Baía do Guajará, Belém, Pará, Brasil
Belém - PA
Fotografia
A Baía de
Guajará situa-se a oeste da cidade de Belém, é um sub estuário e recebe águas
dos rios Guamá, Acará e Moju. Possui comunicação direta com a Baía de Marajó e,
devido sua proximidade do Oceano Atlântico, está sujeita a influências das
marés oceânicas. Possui águas barrentas, fortemente amareladas e salobras.
É na Baía do Guajará que se concentram os principais pontos turísticos de Belém entre os quais o Mercado de Ver-o-Peso, o Complexo Feliz Lusitânia e a Estação das Docas.
A Baía do Guajará é uma baía formada pelo encontro da foz dos rios Guamá e Acará, que banha os municípios paraenses de Barcarena e Belém, capital do estado. Suas águas correm para a baía do Marajó.
É na Baía do Guajará que se concentram os principais pontos turísticos de Belém entre os quais o Mercado de Ver-o-Peso, o Complexo Feliz Lusitânia e a Estação das Docas.
A Baía do Guajará é uma baía formada pelo encontro da foz dos rios Guamá e Acará, que banha os municípios paraenses de Barcarena e Belém, capital do estado. Suas águas correm para a baía do Marajó.
Antes
denominada Paraná-Guaçu, pelos índios tupinambás que habitavam a região, a baía do Guajará, foi
a porta de entrada para os portugueses que desejavam ocupar
o Grão-Pará. De acordo com o Tratado de Tordesilhas as
terras pertenciam à Espanha, mas naquele momento os
territórios estavam unificados pela União Ibérica.
A 12 de janeiro de 1616,
três embarcações, o patacho Santa Maria da Candelária, o caravelão Santa Maria
das Graças, e a lancha grande Assunção, aportaram onde hoje é a cidade de Belém (Mairi, para os indígenas) com 150 homens, a
qual Francisco
Caldeira de Castelo Branco, Descobridor e Primeiro Conquistador do
Amazonas, seu título na época, denominou Feliz Lusitânia. No local,
o engenheiro-mor Francisco Frias
Mesquita iniciou a construção, à margem leste da baía, do Forte
do Presépio (hoje, Forte do Castelo), marco
inicial da fundação da cidade de Santa Maria de Belém do
Grão-Pará.
Nos anos
seguintes a baía foi palco de diversas batalhas. Uma grande disputa pelo Grão-Pará acontecia ali entre os portugueses, ingleses, holandeses e franceses. Nenhum desses povos conseguiu estabelecer-se nessa
região, sendo obrigados a buscar terras mais ao norte, nas Guianas.
Considerada a
atividade mais importante para os Tupinambás, a pesca na Baía do Guajará era o
significado da sobrevivência daquela população indígena.
Após a chegada
dos portugueses a atividade se intensificou, e até o início do Ciclo da Borracha em 1879 e
compunha a base da economia local.
Ainda hoje os
peixes da Baía do Guajará estão muito presentes à mesa dos paraenses e permeiam
toda a culinária tradicional do Pará com os mais diversos pratos, dentre eles
o Pirarucu, considerado por muitos o bacalhau da Amazônia.




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