de Janeiro.
Oficialmente, optou-se por "fluminense" como gentílico oficial do novo estado, reduzindo-se o gentílico "carioca" a gentílico municipal.
Contudo, a maioria dos habitantes do estado do Rio de Janeiro preferem a designação "carioca" a "fluminense" (especialmente na Região Metropolitana, Costa Verde e Região dos Lagos) e desde os anos 2000 o movimento "Somos Todos Cariocas" busca o reconhecimento de carioca como gentílico co-oficial do estado do Rio de Janeiro.
Quem nasce no estado do Rio de Janeiro é chamado de fluminense.

Cais do Ribeirão Preto / Avenida Jerônimo Gonçalves, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil



Cais do Ribeirão Preto / Avenida Jerônimo Gonçalves, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil
Ribeirão Preto - SP
Fotografia - Cartão Postal

Nota do blog: Data e autoria não obtidas.

Rua General Osório / Entrada da Estação da Mogiana, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil





Rua General Osório / Entrada da Estação da Mogiana, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil
Ribeirão Preto - SP
Fotografia - Cartão Postal

Nota do blog: Fotografia obtida a partir da entrada principal da Estação da Mogiana. Era a primeira vista que as pessoas tinham da cidade ao chegar de trem.

Bosque Municipal / Bosque Municipal Fábio Barreto, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil


 

Bosque Municipal / Bosque Municipal Fábio Barreto, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil
Ribeirão Preto - SP
Fotografia - Cartão Postal

Ginasium Municipal, Piscina / Piscina da Sociedade Recreativa e de Esportes de Ribeirão Preto, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil


 

Ginasium Municipal, Piscina / Piscina da Sociedade Recreativa e de Esportes de Ribeirão Preto, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil
Ribeirão Preto - SP
Fotografia - Cartão Postal

Local Onde Foi Celebrada a 1º Missa, 30/05/1957, Brasília, Distrito Federal, Brasil


 

Local Onde Foi Celebrada a 1º Missa, 30/05/1957, Brasília, Distrito Federal, Brasil
Brasília - DF
Foto Postal Colombo N. 33
Fotografia - Cartão Postal

Mercado e Monte Serrat, Santos, São Paulo, Brasil


 

Mercado e Monte Serrat, Santos, São Paulo, Brasil
Santos - SP
Fotografia - Cartão Postal

Botafogo, Rio de Janeiro, Brasil


 

Botafogo, Rio de Janeiro, Brasil
Rio de Janeiro - RJ
N. 287
Fotografia - Cartão Postal

Porto de Embarque de Minério, Vitória, Espírito Santo, Brasil


 

Porto de Embarque de Minério, Vitória, Espírito Santo, Brasil
Vitória - ES
Fotografia - Cartão Postal

Ferrari 330 GT 2+2 Series II by Pininfarina 1966, Itália



































Ferrari 330 GT 2+2 Series II by Pininfarina 1966, Itália
Fotografia



The Ferrari 330 GT 2+2 Series II represents an outstanding blend of inspired performance, understated luxury, and sophisticated Italian design. A refinement of the initial 330 GT introduced in 1964, second series sported elegant Pininfarina bodywork with dual headlamps (versus the quad-headlamp setup worn by earlier cars) and gained a five-speed transmission, compared to the prior car’s four speeds with overdrive. At its heart, however, remained the enticing 296-horsepower 4.0-liter Columbo V-12, enabling fortunate owners to cross great distances with both speed and style. Between 1965 and 1967, just 460 such Series II examples were produced by Maranello, a slightly smaller production run than the preceding Series I.
Imported and sold when new via the storied Luigi Chinetti Motors of Greenwich, Connecticut in November 1966, this US-market 330 GT was originally finished in Bianco Saratoga over a Rosso Connolly leather interior. It was fitted from new with power steering and windows and air conditioning, desirable features that emphasized the model’s status as a capable, yet comfortable grand tourer.
Chassis 9017’s first owner is recorded as a Mr. Robert Viola of New York, New York; its subsequent ownership history is presently unknown until 1995, when the car was listed for sale in Beverly Hills, California. In 2000, the 330 GT was purchased by Florida-based Ferrari restorer Marco Piehl. Shortly thereafter, Piehl treated the car to a reported frame-off restoration and refinished it in the classic color scheme of Rosso Corsa over a Nero leather interior with red carpets. Emerging from its restoration, Piehl exhibited 9017 at Cavallino Classics XI-XIII from 2002 through 2004, earning two Gold awards and an esteemed Platinum award.
Acquired from Piehl by the consignor in 2004, the car moved to Canada. Thereafter, its 4.0-liter V-12 engine was completely rebuilt by Ferrari of Ontario. Since 2010, the car has remained carefully preserved, and sparingly enjoyed in its post-restoration condition. Many of the car’s major components are match to those noted on documentation supplied by marque historian Marcel Massini.
As presented today, this gently patinated, award-winning 330 GT sits upon a tidy set of 15-inch wire wheels wrapped in Michelin Harmony tires. This grand touring Ferrari offers room for four and is certainly an exclusive, yet more practical alternative to the race-bred Ferraris of the time.